Adelson Elias Vasconcellos
No estudo que fizemos nos posts abaixo, é claro que faltou dizer ou acrescentar muita coisa, e não menos importantes.O assunto não esgota. Seria preciso redigirmos quase que um manual para abraçar todos os pontos que se destacam neste projeto petista, e que começou historicamente a tomar forma, não a partir da fundação do partido. A obra começou a ser erguida a partir da fundação do Foro de São Paulo, quando então as esquerdas latinas se aproximaram e passaram a tramar e costurar um projeto com dimensões continentais para sua ascensão política.
No estudo em que abordamos o projeto de hegemonia socialista em curso, procuramos enfatizar alguns aspectos em que fica clara a maneira sórdida como se vai desmontando a estabilidade institucional de um país democrático, utilizando-se as vias legais que a própria democracia oferece, já que no seu existe respeito à liberdades, até para ela ser contestada, o mesmo que não se pode dizer dos regimes ditatoriais.
Por exemplo, no estudo, faltou tratar dois aspectos com o mesmo grau de esperteza política que eles empregam nos demais, mas que se insere dentro de sua estratégia para consolidarem sua hegemonia: um está no campo da liberdade de expressão e, o outro, no campo da educação. Ambos são usados com um mesmo objetivo, porém cada um atendendo e endereçado a públicos distintos.
No primeiro campo o objetivo é vender a idéia de que, todo e qualquer texto que critique o governo, é considerado golpista. Para esta gente, imprensa livre é livre para apenas elogiar e cantar as glórias do regime. Se alguém com ares de independente se indispuser ou ao menos tecer qualquer crítica que seja para as ações da quadrilha, é reacionário, é elitista, é golpista, não quer o governo operário governando em favor das massas. Esta cantilena por que soe imbecil e idiota acaba por seduzir aqueles otários cuja informação é calcada pelas manchetes dos grandes jornais. Falta-lhes embasamento cultural necessário para o julgamento crítico da informação, se está certa ou não, se é encomendada ou não, se está contando meia verdade ou um pedaço menor ainda, se se está jogando para torcida ou não, e por aí vai. Assim, pela fragilidade de informação, se tornam, presas fáceis pelos “formadores de opinião” deturpados. Querem um exemplo ? Houve um certo tempo que muitos jornalistas guardavam um certo escrúpulo para classificarem Fidel Castro por aquilo que ele realmente foi, um ditador.
Dentro da ótica de ‘democratizar os meios de comunicação” palavra de ordem que representa dizer “impor censura” à liberdade de expressão, o governo atual criou sua rede. Deu-se conta que, por mais que fizesse, não conseguiria arredar de todos os veículos, os jornalistas independentes que não se curvavam às suas vontades. Vai daí, melhor faria se criasse ele própria uma rede sustentada pelo Estado, leia-se pela sociedade, onde pudesse reunir seus combatentes e jornalistas de aluguel, para treinar seu próprio exército segundo sua ideologia, e estes irem disseminando no restante sua doutrina vagabunda.
É exatamente isto que representa a TV Pública: um meio de comunicação deturpador da opinião pública, com o único propósito de cantar as glórias do regime na função de comunicadores, e de servir de veículo de doutrinação política.
A outra batalha está travada no campo da educação. E dela já falamos aqui algumas vezes. O governo faz uma prévia seleção de livros classificados como didáticos, e depois os compra para serem repassados para as escolas públicas no país. Se você apanhar o conjunto de obras que o governo distribui, encontrará em 70% delas algum viés ideológico partidário. Ou seja, a doutrinação está sendo realizado na infância. A forma sórdida como os textos são elaborados, especialmente os de história, onde facilmente se percebe a criminosa distorção de fatos históricos (em favor, claro, dos ditames da ideologia socialista), ou mesmo nos livros de geografia, principalmente quando de fatos econômicos, ou também em livros de Português, onde não raro encontramos textos para simples leitura e interpretação, em que a doutrinação é escancarada e vergonhosa.
Não se pode é desacreditar do projeto, e tampouco se esperem que eles colocarão sua tropa nas ruas e depor algum governo legitimamente eleito. Não, não clima para isso no Brasil. A ação golpista que eles praticam é mais suave, mais abrangente, do tipo ir comendo pelas beiradas, lentamente doutrinando de um lado, desautorizando os resistentes de outro, e arruinando a crença nas instituições. Ou seja, pela lei rumo à ilegalidade.
E é seguindo este roteiro que, hoje, mais da metade da América do Sul está em mãos das esquerdas. Porém o objetivo é tornar o continente todo como uma única nação, totalmente entregue, subjugada e governada pela esquerdopatia delirante, que o restante do mundo já varreu para o lixo da história faz tempo, mas que por aqui tem dado IBOPE.
No estudo que fizemos nos posts abaixo, é claro que faltou dizer ou acrescentar muita coisa, e não menos importantes.O assunto não esgota. Seria preciso redigirmos quase que um manual para abraçar todos os pontos que se destacam neste projeto petista, e que começou historicamente a tomar forma, não a partir da fundação do partido. A obra começou a ser erguida a partir da fundação do Foro de São Paulo, quando então as esquerdas latinas se aproximaram e passaram a tramar e costurar um projeto com dimensões continentais para sua ascensão política.
No estudo em que abordamos o projeto de hegemonia socialista em curso, procuramos enfatizar alguns aspectos em que fica clara a maneira sórdida como se vai desmontando a estabilidade institucional de um país democrático, utilizando-se as vias legais que a própria democracia oferece, já que no seu existe respeito à liberdades, até para ela ser contestada, o mesmo que não se pode dizer dos regimes ditatoriais.
Por exemplo, no estudo, faltou tratar dois aspectos com o mesmo grau de esperteza política que eles empregam nos demais, mas que se insere dentro de sua estratégia para consolidarem sua hegemonia: um está no campo da liberdade de expressão e, o outro, no campo da educação. Ambos são usados com um mesmo objetivo, porém cada um atendendo e endereçado a públicos distintos.
No primeiro campo o objetivo é vender a idéia de que, todo e qualquer texto que critique o governo, é considerado golpista. Para esta gente, imprensa livre é livre para apenas elogiar e cantar as glórias do regime. Se alguém com ares de independente se indispuser ou ao menos tecer qualquer crítica que seja para as ações da quadrilha, é reacionário, é elitista, é golpista, não quer o governo operário governando em favor das massas. Esta cantilena por que soe imbecil e idiota acaba por seduzir aqueles otários cuja informação é calcada pelas manchetes dos grandes jornais. Falta-lhes embasamento cultural necessário para o julgamento crítico da informação, se está certa ou não, se é encomendada ou não, se está contando meia verdade ou um pedaço menor ainda, se se está jogando para torcida ou não, e por aí vai. Assim, pela fragilidade de informação, se tornam, presas fáceis pelos “formadores de opinião” deturpados. Querem um exemplo ? Houve um certo tempo que muitos jornalistas guardavam um certo escrúpulo para classificarem Fidel Castro por aquilo que ele realmente foi, um ditador.
Dentro da ótica de ‘democratizar os meios de comunicação” palavra de ordem que representa dizer “impor censura” à liberdade de expressão, o governo atual criou sua rede. Deu-se conta que, por mais que fizesse, não conseguiria arredar de todos os veículos, os jornalistas independentes que não se curvavam às suas vontades. Vai daí, melhor faria se criasse ele própria uma rede sustentada pelo Estado, leia-se pela sociedade, onde pudesse reunir seus combatentes e jornalistas de aluguel, para treinar seu próprio exército segundo sua ideologia, e estes irem disseminando no restante sua doutrina vagabunda.
É exatamente isto que representa a TV Pública: um meio de comunicação deturpador da opinião pública, com o único propósito de cantar as glórias do regime na função de comunicadores, e de servir de veículo de doutrinação política.
A outra batalha está travada no campo da educação. E dela já falamos aqui algumas vezes. O governo faz uma prévia seleção de livros classificados como didáticos, e depois os compra para serem repassados para as escolas públicas no país. Se você apanhar o conjunto de obras que o governo distribui, encontrará em 70% delas algum viés ideológico partidário. Ou seja, a doutrinação está sendo realizado na infância. A forma sórdida como os textos são elaborados, especialmente os de história, onde facilmente se percebe a criminosa distorção de fatos históricos (em favor, claro, dos ditames da ideologia socialista), ou mesmo nos livros de geografia, principalmente quando de fatos econômicos, ou também em livros de Português, onde não raro encontramos textos para simples leitura e interpretação, em que a doutrinação é escancarada e vergonhosa.
Não se pode é desacreditar do projeto, e tampouco se esperem que eles colocarão sua tropa nas ruas e depor algum governo legitimamente eleito. Não, não clima para isso no Brasil. A ação golpista que eles praticam é mais suave, mais abrangente, do tipo ir comendo pelas beiradas, lentamente doutrinando de um lado, desautorizando os resistentes de outro, e arruinando a crença nas instituições. Ou seja, pela lei rumo à ilegalidade.
E é seguindo este roteiro que, hoje, mais da metade da América do Sul está em mãos das esquerdas. Porém o objetivo é tornar o continente todo como uma única nação, totalmente entregue, subjugada e governada pela esquerdopatia delirante, que o restante do mundo já varreu para o lixo da história faz tempo, mas que por aqui tem dado IBOPE.