***** Vigiado pelo TCU, Planalto faz desfile mais econômico, mas o Exército faria de graça!!!!
José Ernesto Credencio, Folha de S. Paulo
Governo contrata por R$ 999,7 mil empresa que cobrou R$ 2,2 mi em 2007
Presidência atribuiu o alto preço do contrato para o Sete de Setembro de 2007 ao Pan do Rio e à menor concorrência
A Presidência da República faz hoje o desfile de Sete de Setembro mais econômico da era Lula. Por R$ 999,7 mil, contratou a mesma empresa que, em 2007, cobrou R$ 2,2 milhões por estrutura igual.
O Planalto estimava que o custo seria de R$ 3,1 milhões. Gastará um terço disso.
O que parece ser economia está ligado a uma descoberta feita pelo Tribunal de Contas da União. Auditoria do TCU concluiu que a despesa de 2007, 45% superior à de 2006, nasceu de contratação feita por um edital com itens irregulares, que deixou uma única empresa na disputa.
Questionada pela Folha em 2007, a Secretaria de Comunicação da Presidência alegou que o Pan-Americano do Rio (que acabou em julho) elevou os preços na época.
O TCU multou a coordenadora-geral de relações públicas do cerimonial da Presidência e o responsável pelo pregão.
***** Álcool perde vantagem para gasolina em 14 Estados, mas preço cai 17% no ano
Folha.com
O preço do álcool ao final de agosto ficou 17,02% abaixo do registrado no início do ano, segundo dados de valores médios no país calculados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Os valores, no entanto, já começam a subir e combustível perde a vantagem para a gasolina em 14 Estados.
Segundo pesquisa da agência, o álcool custava R$ 1,589 ao final de agosto. Em janeiro o litro custava R$ 1,915 e chegou a R$ 1,983 em fevereiro. O menor valor foi registrado em junho, a R$ 1,537. A pesquisa considera a média dos preços pelo país.
A gasolina registrou comportamento parecido, mas com variação menor. O litro alcançou, em fevereiro, o preço de R$ 2,607, o mais alto do ano. O menor, assim como o álcool, foi constatado em junho, a R$ 2,538.
***** Impostos 'mordem' 46% da alta do PIB
Quase metade do crescimento da produção de bens e serviços contabilizada no Brasil nos últimos 15 anos foi apropriada pelo governo por meio da cobrança de impostos, impulsionando um aumento igualmente expressivo do gasto público.
Cálculos do economista-chefe do Santander, Alexandre Schwartsman, mostram que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase R$ 1,1 trilhão entre 1994 e 2009 em termos reais (descontada a inflação).
No mesmo período, a carga tributária aumentou cerca de R$ 500 bilhões, o equivalente a 46% do crescimento da produção nacional.
A mordida foi maior nos anos FHC, entre 1994 e 2002, (60% da alta do PIB) do que no governo Lula, entre 2003 e 2009 (42%). Mas ambos os números são considerados muito altos.
O aumento da carga em relação à expansão do PIB se traduziu em crescimento da mesma magnitude do gasto público, que subiu R$ 500 bilhões entre 1994 e 2009.
***** Balança tem saldo acumulado 42% menor que em 2009
Sandra Manfrini, Estadão.com
A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 11,822 bilhões no ano, até a primeira semana de setembro (1 a 5).
Segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 6, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo é 41,9% inferior aos US$ 20,351 bilhões registrados em igual período de 2009, segundo dados do MDIC.
A corrente de comércio (soma das exportações e importações) atingiu US$ 245,602 bilhões no acumulado do ano, valor 35,7% superior ao verificado no mesmo período do ano passado (US$ 180,993 bilhões).
As exportações somam US$ 128,712 bilhões, com média diária de US$ 757,1 milhões, o que representa um aumento de 27,9% ante a média registrada no mesmo período de 2009 (US$ 592,2 milhões).
As importações totalizam US$ 116,890 bilhões, com média diária de US$ 687,6 milhões, aumento de 45,5% em relação à média verificada em igual período do ano passado (US$ 472,5 milhões).
***** Alerta vermelho no TSE!!!!
Deu problema na simulação realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, por isso sete novos testes serão feitos entre 9 e 28 de setembro, com aquelas urnas que, tão invioláveis quanto o sigilo fiscal dos cidadãos.
***** Registros desmentem versão do PT sobre filiação de falso procurador
Os registros do cartório da 217ª Zona Eleitoral de Mauá (SP) desmentem a versão do PT de que a filiação do contador Antonio Carlos Atella Ferreira, o falso procurador da quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra, ao partido, não se consumou por um erro na grafia do nome dele. O banco de dados do cartório aponta o nome dele como filiado ao PT com a grafia correta, e indica que o cadastro dele na Justiça eleitoral existe desde outubro de 2003. As informações são da Folha de SP
***** Irã aumentou atividade nuclear apesar de sanções
O Globo
A produção total iraniana de urânio de baixo enriquecimento subiu cerca de 15% desde maio, para 2,8 toneladas, como revela nesta segunda-feira um relatório da agência de vigilância nuclear da ONU. O crescimento acontece apesar das sanções impostas à República Islâmica por seu programa nuclear.
O relatório confidencial também afirma que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) segue preocupada com a possível intenção do Irã de desenvolver uma bomba atômica. Segundo o texto, o Teerã segue violando todas as resoluções relevantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e da junta de direção da própria AIEA.
A AIEA também manifesta no documento preocupação com o que chamou de "repetidas objeções" aos inspetores da agência escolhidos para trabalhar no país, lembrando que, só em junho, o governo iraniano impediu a entrada de dois emissários da ONU
***** Sigilo fiscal da filha de Serra também violado em Mauá
Rui Nogueira e Renato Andrade, O Estado de S. Paulo
Os dados fiscais sigilosos de Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, José Serra, também foram violados na agência da Receita Federal de Mauá (SP), no dia 8 de outubro de 2009 - o mesmo dia em que foram violados os dados de outras cinco pessoas ligadas ao PSDB.
A primeira invasão dos dados fiscais de Verônica Serra, já comprovada, foi na agência de Santo André (SP), com a ajuda de uma procuração falsa usada por um contador filiado ao PT.
O acesso aos dados que deveriam ser protegidos pelo Fisco foi feito no início da manhã do dia 8 de outubro, de acordo com documentos obtidos pelo Estado junto à Corregedoria da Receita. A partir do computador da servidora Adeildda Ferreira foi feita uma busca aos dados fiscais da filha do ex-governador José Serra entre 8h52m20s e 8h52m42s.
Menos de quatro horas depois, no mesmo dia, Adeildda acessou os dados fiscais do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, do empresário Gregório Marin Preciado (casado com uma prima de Serra), de Ricardo Sérgio Oliveira - ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso - e do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge.
Agora sabe-se que os dados fiscais de Verônica Serra foram violados duas vezes em agências do Fisco em São Paulo. A primeira fraude foi promovida pelo contador Antonio Carlos Atella Ferreira, que usou uma procuração falsa para ter acesso aos dados da filha do candidato tucano em setembro do ano passado. Atella era, na época, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
***** Ahahahahahah! Leiam esta! Foi engano, gente, engano... Não tinham coisa melhor para inventarem?
Cássio Bruno, O Globo
O analista tributário da Receita Federal Gilberto Souza Amarante, filado ao PT, explicou nesta segunda-feira, em Formiga (MG), que acessou os dados do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, à procura de um homônimo. Ele explicou que em abril de 2009, uma pessoa que ele não se lembra quem é, pois faz isso todo o dia, pediu a consulta desse nome. Nesse dia, o analista teria feito dez acessos em menos de um minuto às informações do tucano a partir da delegacia da Receita em Formiga (MG).
***** Conforme o previsto, Corregedor minimiza acesso a dados sigilosos em Mauá
O corregedor Receita Federal, Antonio Carlos Costa D'Avila, minimizou há pouco, em Brasília, o fato de os dados do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, terem sido acessados na agência de Mauá (SP).
D'Avila está a frente das investigações sobre os vazamentos de dados da Receita de pessoas ligadas ao candidato Serra (PSDB).
Segundo ele, de 2.949 acessos a informações de contribuintes realizados pela servidora Adeildda Ferreira Leão entre 1 de agosto e 8 de dezembro do ano passado, na agência da Receita em Mauá, 2.591 foram de pessoas que não moram na cidade.
“O que é um indício, a priori, de acesso imotivado por parte da servidora. Esses acessos realizados pela servidora Adeildda ainda estão sendo investigados para saber qual foi a motivação”, ressaltou D’Avila que se limitou apenas a ler uma nota sem, no entanto, abrir espaço para questões dos jornalistas.
Em relação à agência da Receita de Formiga (MG), segundo D’avila, não houve acesso a informações sigilosas de EJ.
“A corregedoria verificou que houve apenas acesso a dados cadastrais tais como nome endereço, telefone e etc”, disse o corregedor.
Em nota publicada na tarde de hoje, a Receita também rebate as críticas de que estaria sendo usada de forma política e se diz “vítima” do episódio de vazamento de dados fiscais sigilosos.
“Os fatos noticiados – acessos eventualmente indevidos a dados sigilosos – são casos isolados. Foram identificados e os seus supostos responsáveis estão sendo investigados. Caso seja comprovada sua culpa, mediante o devido processo legal, serão punidos na forma da lei. No caso específico de falsificação de documento público a Receita Federal também é vítima e não culpada”.
***** País já tem quase 40 mil empresas importadoras
Agência Brasil
Pela primeira vez o número de empresas importadoras brasileiras será mais que o dobro do total de companhias exportadoras. De janeiro a julho deste ano, ingressaram no comércio exterior 3.883 companhias especializadas em importação, aponta um estudo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Esse número é quase o equivalente ao total de novas importadoras registradas no ano inteiro de 2008 (4.214). Também é quatro vezes maior que o total de novas importadoras (889) atingido entre janeiro e dezembro de 2009. No ano passado, o número de empresas importadoras caiu porque o consumo foi afetado pela crise.
Mercado interno aquecido e câmbio favorável às importações explicam o ritmo frenético de ingresso de novas importadoras no mercado, observa o vice-presidente executivo da AEB, José Augusto de Castro.
— Esse é o resultado natural de processo de internacionalização da economia — afirma o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral.
Além do câmbio favorável às compras externas, ele aponta outro fator que explica o fenômeno: muitas empresas, como supermercados, que importavam por meio de tradings, hoje compram no exterior por conta própria.
— O número de importadoras neste ano será recorde — afirma o vice-presidente da AEB.
O pico anterior foi atingido em 1997. Naquele ano, o câmbio estava abaixo de R$ 1 e o consumo doméstico aquecido. O ano de 1997 terminou com 37.852 importadoras. De janeiro a julho, o total de importadoras é 31.812.
***** Certidão de nascimento poderá ser emitida em hospitais
Valor Online
A partir do mês que vem, recém-nascidos poderão receber a certidão de nascimento no momento em que a mãe deixa a maternidade, graças um sistema interligado de comunicação entre cartórios e hospitais.
A autorização foi publicada pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, prevendo a emissão gratuita do documento por meio do sistema online. Essas emissões serão feitas por cartórios de registro civil interligados a uma unidade de dentro do hospital.
Com vista à maior segurança do sistema, todo processo será feito mediante o uso de certificação digital e os hospitais terão que firmar convênios com os cartórios para oferecer esse serviço. A implantação das unidades nos estabelecimentos de saúde terá a supervisão e fiscalização das corregedorias de Justiça.
Ainda no hospital, profissionais credenciados pelos registradores enviarão aos cartórios os dados digitalizados dos documentos da criança entregues pelos pais.
Na sequência, o cartório confere e registra os dados, para o posterior envio da certidão à maternidade, onde o documento será impresso.