A entidade quer evitar a desvinculação do salário mínimo das aposentadorias
Pedro Henrique França
Agência Estado
SÃO PAULO - A Força Sindical emitiu nota repudiando possíveis mudanças na Reforma da Previdência. De acordo com o presidente da entidade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, a entidade "não aceitará mudanças na Reforma da Previdência que venham retirar direitos dos trabalhadores".
A nota afirma ainda que as mudanças que possam vir a ocorrer devem ser antecipadas e discutidas entre todos os setores da sociedade. "As mudanças na legislação previdenciária devem, necessariamente, passar pelo fim dos privilégios, aumento da fiscalização para acabar com a inadimplência e a corrupção", afirma, salientando que irão "lutar com todas as forças" para evitar as tentativas de desvinculação do salário mínimo do valor das aposentadorias.
A Força Sindical defende, segundo a nota, que o cálculo da contribuição previdenciária pelo faturamento da empresa e a retomada do poder de compra dos aposentados.
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Lula dá sinal verde para aliviar Estados com nova Lei Fiscal
De O Estado de S.Paulo
Pedro Henrique França
Agência Estado
SÃO PAULO - A Força Sindical emitiu nota repudiando possíveis mudanças na Reforma da Previdência. De acordo com o presidente da entidade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, a entidade "não aceitará mudanças na Reforma da Previdência que venham retirar direitos dos trabalhadores".
A nota afirma ainda que as mudanças que possam vir a ocorrer devem ser antecipadas e discutidas entre todos os setores da sociedade. "As mudanças na legislação previdenciária devem, necessariamente, passar pelo fim dos privilégios, aumento da fiscalização para acabar com a inadimplência e a corrupção", afirma, salientando que irão "lutar com todas as forças" para evitar as tentativas de desvinculação do salário mínimo do valor das aposentadorias.
A Força Sindical defende, segundo a nota, que o cálculo da contribuição previdenciária pelo faturamento da empresa e a retomada do poder de compra dos aposentados.
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Lula dá sinal verde para aliviar Estados com nova Lei Fiscal
De O Estado de S.Paulo
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já autorizou sua equipe a negociar com os governadores eleitos um acordo para alterar a Lei de Responsabilidade Fiscal e, assim, desafogar os Estados mais endividados com a União, permitindo que eles tenham mais recursos livres para investimentos. Dos 27 eleitos, pelo menos 7 receberão Estados que gastam perto de 90% do que arrecadam com pessoal, custeio e serviços da dívida, sem dinheiro para aplicar em obras e infra-estrutura.
A situação mais grave hoje é no Rio Grande do Sul, em Alagoas e na Paraíba - coincidentemente, três Estados que estarão nas mãos do PSDB a partir de 1º de janeiro. O governo gaúcho, conquistado pela tucana Yeda Crusius, chega a gastar 97,1% da sua receita disponível com servidores, entre ativos e aposentados, manutenção da máquina e dos serviços de saúde e educação, além do pagamento da dívida com a União."
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Direitos esmagados
Violenta os direitos individuais a decisão do Conselho da Justiça Federal que amplia para outras esferas a penhora online da Justiça do Trabalho, bloqueando, sem aviso nem defesa, contas correntes e até a poupança.
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Aliados vinculam apoio a reforma política a participação no ministério
De O Estado de S.Paulo:
"O sucesso de qualquer reforma constitucional que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva queira fazer dependerá das negociações políticas para montar sua futura equipe e da sucessão para o comando da Câmara e do Senado. Lula já foi avisado por dirigentes de partidos aliados que propostas polêmicas, como a reforma política, só passarão no Congresso se houver grande mobilização do governo e real entendimento com a base de apoio. Por real entendimento leia-se a satisfação com os postos e com o espaço recebido na formação do segundo governo."
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Montevidéu
Realizou-se, neste fim de semana, em Montevidéu, mais uma reunião, a 16ª, da Cúpula Ibero-Americana, dos chefes de Estado e de governo dos países ibero-americanos. Estavam lá o rei Juan Carlos da Espanha, o presidente do governo espanhol José Luis Zapatero, o primeiro-ministro de Portugal José Sócrates, o presidente do México Vicente Fox, Chávez da Venezuela, Michele Bachelet do Chile, todos os filhos de Cristóvão Colombo.
Só não estavam Lula, que preferiu ficar de papo pro ar na Bahia, e, até a última hora, Nestor Kirchner. Argentina e Uruguai estão brigando por uma fábrica.