Redação Terra
O projeto substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que tipifica crimes praticados com o auxílio da informática está na pauta de votação desta quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Contudo, a proposta é o sexto item da pauta e, para ser votada, os senadores precisam antes fazer três sabatinas de indicações do governo e votar outros dois projetos.
O projeto original, apresentado no ano passado, foi retirado da pauta de votação em novembro após causar polêmica devido à exigência que os usuários preenchessem um cadastro eletrônico para pode acessar a Internet. Essa proposta foi retirada do substitutivo.
O projeto reformulado, porém, provocou reação da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet) devido ao ponto que obriga aos provedores de Internet a denunciar à polícia indícios de práticas criminosas que ocorram em suas redes. "Estão querendo que os provedores passem a ter um posicionamento de polícia. Isso não compete aos provedores. Entregamos as informações quando requisitados pela Justiça", afirmou o presidente da Abranet, Eduardo Parajo.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Poucos dias atrás dissemos que isto iria acontecer. Pelo visto, não foi preciso esperar muito para a manobra canalha ser posta em execução. Acreditem que todo o movimento para imposição da censura no país parte de uma única mente, perturbada e sociopata, mas ainda assim uma só. Como Mefistófeles é o rei deste imenso império de canalhas, ele os usa para manifestar e impor suas vontades. Sempre haverá um seborrento prestes a servir ao seu amo e senhor: tudo por um carguinho merreca qualquer para defender alguma vigarice em prol da comunidade familiar do diabo-laranja. Ou prá que vocês acham que serve esta mistificação chamada “coalizão”? Só para calar as oposições ? Não, de jeito nenhum, também está a serviço para que o senhor do império imponha seus regras fedendo a enxofre.
O projeto substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que tipifica crimes praticados com o auxílio da informática está na pauta de votação desta quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Contudo, a proposta é o sexto item da pauta e, para ser votada, os senadores precisam antes fazer três sabatinas de indicações do governo e votar outros dois projetos.
O projeto original, apresentado no ano passado, foi retirado da pauta de votação em novembro após causar polêmica devido à exigência que os usuários preenchessem um cadastro eletrônico para pode acessar a Internet. Essa proposta foi retirada do substitutivo.
O projeto reformulado, porém, provocou reação da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet) devido ao ponto que obriga aos provedores de Internet a denunciar à polícia indícios de práticas criminosas que ocorram em suas redes. "Estão querendo que os provedores passem a ter um posicionamento de polícia. Isso não compete aos provedores. Entregamos as informações quando requisitados pela Justiça", afirmou o presidente da Abranet, Eduardo Parajo.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Poucos dias atrás dissemos que isto iria acontecer. Pelo visto, não foi preciso esperar muito para a manobra canalha ser posta em execução. Acreditem que todo o movimento para imposição da censura no país parte de uma única mente, perturbada e sociopata, mas ainda assim uma só. Como Mefistófeles é o rei deste imenso império de canalhas, ele os usa para manifestar e impor suas vontades. Sempre haverá um seborrento prestes a servir ao seu amo e senhor: tudo por um carguinho merreca qualquer para defender alguma vigarice em prol da comunidade familiar do diabo-laranja. Ou prá que vocês acham que serve esta mistificação chamada “coalizão”? Só para calar as oposições ? Não, de jeito nenhum, também está a serviço para que o senhor do império imponha seus regras fedendo a enxofre.