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Acionistas brasileiros e estrangeiros, gestores de US$ 2,15 tri pelo mundo, segundo o Estadão, querem mais representatividade e criticam plano de investimentos.
Foto: Divulgação
Em "articulação inédita", segundo o jornal O Estado de S. Paulo, acionistas minoritários da Petrobras se uniram para questionar o conselho de administração da estatal, exigindo mais representatividade e criticando o plano de investimentos.
A Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec) e 16 grupos internacionais enviaram uma carta ao ministro da Fazenda e presidente do conselho de administração da Petrobras, Guido Mantega, e à presidente da estatal, Graça Foster, com uma lista do que avaliam como problemas de governança na empresa, informa o jornal nesta quinta-feira, 6.
Ainda segundo o jornal, "as críticas do grupo, gestores de US$ 2,15 trilhões em investimentos pelo mundo e acionistas relevantes da Petrobras, se concentram na representatividade de minoritários na estatal e na forma de financiar o pesado plano de investimentos, diante da política de reajuste de preços de derivados".
Na carta -- em inglês, link abaixo --, os minoritários pedem que a Petrobras revise sua estratégia de investimentos para garantir valor sustentável às ações no longo prazo.
"Até que seja implementado um método formal de estabelecimento de preços de produtos refinados que acompanhe os preços internacionais, esta continuará sendo uma importante questão de governança com impacto negativo para a percepção da empresa e, consequentemente, para seu valor", avaliam os investidores na carta assinada pelo presidente da Amec, Mauro Cunha, e referendada pelos 16 grupos estrangeiros.
Leia a íntegra da carta, em inglês, clicando aqui.
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