Fernando Exman Jornal do Brasil
Diante de um cenário no qual as importações crescem mais do que as vendas ao exterior, o governo elevou ontem a meta de exportações para este ano de US$ 172 bilhões para US$ 180 bilhões. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o resultado da balança comercial de fevereiro: superávit de US$ 882 milhões, queda de 69,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2007. O saldo foi resultado da diferença entre US$ 12,800 bilhões de exportações (alta de 19,7%) e US$ 11,92 bilhões de importações (alta de 56,2%).
No ano, o superávit totalizou US$ 1,83 bilhão, 66,3% menor na comparação com o mesmo período do ano passado, fruto de US$ 26,08 bilhões de vendas e US$ 24,25 bilhões de compras do exterior.
- A tendência é de aumento das exportações e mais ainda das importações. As compras no exterior são decorrência do crescimento da economia brasileira. Mas, esperamos que as exportações voltem a crescer de forma muito mais acelerada - comentou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral.
Segundo o secretário, o governo decidiu aumentar a meta de exportações porque nos últimos meses cresceram muito os investimentos realizados por empresas de setores exportadores, como mineração, siderurgia, agronegócio, químicos e celulose. A oferta desses produtos deve crescer. Além disso, as agências internacionais de classificação de risco continuarão a promover a imagem brasileira, o que deve atrair investimentos para o país.
O Ministério do Desenvolvimento levou também em consideração as perspectivas de alta dos preços das commodities e a expectativa de aquecimento do mercado internacional de aviação. Concluiu ainda que o desaquecimento da economia dos Estados Unidos tem sido compensado pelo crescimento de outros países, como Rússia, China e Argentina.
- Os embarques de soja, açúcar, fumo e farelo só começam a partir de março - complementou Barral. - Esses cenários nos permitem ser bastante otimistas.
Para o secretário, além do aquecimento do mercado doméstico, o crescimento das importações é reflexo natural das exportações. As empresas aumentam as compras de máquinas e equipamentos para aumentar a capacidade de produção.
Diante de um cenário no qual as importações crescem mais do que as vendas ao exterior, o governo elevou ontem a meta de exportações para este ano de US$ 172 bilhões para US$ 180 bilhões. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o resultado da balança comercial de fevereiro: superávit de US$ 882 milhões, queda de 69,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2007. O saldo foi resultado da diferença entre US$ 12,800 bilhões de exportações (alta de 19,7%) e US$ 11,92 bilhões de importações (alta de 56,2%).
No ano, o superávit totalizou US$ 1,83 bilhão, 66,3% menor na comparação com o mesmo período do ano passado, fruto de US$ 26,08 bilhões de vendas e US$ 24,25 bilhões de compras do exterior.
- A tendência é de aumento das exportações e mais ainda das importações. As compras no exterior são decorrência do crescimento da economia brasileira. Mas, esperamos que as exportações voltem a crescer de forma muito mais acelerada - comentou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral.
Segundo o secretário, o governo decidiu aumentar a meta de exportações porque nos últimos meses cresceram muito os investimentos realizados por empresas de setores exportadores, como mineração, siderurgia, agronegócio, químicos e celulose. A oferta desses produtos deve crescer. Além disso, as agências internacionais de classificação de risco continuarão a promover a imagem brasileira, o que deve atrair investimentos para o país.
O Ministério do Desenvolvimento levou também em consideração as perspectivas de alta dos preços das commodities e a expectativa de aquecimento do mercado internacional de aviação. Concluiu ainda que o desaquecimento da economia dos Estados Unidos tem sido compensado pelo crescimento de outros países, como Rússia, China e Argentina.
- Os embarques de soja, açúcar, fumo e farelo só começam a partir de março - complementou Barral. - Esses cenários nos permitem ser bastante otimistas.
Para o secretário, além do aquecimento do mercado doméstico, o crescimento das importações é reflexo natural das exportações. As empresas aumentam as compras de máquinas e equipamentos para aumentar a capacidade de produção.