Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
O “vossa excelência”, defendeu nesta segunda-feira, durante inauguração do Centro de Produção de Antígenos Virais (CPAV) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a contratação de mais servidores públicos como forma de alavancar o crescimento do País. Segundo ele, não é possível fazer um "choque de gestão" diminuindo o número de pessoas no setor.
Vocês verão no noticiário que servidores da FIOCRUZ apresentam uma reivindicação para melhores salários. E, aí, “vossa excelência” do alto de sua sabedoria de botequim, discorreu a falar sobre a necessidade de se ter gente mais qualificada, pagar melhores salários, etc, etc. Ou seja, repetiu no discurso a exigência dos servidores. Assim, ele concorda que deve pagar mais, mas não paga. E, de contraponto, ainda criticou os que o criticam pela criação de milhares de cargos, inchar a máquina pública, etc.
Claro que “vossa excelência” não faz a menor idéia do que seja “gestão pública”, quando confunde “inchaço” com ‘choque de gestão”. Talvez seja fruto de seu analfabetismo, uma vez que ele próprio disse que, para fazer política não se precisa de diploma. Como dissemos, para praticar crimes, não se exige dos criminosos que sejam formados em alguma escola decente. Para fazer a política que o governo de "vossa excelência" insiste em praticar, da mesma forma: não é preciso diploma, basta ter propensão ao crime e está feita a porcaria (ou a nomeação).
Primeiro, que inchar a máquina pública sem critério algum, não fará o serviço público melhorar sua qualidade. Se há carência de servidores em determinadas áreas, pelo menos os salários poderiam ser melhores do que são, afinal, há menos gente para dividir a bufunfa. De outro lado, desde assumiu, o "vossa excelência" já engordou a máquina pública em 230 mil novos, e pelo que se constata, a qualidade dos serviços ao invés de melhorar, piorou. Portanto, quantidade não é qualidade.
O “vossa excelência” ainda criticou a rejeição à MP que criava a sealopra, e que por conta disso, criava mais de 600 novos cargos na administração. Ora, uma secretaria com as características das que "vossa excelência" quis implantar, precisava disto tudo para funcionar ? Lógico que não. Porque no fundo este inchaço da máquina pública serve muito mais para “empregar” a companheirada do petê e da CUT, do que propriamente para melhorar a qualidade dos serviços.
Aliás, seria interessante que alguém tirasse do dicionário, ou até mesmo de um compêndio de Administração Pública, o real significado do que seja “choque de gestão”. Faria um bem danado para o país se "vossa excelência" empregasse de fato um choque de gestão na administração pública. Todos ganharíamos. A começar que, com um verdadeiro choque de gestão, se abriria espaço para uma sensível e indispensável redução da carga tributária, hoje seguramente um dos entraves maiores para um crescimento mais vigoroso do país. Assim como se eliminariam gastos como os feitos com os tais cartões de crédito corporativos que servem apenas para encobrir patifarias, desvios e corrupção.
Está mais do que na hora de se aplicar na máquina que o "vossa excelência" comanda um choque, mas não apenas de gestão, mas de vergonha na cara, de honestidade, de decência, de ética, de respeito ao dinheiro público. Um verdadeiro choque de gestão reduziria a um décimo o loteamento de 23,0 mil cargos de confiança. Nenhuma é indispensável. Existem apenas para alimentar os apetites políticos de uma casta de inescrupulosos e canalhas.
A bem da verdade, o choque que o país mais precisa é de indignação. Chega deste manjar de desonestidade infestando o país e obrigando os cidadãos que trabalham honestamente a terem que pagar caro a conta, sem que os serviços públicos melhorem um milímetro sequer. Até pelo contrário: é visível a deterioração tanto dos serviços quanto da infra-estrutura, obrigações para as quais o governo não consegue “enxergar”. O governo de “vossa excelência” só sabe ver o tamanho de nossos bolsos para saber o tamanho da facada que nos darão para repartir na sociedade dos amigos do poder, encastelados em centrais sindicais, ongs, e outros tantos antros de roubo descarado de dinheiro desviado.
Quanto à crítica aos programas assistenciais do governo anterior, é impressionante a cara de pau deste povo: tirante eles, parece que ninguém mais no Brasil pode fazer e implantar programas sociais. Programas Sociais parece se tornou marca registrada da canalhada. O incrível, na crítica, é que o Bolsa Família é apenas uma reunião de programas sociais implantados em governos anteriores. Coube ao “vossa excelência” apenas mudar o nome e, claro, a propaganda mentirosa de que ele é o pai dos pobres. Só se for dos pobres de espírito como ele.
A reportagem é de Ernani Alves, para o Portal Terra.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira, durante inauguração do Centro de Produção de Antígenos Virais (CPAV) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a contratação de mais servidores públicos como forma de alavancar o crescimento do País. Segundo ele, não é possível fazer um "choque de gestão" diminuindo o número de pessoas no setor.
O discurso de Lula foi feito após uma manifestação de funcionários da Fiocruz por melhores salários. O presidente da instituição, Paulo Buss, chegou a levar a reivindicação dos trabalhadores a Lula, durante a solenidade de inauguração do centro de vacinas.
Segundo o presidente, "é preciso parar de achar que é inchaço" o aumento do número de cargos nas instituições públicas. "Temos é que contratar pessoas mais qualificadas, mais gente (...) reverter essa situação é ter coragem de ser ousado", afirmou o presidente.
O presidente também admitiu que alguns setores apresentam salários inadequados. "Qualquer empresa privada pagaria o dobro que a gente paga", disse. "Não temos como manter pessoas com alta competência técnica se não tivermos um salário à altura."
Lula comentou o fato de o Senado ter derrubado a Medida Provisória (MP) que criava a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo. "Vocês viram que o Senado votou contra uma Medida Provisória enviada por nós e o pretexto era que estava evitando que o governo criasse mais cargos públicos (...) Temos que parar de pensar dessa forma", afirmou Lula.
A unidade será capaz de produzir 100 milhões de doses de vacinas por ano entre elas, a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola). O centro de fabricação custou R$ 55 milhões.
Críticas à gestão anterior
Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, criticaram a relação dos ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Matheus com o governo federal. "Havia pouco espaço para que nós pudéssemos trabalhar juntos", disse Lula.
O “vossa excelência”, defendeu nesta segunda-feira, durante inauguração do Centro de Produção de Antígenos Virais (CPAV) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a contratação de mais servidores públicos como forma de alavancar o crescimento do País. Segundo ele, não é possível fazer um "choque de gestão" diminuindo o número de pessoas no setor.
Vocês verão no noticiário que servidores da FIOCRUZ apresentam uma reivindicação para melhores salários. E, aí, “vossa excelência” do alto de sua sabedoria de botequim, discorreu a falar sobre a necessidade de se ter gente mais qualificada, pagar melhores salários, etc, etc. Ou seja, repetiu no discurso a exigência dos servidores. Assim, ele concorda que deve pagar mais, mas não paga. E, de contraponto, ainda criticou os que o criticam pela criação de milhares de cargos, inchar a máquina pública, etc.
Claro que “vossa excelência” não faz a menor idéia do que seja “gestão pública”, quando confunde “inchaço” com ‘choque de gestão”. Talvez seja fruto de seu analfabetismo, uma vez que ele próprio disse que, para fazer política não se precisa de diploma. Como dissemos, para praticar crimes, não se exige dos criminosos que sejam formados em alguma escola decente. Para fazer a política que o governo de "vossa excelência" insiste em praticar, da mesma forma: não é preciso diploma, basta ter propensão ao crime e está feita a porcaria (ou a nomeação).
Primeiro, que inchar a máquina pública sem critério algum, não fará o serviço público melhorar sua qualidade. Se há carência de servidores em determinadas áreas, pelo menos os salários poderiam ser melhores do que são, afinal, há menos gente para dividir a bufunfa. De outro lado, desde assumiu, o "vossa excelência" já engordou a máquina pública em 230 mil novos, e pelo que se constata, a qualidade dos serviços ao invés de melhorar, piorou. Portanto, quantidade não é qualidade.
O “vossa excelência” ainda criticou a rejeição à MP que criava a sealopra, e que por conta disso, criava mais de 600 novos cargos na administração. Ora, uma secretaria com as características das que "vossa excelência" quis implantar, precisava disto tudo para funcionar ? Lógico que não. Porque no fundo este inchaço da máquina pública serve muito mais para “empregar” a companheirada do petê e da CUT, do que propriamente para melhorar a qualidade dos serviços.
Aliás, seria interessante que alguém tirasse do dicionário, ou até mesmo de um compêndio de Administração Pública, o real significado do que seja “choque de gestão”. Faria um bem danado para o país se "vossa excelência" empregasse de fato um choque de gestão na administração pública. Todos ganharíamos. A começar que, com um verdadeiro choque de gestão, se abriria espaço para uma sensível e indispensável redução da carga tributária, hoje seguramente um dos entraves maiores para um crescimento mais vigoroso do país. Assim como se eliminariam gastos como os feitos com os tais cartões de crédito corporativos que servem apenas para encobrir patifarias, desvios e corrupção.
Está mais do que na hora de se aplicar na máquina que o "vossa excelência" comanda um choque, mas não apenas de gestão, mas de vergonha na cara, de honestidade, de decência, de ética, de respeito ao dinheiro público. Um verdadeiro choque de gestão reduziria a um décimo o loteamento de 23,0 mil cargos de confiança. Nenhuma é indispensável. Existem apenas para alimentar os apetites políticos de uma casta de inescrupulosos e canalhas.
A bem da verdade, o choque que o país mais precisa é de indignação. Chega deste manjar de desonestidade infestando o país e obrigando os cidadãos que trabalham honestamente a terem que pagar caro a conta, sem que os serviços públicos melhorem um milímetro sequer. Até pelo contrário: é visível a deterioração tanto dos serviços quanto da infra-estrutura, obrigações para as quais o governo não consegue “enxergar”. O governo de “vossa excelência” só sabe ver o tamanho de nossos bolsos para saber o tamanho da facada que nos darão para repartir na sociedade dos amigos do poder, encastelados em centrais sindicais, ongs, e outros tantos antros de roubo descarado de dinheiro desviado.
Quanto à crítica aos programas assistenciais do governo anterior, é impressionante a cara de pau deste povo: tirante eles, parece que ninguém mais no Brasil pode fazer e implantar programas sociais. Programas Sociais parece se tornou marca registrada da canalhada. O incrível, na crítica, é que o Bolsa Família é apenas uma reunião de programas sociais implantados em governos anteriores. Coube ao “vossa excelência” apenas mudar o nome e, claro, a propaganda mentirosa de que ele é o pai dos pobres. Só se for dos pobres de espírito como ele.
A reportagem é de Ernani Alves, para o Portal Terra.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira, durante inauguração do Centro de Produção de Antígenos Virais (CPAV) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a contratação de mais servidores públicos como forma de alavancar o crescimento do País. Segundo ele, não é possível fazer um "choque de gestão" diminuindo o número de pessoas no setor.
O discurso de Lula foi feito após uma manifestação de funcionários da Fiocruz por melhores salários. O presidente da instituição, Paulo Buss, chegou a levar a reivindicação dos trabalhadores a Lula, durante a solenidade de inauguração do centro de vacinas.
Segundo o presidente, "é preciso parar de achar que é inchaço" o aumento do número de cargos nas instituições públicas. "Temos é que contratar pessoas mais qualificadas, mais gente (...) reverter essa situação é ter coragem de ser ousado", afirmou o presidente.
O presidente também admitiu que alguns setores apresentam salários inadequados. "Qualquer empresa privada pagaria o dobro que a gente paga", disse. "Não temos como manter pessoas com alta competência técnica se não tivermos um salário à altura."
Lula comentou o fato de o Senado ter derrubado a Medida Provisória (MP) que criava a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo. "Vocês viram que o Senado votou contra uma Medida Provisória enviada por nós e o pretexto era que estava evitando que o governo criasse mais cargos públicos (...) Temos que parar de pensar dessa forma", afirmou Lula.
A unidade será capaz de produzir 100 milhões de doses de vacinas por ano entre elas, a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola). O centro de fabricação custou R$ 55 milhões.
Críticas à gestão anterior
Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, criticaram a relação dos ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Matheus com o governo federal. "Havia pouco espaço para que nós pudéssemos trabalhar juntos", disse Lula.
Já Cabral criticou abertamente o Cheque-Cidadão, programa social do governo anterior, semelhante ao Bolsa Família. Segundo ele, o programa retirava R$ 100 milhões dos cofres do Estado. Cabral disse que não há necessidade deste gasto, já que existe o Bolsa Familia.
O governador afirmou que, em seu governo, os beneficiados desse programa foram migrados para o Bolsa Família. Segundo ele, as pessoas que eram atendidas pela Farmácia Popular, também do governo Garotinho, serão transferidas para o programa federal Farmácia do Brasil.