sábado, novembro 25, 2006

Gabrielli: um presidente de quinta categoria

COMENTANDO A NOTICIA:
.

Já há algum tempo estamos recolhendo reportagens e artigos sobre a ação verdadeiramente inconseqüente com que vem atuando o presidente da estatal brasileira, a Petrobrás, atualmente sob a presidência de José Sérgio Gabrielli. Porém, nestas duas últimas semanas, o roteiro que surgiu está quase completo.
.
Nossa estranheza em relação a figura se dá a partir do chute no traseiro que nos dado pelo índio Evo Morales, aprendiz de ditador barato sul-americano, que sem mais nem porquê, simplesmente nos afanou a Petrobrás lá instalada, ao custo de 1 bilhão de dólares em investimentos, e os quais foram enterrados junto com o contrato assinado e rasgado pelo boliviano, expropriação pura e genuína, e sem que o presidente da estatal esboçasse um mínimo de reação que dele se esperava em defesa não apenas do interesse mas também do patrimônio da empresa que preside.
.
Pois bem, desde então vimos observando a ação pueril deste cidadão e o mínimo que se pode dizer do mesmo é que se trata de um empregadozinho de quinta categoria, incompetente até para ser síndico de prédio de subúrbio, quanto mais estar à frente de uma estatal da grandeza e da importância de uma Petrobrás. Fosse acionista, e iniciaria um movimento já para sua deposição, por incompetência e negligência, além de cobrar-lhe pesada indenização pelos prejuízos que sua gestão tem provocado à companhia.
.
É preciso que o leitor se dê conta de uma verdade irretorquível: cesteiro que faz um cesto, faz um cento, como diziam os antigos. E tal modo isto é verdadeiro no caso do empregadozinho Gabrielli, que nos últimos dias os brasileiros têm sido informados de algumas das “atrapalhadas” e derrapadas cometidas por este cidadão.
.
Para que não se fique apenas no terreno da opinião que nutrimos por Gabrielli, vamos apresentar uma série de artigos publicados na imprensa e que poderão demonstrar o quanto Gabrielli precisa ser afastado da presidência da estatal pelo bem da própria companhia. E não apenas isto: que imediatamente após sua saída se faça uma auditoria verdadeira no período de sua gestão. Garantimos fortes emoções. O pouco que vaza para a imprensa é significativo do quanto o desclassificado tem cometido de tolices e provocado prejuízos que só não são mais visíveis ao grande público pela simples razão de que o petê privatizou para si mesmo a estatal de petróleo brasileira.
.
E dada as tolices proferidas por Gabrielli nos últimos dias resta-nos dizer que, num país sério, este cidadão não poderia sequer ser administrador de carrinho de pipocas se o carrinho fosse um bem público. Ele daria um jeito de privatizar as pipocas para os amigos, e os sabugos os colocaria à conta do alheio. Ah, segue um trecho do companheiro que o antecedeu na presidência, José Eduardo Dutra. Observem o apreço que estes cidadãos têm pela obrigação de prestação contas por presidirem uma empresa estatal, portanto, de propriedade do povo brasileiro. Nenhuma. Se consideram donos do lugar apenas por estarem presidentes, cargo para o qual não prestaram nenhum concurso. Chegaram pela via do compadrio, do fisiologismo, simples boçais puxadores de saco. Estes senhores, de fato, se imaginam além do bem e do mal. Num país de primeiro, provavelmente, sucumbiriam pela incompetência e pela ignorância. Civilidade é coisa da qual eles querem distância. E a maior possível...