UE se declara preocupada com fechamento da RCTV
AFP
A presidência alemã da União Européia (UE) demonstrou nesta segunda-feira preocupação com a suspensão das transmissões da RCTV, o canal mais antigo da Venezuela, que também era a última grande emissora de televisão de oposição no país.
"A UE vê com preocupação a decisão do governo da República Bolivariana da Venezuela de deixar expirar a licença das emissões da Radio Caracas Televisión, em 27 de maio, sem abrir concorrência para que possa prosseguir", informou a presidência européia em comunicado publicado em Berlim.
Após ressaltar que "a União Européia e a República Bolivariana da Venezuela estão comprometidas com os valores democráticos", a presidência alemã informou que "a liberdade de expressão e a imprensa são elementos essenciais da democracia".
"Com este propósito, a União Européia espera que a Venezuela proteja as liberdades e apóie o pluralismo na difusão da informação", acrescentou a nota da UE.
AFP
A presidência alemã da União Européia (UE) demonstrou nesta segunda-feira preocupação com a suspensão das transmissões da RCTV, o canal mais antigo da Venezuela, que também era a última grande emissora de televisão de oposição no país.
"A UE vê com preocupação a decisão do governo da República Bolivariana da Venezuela de deixar expirar a licença das emissões da Radio Caracas Televisión, em 27 de maio, sem abrir concorrência para que possa prosseguir", informou a presidência européia em comunicado publicado em Berlim.
Após ressaltar que "a União Européia e a República Bolivariana da Venezuela estão comprometidas com os valores democráticos", a presidência alemã informou que "a liberdade de expressão e a imprensa são elementos essenciais da democracia".
"Com este propósito, a União Européia espera que a Venezuela proteja as liberdades e apóie o pluralismo na difusão da informação", acrescentou a nota da UE.
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Lula é vaiado ao deixar evento em São Paulo
Vagner Magalhães , Redação Terra
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Na saída do evento, cerca de 60 manifestantes, entre estudantes e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de São Paulo (Sintunifesp) o aguardavam. Lula foi vaiado e os representantes do sindicato aproveitaram para fazer suas reivindicações, por meio de um megafone.
O sindicato reivindica reajuste salarial e protesta contra a emenda 3 da Super Receita, além da possibilidade da perda dos direitos dos trabalhadores. Na quarta-feira, a categoria realiza uma assembléia que pode definir uma greve a partir de segunda-feira. A Unifesp tem cerca de 12 mil funcionários.
.O sindicato reivindica reajuste salarial e protesta contra a emenda 3 da Super Receita, além da possibilidade da perda dos direitos dos trabalhadores. Na quarta-feira, a categoria realiza uma assembléia que pode definir uma greve a partir de segunda-feira. A Unifesp tem cerca de 12 mil funcionários.
A rua por onde o carro de Lula saiu da Unifesp foi interditada para a passagem da comitiva. Não foram registrados acidentes nem feridos durante o protesto.
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Amazônia: Brasil e Índia estudariam vigilância espacial
Veja online
O Brasil e a Índia podem firmar, na próxima semana, acordo visando a vigilância via satélite da Amazônia, segundo reportagem do publicada pelo jornal The Times of India nesta segunda-feira. Na semana que vem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz uma visita de três dias a Nova Déli, capital indiana.
Segundo a reportagem, as chancelarias dos dois países trabalham para finalizar memorandos de entendimento para assinaturas de Lula e do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, nas áreas de cooperação nuclear, agricultura, medicina e farmacêutica. "Parece certo que um [memorando] será assinado na área espacial", diz a matéria, segundo a rede BBC.
Nesse caso, o Brasil poderia ceder "uma de suas instalações de solo já existentes" para que os indianos montassem um módulo de monitoramento de satélites. Pelo acordo, a Índia compartilharia imagens de seu satélite com o Brasil, o que ajudaria na vigilância das áreas verdes brasileiras, em especial a Amazônia.
Menos adiantadas estariam negociações para transferência, da Índia para o Brasil, de tecnologia de controle e lançamento de satélites. Além disso, haveria negociações entre a Petrobras e sua equivalente indiana, a estatal ONGC, que já possui ações na bacia de Campos, no Rio, e teria interesse em aumentar sua participação. "Tem havido intercâmbio de dados e informações de ambos os lados, mas parece que pela própria natureza das negociações sobre petróleo, os avanços desaceleraram", afirma a reportagem.
A viagem de Lula à Índia faz parte de um giro por três continentes. No dia 1º, ele chega a Londres para assistir ao amistoso entre Brasil e Inglaterra. Dali, segue para a Índia e, de lá, para o Marrocos; no dia 7, participa na Alemanha da reunião do G8, grupo que reúne as sete economias mais industrializadas do mundo e também a Rússia. O Brasil assiste ao encontro como convidado.
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Reviravolta
Veja online
O Brasil e a Índia podem firmar, na próxima semana, acordo visando a vigilância via satélite da Amazônia, segundo reportagem do publicada pelo jornal The Times of India nesta segunda-feira. Na semana que vem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz uma visita de três dias a Nova Déli, capital indiana.
Segundo a reportagem, as chancelarias dos dois países trabalham para finalizar memorandos de entendimento para assinaturas de Lula e do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, nas áreas de cooperação nuclear, agricultura, medicina e farmacêutica. "Parece certo que um [memorando] será assinado na área espacial", diz a matéria, segundo a rede BBC.
Nesse caso, o Brasil poderia ceder "uma de suas instalações de solo já existentes" para que os indianos montassem um módulo de monitoramento de satélites. Pelo acordo, a Índia compartilharia imagens de seu satélite com o Brasil, o que ajudaria na vigilância das áreas verdes brasileiras, em especial a Amazônia.
Menos adiantadas estariam negociações para transferência, da Índia para o Brasil, de tecnologia de controle e lançamento de satélites. Além disso, haveria negociações entre a Petrobras e sua equivalente indiana, a estatal ONGC, que já possui ações na bacia de Campos, no Rio, e teria interesse em aumentar sua participação. "Tem havido intercâmbio de dados e informações de ambos os lados, mas parece que pela própria natureza das negociações sobre petróleo, os avanços desaceleraram", afirma a reportagem.
A viagem de Lula à Índia faz parte de um giro por três continentes. No dia 1º, ele chega a Londres para assistir ao amistoso entre Brasil e Inglaterra. Dali, segue para a Índia e, de lá, para o Marrocos; no dia 7, participa na Alemanha da reunião do G8, grupo que reúne as sete economias mais industrializadas do mundo e também a Rússia. O Brasil assiste ao encontro como convidado.
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Reviravolta
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Fernando Bicudo, em entrevista à "Brasília em Dia", diz: "O Brasil virou uma anarquia completa, as pessoas não sabem o que é o direito. Não só na questão da corrupção, mas na das liberdades. Nós não somos uma democracia".
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Veículos já andam com combustível de sebo bovino
DiárioNet
Matéria-prima não é problema para a Fertibom Indústrias. Está faltando soja, usa-se mamona. Acabou? Tem pinhão manso. A safra não foi boa, sebo de animal serve. Hoje o Brasil produz combustível assim, num mesmo lugar, com o mesmo equipamento. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) entrou com os recursos e a empresa com a tecnologia para a construção de uma usina piloto para produção de biodiesel com diferentes tipos de matéria-prima.
A unidade trabalha com sebo animal e 20 tipos de oleaginosas, como amendoim, soja, girassol, algodão, nabo forrageiro e pinhão manso e produz 40 mil litros de biodiesel por dia, informa o coordenador do projeto da Fertibom, Heitor Gobbi Barbosa. A planta servirá de modelo para a construção de uma unidade com capacidade para até 30 milhões de litros por ano.
Fabricante de fertilizantes líquidos de Catanduva, São Paulo, a Fertibom trabalha em parceria com a escola de química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no desenvolvimento de um novo processo de produção do combustível. "A idéia é obter um produto que possa atender interesses de produtores em diferentes regiões do país, o que ajudaria também a minimizar o risco da sazonalidade agrícola", ressalta Carolina Mello, analista da Finep responsável pelo projeto. Outro aspecto importante é o uso do álcool etílico para a fabricação do biodiesel.
Segundo Gobbi, no momento a Fertibom usa o sebo bovino na produção do biodiesel por ser mais vantajoso economicamente. O quilo custa entre R$ 1,05 e R$ 1,10 e cada quilo produz aproximadamente a mesma quantidade de biodiesel, informa. Toda a produção é vendida para a Petrobrás, em Paulinea, e para a refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul. A empresa ganhou o terceiro leilão para fornecimento do combustível e deve entregar ao governo até o final deste ano 6 milhões de litros de biodiesel.
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Brasil vive “janela de oportunidades”, diz Financial Times
O editorial da edição desta quinta-feira do jornal britânico Financial Times diz que o Brasil vive "uma janela única de oportunidades para consolidar os avanços econômicos” dos últimos anos.
Fernando Bicudo, em entrevista à "Brasília em Dia", diz: "O Brasil virou uma anarquia completa, as pessoas não sabem o que é o direito. Não só na questão da corrupção, mas na das liberdades. Nós não somos uma democracia".
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Veículos já andam com combustível de sebo bovino
DiárioNet
Matéria-prima não é problema para a Fertibom Indústrias. Está faltando soja, usa-se mamona. Acabou? Tem pinhão manso. A safra não foi boa, sebo de animal serve. Hoje o Brasil produz combustível assim, num mesmo lugar, com o mesmo equipamento. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) entrou com os recursos e a empresa com a tecnologia para a construção de uma usina piloto para produção de biodiesel com diferentes tipos de matéria-prima.
A unidade trabalha com sebo animal e 20 tipos de oleaginosas, como amendoim, soja, girassol, algodão, nabo forrageiro e pinhão manso e produz 40 mil litros de biodiesel por dia, informa o coordenador do projeto da Fertibom, Heitor Gobbi Barbosa. A planta servirá de modelo para a construção de uma unidade com capacidade para até 30 milhões de litros por ano.
Fabricante de fertilizantes líquidos de Catanduva, São Paulo, a Fertibom trabalha em parceria com a escola de química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no desenvolvimento de um novo processo de produção do combustível. "A idéia é obter um produto que possa atender interesses de produtores em diferentes regiões do país, o que ajudaria também a minimizar o risco da sazonalidade agrícola", ressalta Carolina Mello, analista da Finep responsável pelo projeto. Outro aspecto importante é o uso do álcool etílico para a fabricação do biodiesel.
Segundo Gobbi, no momento a Fertibom usa o sebo bovino na produção do biodiesel por ser mais vantajoso economicamente. O quilo custa entre R$ 1,05 e R$ 1,10 e cada quilo produz aproximadamente a mesma quantidade de biodiesel, informa. Toda a produção é vendida para a Petrobrás, em Paulinea, e para a refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul. A empresa ganhou o terceiro leilão para fornecimento do combustível e deve entregar ao governo até o final deste ano 6 milhões de litros de biodiesel.
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Brasil vive “janela de oportunidades”, diz Financial Times
O editorial da edição desta quinta-feira do jornal britânico Financial Times diz que o Brasil vive "uma janela única de oportunidades para consolidar os avanços econômicos” dos últimos anos.
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De acordo com o jornal, é necessário que a elite política abandone seus interesses próprios e pressione o presidente Lula para "estabelecer uma estratégia mais ambiciosa". O artigo intitulado "A grande chance de Lula", afirma que "com expansão constante, apesar de pouco espetacular, cinco anos de superávit primários e uma moeda em apreciação (…), a economia do Brasil se encontra sem dúvida sobre uma base firme".
De acordo com o jornal, é necessário que a elite política abandone seus interesses próprios e pressione o presidente Lula para "estabelecer uma estratégia mais ambiciosa". O artigo intitulado "A grande chance de Lula", afirma que "com expansão constante, apesar de pouco espetacular, cinco anos de superávit primários e uma moeda em apreciação (…), a economia do Brasil se encontra sem dúvida sobre uma base firme".
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No entanto, o FT alerta que "muita liquidez e preços de commodities altos continuam a favorecer o Brasil num futuro previsível. Essas condições, entretanto, podem não durar para sempre".
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No entanto, o FT alerta que "muita liquidez e preços de commodities altos continuam a favorecer o Brasil num futuro previsível. Essas condições, entretanto, podem não durar para sempre".
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