Do Jornal do Brasil
"A chegada das centrais sindicais ao poder, com dois de seus representantes estrategicamente posicionados no comando dos ministérios da Previdência e do Trabalho, acabou por esvaziar a agenda de reivindicações históricas do movimento sindical. Conquistas como a política de valorização do salário mínimo atrelada à correção progressiva da tabela do Imposto de Renda, e a participação no governo ajudaram em uma espécie de "cooptação oficial" das centrais. Por isso, nesse 1º de maio, vão levantar bandeiras que, até pouco tempo atrás, eram preocupação quase exclusiva das entidades patronais.
A mudança de discurso é também sintoma da maior proximidade entre centrais e o Palácio do Planalto. Ao chamar os sindicatos para o debate sobre a formulação das propostas de reforma trabalhista e da Previdência, o governo apaziguou os ânimos do movimento, que adotou postura conveniente a quem é parte da coligação que sustenta o governo Lula. A aceleração da queda na taxa básica de juros, a redução do spread bancário e a reforma tributária - agenda do governo - ganhou eco entre os líderes sindicais. A reforma sindical perdeu prioridade. As centrais defendem que ela seja feita "aos poucos", fora de um pacote com grandes mudanças."
COMENTANDO A NOTÍCIA: Acredito que a nossa posição sobre os sindicalistas já ficou bastante clara: são sujeitos vagabundos, que mais querem distância do trabalho, que se agarraram às tetas de um sindicato ou central sindical para garantirem “estabilidade”, vivem de discursos hipócritas, onde e através deles aprendem a demagogia da política “sindical” e acabam, invariavelmente, descambando para a política, onde sua canalhice terá uma espécie de pós-graduação. Desde cedo, pendurados nos sindicatos aprendem a arte de viverem às custas dos trabalhadores que os sustentam, não por patriotismo, mas por obrigação legal de terem que dividir seu salário com os seus senhores.
Agora, além de darem uma banana para os mais de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada e sem garantia de espécie alguma, estes bravos ainda se aventuram na jornada de assaltarem o bolso dos prestadores de serviços na defesa cretina do veto à Emenda 3, uma forma de assaltarem outros trabalhadores que em absoluto lhes devem coisa alguma. Querem instituir o regime terrorista de qualquer fiscal merreca se arvorar em juiz para o governo assaltar ainda mais inescrupulosamente o bolso de quem leva o trabalho a sério.
Sobre eles, resta comentar com o que diz o Reinaldo Azevedo:
Se o sindicalismo brasileiro tivesse um mínimo de vergonha na cara, extinguiria o imposto sindical, o que poderia fazer sem nem mesmo uma lei. Bastava devolver o dinheiro. Mas ele não tem. Fica com ele. E, na regulamentação, as centrais ainda vão receber R$ 100 milhões diretamente dos cofres públicos. Metade dos 20% do imposto sindical que fica com o governo vai pra elas.
"A chegada das centrais sindicais ao poder, com dois de seus representantes estrategicamente posicionados no comando dos ministérios da Previdência e do Trabalho, acabou por esvaziar a agenda de reivindicações históricas do movimento sindical. Conquistas como a política de valorização do salário mínimo atrelada à correção progressiva da tabela do Imposto de Renda, e a participação no governo ajudaram em uma espécie de "cooptação oficial" das centrais. Por isso, nesse 1º de maio, vão levantar bandeiras que, até pouco tempo atrás, eram preocupação quase exclusiva das entidades patronais.
A mudança de discurso é também sintoma da maior proximidade entre centrais e o Palácio do Planalto. Ao chamar os sindicatos para o debate sobre a formulação das propostas de reforma trabalhista e da Previdência, o governo apaziguou os ânimos do movimento, que adotou postura conveniente a quem é parte da coligação que sustenta o governo Lula. A aceleração da queda na taxa básica de juros, a redução do spread bancário e a reforma tributária - agenda do governo - ganhou eco entre os líderes sindicais. A reforma sindical perdeu prioridade. As centrais defendem que ela seja feita "aos poucos", fora de um pacote com grandes mudanças."
COMENTANDO A NOTÍCIA: Acredito que a nossa posição sobre os sindicalistas já ficou bastante clara: são sujeitos vagabundos, que mais querem distância do trabalho, que se agarraram às tetas de um sindicato ou central sindical para garantirem “estabilidade”, vivem de discursos hipócritas, onde e através deles aprendem a demagogia da política “sindical” e acabam, invariavelmente, descambando para a política, onde sua canalhice terá uma espécie de pós-graduação. Desde cedo, pendurados nos sindicatos aprendem a arte de viverem às custas dos trabalhadores que os sustentam, não por patriotismo, mas por obrigação legal de terem que dividir seu salário com os seus senhores.
Agora, além de darem uma banana para os mais de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada e sem garantia de espécie alguma, estes bravos ainda se aventuram na jornada de assaltarem o bolso dos prestadores de serviços na defesa cretina do veto à Emenda 3, uma forma de assaltarem outros trabalhadores que em absoluto lhes devem coisa alguma. Querem instituir o regime terrorista de qualquer fiscal merreca se arvorar em juiz para o governo assaltar ainda mais inescrupulosamente o bolso de quem leva o trabalho a sério.
Sobre eles, resta comentar com o que diz o Reinaldo Azevedo:
Se o sindicalismo brasileiro tivesse um mínimo de vergonha na cara, extinguiria o imposto sindical, o que poderia fazer sem nem mesmo uma lei. Bastava devolver o dinheiro. Mas ele não tem. Fica com ele. E, na regulamentação, as centrais ainda vão receber R$ 100 milhões diretamente dos cofres públicos. Metade dos 20% do imposto sindical que fica com o governo vai pra elas.
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Observem que o impasse estabelecido é patético. Uma nova entidade não aceita a regra defendida pelas outras, segundo a qual os sindicatos indicariam as centrais que receberiam a grana. CUT e Força Sindical, as duas maiores, são favoráveis a essa proposta. E Lula tem simpatia por ela porque combateria o sindicalismo de cartório.
Observem que o impasse estabelecido é patético. Uma nova entidade não aceita a regra defendida pelas outras, segundo a qual os sindicatos indicariam as centrais que receberiam a grana. CUT e Força Sindical, as duas maiores, são favoráveis a essa proposta. E Lula tem simpatia por ela porque combateria o sindicalismo de cartório.
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Santo Deus! Como pode alguém debater formas de combater o sindicalismo atrasado quando o assunto em pauta é um IMPOSTO sindical? Mas é isto: estamos sendo governados pela república sindicalista, e eles fazem o que bem entendem.
Santo Deus! Como pode alguém debater formas de combater o sindicalismo atrasado quando o assunto em pauta é um IMPOSTO sindical? Mas é isto: estamos sendo governados pela república sindicalista, e eles fazem o que bem entendem.