quarta-feira, maio 21, 2008

A política de guetos raciais de Lula fragmenta o povo brasileiro

Adelson Elias Vasconcellos

Em várias ocasiões demonstramos que o governo Lula está profundamente empenhado em criar um povo racialista. A criação do tal sistema de cotas, em universidades, escolas e ao que tudo indica também para o mercado de trabalho, já produziu seu danoso resultado: acendeu um sentimento racialista no país. E, a partir de movimentos que o governo sustenta como o MST e congêneres, e ultimamente também na política indigenista, o Brasil, inexoravelmente caminha para uma divisão racial em que se constituirão guetos especiais para cada uma das raças que, outrora, compunham nossa maior conquista étnica, a miscigenação, que ora se encontra totalmente fragmentada. Com que propósito está sendo conduzida esta política selvagem e imbecil, é difícil de se saber. Mas, não há mais dúvidas de que ela está em curso. Triste e lamentável, precisamos reconhecer que o governo Lula criou um povo que se divide por cor de pele,ou por apelos raciais. Desfazer este crime nos custará caro e ainda muito banho de sangue. Lula, como nenhum outro antes se atrevera, produziu e incutiu, em apenas cinco anos, com políticas de puro racismo, um povo que se alimentará de ódio racial.

Entrem e freqüentem por uns poucos dias a universidades públicas do país. Não será difícil localizar, com um mínimo de sensibilidade, este sentimento de ódio racial, entre negros e brancos. De repente, alguns deixaram de ser iguais a todos perante à lei. Agora, há leis para negros, outras para índios, outras mais para quilombolas, outras mais para brancos que ainda é a lei geral, outras para anistiados pertencentes à patota do esquerdismo ladrão, e ainda há o grupo dos sem terra, para os quais não há lei alguma. Para estes, tudo lhes foi franqueado. Claro que há o grupelho dos gigolôs sindicalistas, dos gigolôs políticos que, se disserem ao senhor supremo, também tudo lhes será permitido.

Por todo o país o que não faltam são conflitos, de brasileiros contra brasileiros, e todos alimentados pelo poder público. O MST, justiça se faça, existia antes de Lula no poder, porém sempre esteve aliado ao seu partido. Porém, a partir de 2003, não apenas passou a ser agraciado com maiores verbas do Tesouro, como também encontrou abertas as portas para ampliar sua rede de atuação terrorista.

A última leva de “apadrinhados” pela políticas racialistas de Lula, são os povos e nações indígenas. De repente, índios passaram a se indispor às leis do país e às decisões dos tribunais, como também passaram a praticar atos terroristas como invasões de prédios públicos e propriedades privadas, seqüestros, depredações, cárcere privado, extorsão, além, é claro, de se sustentarem com verbas de ONGs estrangeiras picaretas, ações de vandalismo explícito, contrabando de metais, pedras preciosas e madeira. E tudo sob o beneplácito de um governo que lhes permite agir acima das leis, que lhes outorga latifúndios injustificáveis, baseados em laudos antropológicos falsos. Seus atos, por mais que infrinjam as leis do país, por mais que produzam danos pessoais e materiais, jamais são combatidos. Pelo contrário, são incitados por um poder público cafajeste e organizado para o crime.

A notícia de hoje, dentre tantas que diariamente se lêem nos jornais, caracterizam tudo o que acima se diz. Enquanto este governo continuar alimentando e incitando a pratica de violência de brasileiros contra brasileiros, por conta de suas políticas racialistas, conflitos como os de hoje, se tornarão cada vez mais freqüentes. E não se enganem: a ação terrorista e guerrilheira dos índios no Norte e Centro-Oeste do país é apenas o começa da grande encrenca que teremos que enfrentar, por conta do Acordo de Autodeterminação dos Povos e Nações Indígenas assinado por Lula, em 2005, na ONU.

A matéria abaixo é de Carlos Mendes para a Agência Estado e, clicando aqui você assiste ao vídeo da reportagem flagrando a agressão, no Jornal da Globo.

Índios no Pará atacam engenheiro da Eletrobrás com facão
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Paulo Rezende foi atacado por caiapós após falar sobre impacto na região da usina hidrelétrica de Belo Monte

Engenheiro mostra ferimentos após ataques

BELÉM - O engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, foi agredido a socos e ferido com um facão por vários índios caiapós ao final de uma palestra no encontro Xingu Vivo para Sempre, que reúne três mil pessoas em Altamira (PA), metade delas índios que debatem os impactos na região da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Rezende havia acabado de fazer uma palestra sobre os detalhes técnicos da usina. Os índios, liderados por Tuíra Caiapó, avançaram sobre o técnico. Ele teve a camisa rasgada e foi ferido no braço pelo facão de um dos guerreiros.

Os organizadores do encontro tiveram muita dificuldade para livrar Rezende da fúria dos índios, que o acusaram de estar debochando deles e de desrespeitá-los. A vítima foi levada para ser medicada no Hospital Regional da Transamazônica, enquanto outros técnicos da Eletrobrás registravam queixa na polícia. A direção da Eletrobrás estuda retirar seus técnicos do encontro em Altamira. A empresa alega não haver clima para a permanência deles na cidade.

Havia 600 índios de várias etnias no salão onde se realizava o encontro na hora da confusão. A Polícia Militar tinha menos de dez homens no local. Os índios não quiseram ouvir a palestra de Rezende. Começaram a cantar e a dançar, antes da agressão. Em 1989, a índia Tuíra esfregou um facão no rosto do então presidente da Eletronorte, José Antonio Muniz Lopes, protestando contra a construção da hidrelétrica. Hoje, ela voltou a prometer que os caiapós e outras tribos do Xingu não deixarão que a usina seja construída.



E leiam mais esta.

Índios bloqueiam ponte e ameaçam incendiar postes de transmissão de energia em MT
Matheus Pichonelli, da Agência Folha

Índios de nove etnias bloqueiam, desde domingo, uma ponte de uma rodovia de Mato Grosso e ameaçam derrubar e pôr fogo em postes de transmissão de energia elétrica.

Armados com arcos e flechas, eles protestam contra a instalação de pequenas centrais hidrelétricas na região do alto do rio Juruena. A ponte, na MT-170, fica sobre o rio Juruena, a cerca de 60 quilômetros de Juína (a 800 km de Cuiabá).

Segundo o índio Jair Henrique Rikbatsa, 300 pessoas participavam ontem dos protestos, mas a expectativa é que outras 700 pessoas cheguem ao local.

"Estamos sendo prejudicados, impactados e não recompensaram os prejuízos causados nas nossas comunidades", dizem os índios, em manifesto.

Os índios reclamam também da "falta de atendimento e assistência de saúde" nas aldeias indígenas da região. Exigem ainda que as prefeituras apliquem 40% do chamado ICMS Ecológico --parte do imposto que é destinada à preservação de áreas ambientais de municípios-- diretamente nas aldeias.

Com o bloqueio, o acesso a seis municípios da região ficou prejudicado: Juína, Castanheira, Cotriguaçu, Juruena, Aripuanã e Coniza. Os índios pedem a presença de representantes da Funai (Fundação Nacional do Índio), da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis), das empresas de energia, governos estadual e municipais para deixarem o local.

A Funai informou ontem que um técnico será enviado ao local para verificar se alguma das obras, suspensas pela Justiça, estão em atividade. O órgão disse que "especialistas estão finalizando estudos de impacto ambiental nas terras indígenas da região".