sexta-feira, outubro 01, 2010

Prévia do programa oculto da Dilma

Comentando a Notícia

Você viu o programa de governo da Dilma por aí? Não? Tanto quanto você, ninguém mais viu. Seria um mistério se não houvesse pistas bastante claras do que seria tocado prá frente caso a candidata governista seja eleita para sucessão de Lula.

José Dirceu em Salvador soube avaliar bem ao dizer que a eleição de Dilma será mais importante para o partido do que a de Lula. Ele sabe o que diz: com Dilma, o PT poderá impor sua agenda de terror.

Logo após ser aclamada em convenção como a candidata petista para a eleição presidencial, e até para atender exigência legal, foi protocolado no TSE uma espécie da carta de boas intenções, do que deveria ser um programa de governo. Nestas “carta de boas intenções” estava a rubrica de Dilma Rousseff, portanto, era algo oficial. Quando alguns bisbilhoteiros se debruçaram sobre o papelório para conferir as linhas principais do tal programa, se deram conta de que ali estava a redação combinada da versão do Programa Nacional de Direitos Humanos versão 3.0, assinada por decreto presidencial às vésperas do Natal de 2009 com o próprio programa do PT aprovado em convenção, e todos eles contendo a grande maioria das ideias nascidas da tal CONFECOM. A maçaroca toda, depois de lida, fez dona Dilma que rubrica mas não lera, e que “aquele” programa, era do partido, e de sua coligação. Lembrando: o recuo só aconteceu face a reação generalizada da sociedade. O PT, mais uma vez, tentava na surdina, emplacar suas principais ideias que, de forma geral, podem ser vistas naquela versão assinada por Lula, em dezembro de 2009, e denominada de PNDH-3.

O resumo da brincadeira é o seguinte: legalização da prostituição, legalização do aborto, descriminalização das drogas, restrição à liberdade de imprensa concedendo, inclusive, poderes ao Estados para determinar as linhas editoriais para os grandes veículos de comunicação, restrição para formação de grandes conglomerados de comunicação, o que na prática significa que um grupo que seja detentor de um canal de televisão não poderá ser dono de empresas de edição de jornais e revistas, restrição ao direito de propriedade, proibição de símbolos religiosos, criação dos tribunais populares que terão poderes superior às demais esferas do judiciário, dentre outras “maravilhas” socialistas do mundo do atraso.

Então, para que o leitor vá se acostumando com a nova ordem, vamos apresentar abaixo alguns vídeos de informação e de opinião sobre o tal PNDH-3, que congregou num único pacote as principais propostas defendidas pelo PT para um eventual governo Dilma. Assistam e tirem suas conclusões. O próprio PT sabe porque este programa não foi divulgado ainda: não há interesse que o eleitorado o conheça antes das eleições, justamente porque este conhecimento fará Dilma perder uma eleição que, até aqui, se desenha como vitoriosa em primeiro turno.

Em tempo: qualquer semelhança com ideias e programas implantados ou em curso na Venezuela, Bolívia,. Equador E /Argentina, não será mera coincidência, tratam-se dos mesmos ideais bolivarianos adaptados às características específicas de cada país, mas que conduzem aos mesmos fins.

PNDH-3 - A NOVA ORDEM MUNDIAL NO BRASIL.
Uma Analise detalhada sobre o PNDH-3, o projeto que pretende legalizar a prostituição, o aborto, executar um desarmamento da população, a perda do direito de propriedade e proibir simbolos religiosos.



EDITORIAL DA BAND SOBRE O PNDH-3

Apresentado por Joelmir Betting.




Arnaldo Jabor sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH III)

Arnaldo Jabor falando a respeito do decreto golpista desse governo facista que, aos poucos, vai sugando a liberdade e democracia brasileira.

A nova cartada agora é o PNDH III, que dentre outras coisas, pretende revogar a Anistia, controlar os meios de imprensa, liberar a invasão de terras com poderes acima do Judiciário.




Alexandre Garcia comenta o "Programa Nacional de Direitos Humanos" 
Brasil rumo ao socialismo

Alexandre Garcia comenta o "programa nacional de direitos humanos" de lula, que na verdade, é uma forma bem suave de se implantar no Brasil o socialismo bolivariano.