Petrobras para alcançar meta deve elevar ritmo de produção
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A Petrobras tem a necessidade de aumentar a produção de petróleo em cerca de 300 mil barris diários anualmente, nos próximos cinco anos, para cumprir as metas previstas no seu planejamento estratégico para 2011. Deste total, 150 mil são destinados a repor campos em declínio e a outra metade para suprir o crescimento do mercado, fazendo com que a produção atual salte de 1,8 milhão de barris diários para cerca de 2,3 milhões de barris de óleo, apenas no Brasil.
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Esse robusto aumento na produção será alcançado através da ampliação das atividades offshore (em alto mar) especialmente na bacia de Campos, com o lançamento de quase uma dezena de plataformas gigantes, que demandam investimentos de até US$ 1 bilhão cada uma. Em extenso relatório, com 52 páginas, avaliando as perspectivas da estatal para os próximos cinco anos, o Credit Suisse, avaliou que para a companhia atender a essa demanda, será necessária a instalação pelo menos duas plataformas gigantes (de 180 mil barris por dia) ou três de porte médio (100 mil barris por dia) a cada ano.
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Aporte
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Somente com esse aporte no seu portfólio, a empresa poderá garantir a manutenção da auto-suficiência nacional em petróleo, destaca o relatório do banco, assinado pelos analistas Emerson Leite e Vinicius Canheu. Nos últimos quatro anos, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, a Petrobras inaugurou 10 plataformas de exploração e produção de petróleo e possui pelo menos mais oito já contratadas, para serem entregues até 2009. Entre essas plataformas estão as consideradas "gigantes", como foi a P-50, instalada em abril de 2006, ou como será a P-52, que começa a operar em 2007.
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Campos de óleo e de gás natural
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Paralelo a essas plataformas gigantes, que levam mais de dois anos para serem construídas (com conteúdo nacional superior aos 50%), a estatal está estrategicamente procurando acelerar a entrada em operação de campos, especialmente de óleo leve e gás natural, com o afretamento de unidades de médio porte (100 mil barris por dia) ou mesmo a construção de unidades genéricas (que se adaptam a vários campos seqüencialmente e não são desenhados de forma a atender a um especificamente).
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Na avaliação do CS, essa nova estratégia da estatal traz aos seus projetos maior flexibilidade operacional. "Essa flexibilidade deverá ajudar a mitigar os riscos para os novos empreendimentos e para o cumprimento das metas previstas pela empresa", avalia o banco de investimento. A maior flexibilidade operacional pela empresa é bem vista pelo banco, que avalia que dará maior mobilidade para a estatal, por poderem ser utilizados em diferentes campos, com as mais diversas profundidades.
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A desvantagem é que uma unidade genérica, do tipo que está sendo encomendada pela estatal e deverá entrar em produção nos próximos dois anos, é que a durabilidade de sua produção é de um período de 10 anos, ante 20 a 25 anos das de grande porte. Na avaliação da instituição financeira, o ideal é utilizar essas unidades para ter melhor conhecimento da área e durante o período em que uma unidade tradicional estiver sendo construída.
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Gás
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O FPSO de gás poderá produzir 10 milhões de metros cúbicos por dia, além de 30 mil barris de óleo. Além dessas duas unidades, que serão utilizadas em dois campos no sul do Espírito Santo, que ainda tem que ter sua comercialidade declarada à ANP, a Petrobras ainda está afretando uma outra unidade, chamada Pipa, para ser utilizada em diferentes áreas.
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Mãozinha
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A PDV Marina, subsidiária da estatal venezuelana PDVSA, vai construir dez petroleiros no Brasil, assessorada pela construtora Andrade Gutiérrez.
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PT foge do controle
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O presidente do PT, Marco Aurélio Garcia, afirma diante de jornalistas que a candidatura de Arlindo Chinaglia pode ser retirada a favor da base aliada. Na reunião com o presidente do PMDB, Michel Temer, e com lideranças do PSB, PTB, PP e PL, Garcia mudou o discurso e prometeu de tudo para que banquem a candidatura de Chinaglia.
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Artigo de luxo
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O Ministério dos Transportes vai adquirir para a Marinha Mercante 40 microcomputadores HP por “módicos” R$ 4,5 milhões.
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A grana
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Vendo as listas das empresas que financiam campanhas no Brasil podemos dizer que as nossas eleições são mesmo uma grande empreitada.
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Que inveja ! Quanta vergonha, Lula !
Maioria de emergentes vai crescer acima de 5%
De O Estado de S.Paulo
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"Os países em desenvolvimento vão ter um crescimento médio de 7% em 2006, uma das taxas mais altas da história”.
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A Petrobras tem a necessidade de aumentar a produção de petróleo em cerca de 300 mil barris diários anualmente, nos próximos cinco anos, para cumprir as metas previstas no seu planejamento estratégico para 2011. Deste total, 150 mil são destinados a repor campos em declínio e a outra metade para suprir o crescimento do mercado, fazendo com que a produção atual salte de 1,8 milhão de barris diários para cerca de 2,3 milhões de barris de óleo, apenas no Brasil.
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Esse robusto aumento na produção será alcançado através da ampliação das atividades offshore (em alto mar) especialmente na bacia de Campos, com o lançamento de quase uma dezena de plataformas gigantes, que demandam investimentos de até US$ 1 bilhão cada uma. Em extenso relatório, com 52 páginas, avaliando as perspectivas da estatal para os próximos cinco anos, o Credit Suisse, avaliou que para a companhia atender a essa demanda, será necessária a instalação pelo menos duas plataformas gigantes (de 180 mil barris por dia) ou três de porte médio (100 mil barris por dia) a cada ano.
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Aporte
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Somente com esse aporte no seu portfólio, a empresa poderá garantir a manutenção da auto-suficiência nacional em petróleo, destaca o relatório do banco, assinado pelos analistas Emerson Leite e Vinicius Canheu. Nos últimos quatro anos, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, a Petrobras inaugurou 10 plataformas de exploração e produção de petróleo e possui pelo menos mais oito já contratadas, para serem entregues até 2009. Entre essas plataformas estão as consideradas "gigantes", como foi a P-50, instalada em abril de 2006, ou como será a P-52, que começa a operar em 2007.
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Campos de óleo e de gás natural
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Paralelo a essas plataformas gigantes, que levam mais de dois anos para serem construídas (com conteúdo nacional superior aos 50%), a estatal está estrategicamente procurando acelerar a entrada em operação de campos, especialmente de óleo leve e gás natural, com o afretamento de unidades de médio porte (100 mil barris por dia) ou mesmo a construção de unidades genéricas (que se adaptam a vários campos seqüencialmente e não são desenhados de forma a atender a um especificamente).
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Na avaliação do CS, essa nova estratégia da estatal traz aos seus projetos maior flexibilidade operacional. "Essa flexibilidade deverá ajudar a mitigar os riscos para os novos empreendimentos e para o cumprimento das metas previstas pela empresa", avalia o banco de investimento. A maior flexibilidade operacional pela empresa é bem vista pelo banco, que avalia que dará maior mobilidade para a estatal, por poderem ser utilizados em diferentes campos, com as mais diversas profundidades.
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A desvantagem é que uma unidade genérica, do tipo que está sendo encomendada pela estatal e deverá entrar em produção nos próximos dois anos, é que a durabilidade de sua produção é de um período de 10 anos, ante 20 a 25 anos das de grande porte. Na avaliação da instituição financeira, o ideal é utilizar essas unidades para ter melhor conhecimento da área e durante o período em que uma unidade tradicional estiver sendo construída.
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Gás
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O FPSO de gás poderá produzir 10 milhões de metros cúbicos por dia, além de 30 mil barris de óleo. Além dessas duas unidades, que serão utilizadas em dois campos no sul do Espírito Santo, que ainda tem que ter sua comercialidade declarada à ANP, a Petrobras ainda está afretando uma outra unidade, chamada Pipa, para ser utilizada em diferentes áreas.
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Mãozinha
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A PDV Marina, subsidiária da estatal venezuelana PDVSA, vai construir dez petroleiros no Brasil, assessorada pela construtora Andrade Gutiérrez.
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PT foge do controle
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O presidente do PT, Marco Aurélio Garcia, afirma diante de jornalistas que a candidatura de Arlindo Chinaglia pode ser retirada a favor da base aliada. Na reunião com o presidente do PMDB, Michel Temer, e com lideranças do PSB, PTB, PP e PL, Garcia mudou o discurso e prometeu de tudo para que banquem a candidatura de Chinaglia.
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Artigo de luxo
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O Ministério dos Transportes vai adquirir para a Marinha Mercante 40 microcomputadores HP por “módicos” R$ 4,5 milhões.
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A grana
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Vendo as listas das empresas que financiam campanhas no Brasil podemos dizer que as nossas eleições são mesmo uma grande empreitada.
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Que inveja ! Quanta vergonha, Lula !
Maioria de emergentes vai crescer acima de 5%
De O Estado de S.Paulo
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"Os países em desenvolvimento vão ter um crescimento médio de 7% em 2006, uma das taxas mais altas da história”.
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A previsão é d o relatório 'Perspectivas Econômicas Globais de 2007', divulgado ontem pelo Banco Mundial (Bird). Em 2007 e 2008, o crescimento vai desacelerar, mas ainda ficará acima de 6% - o dobro do avanço do Produto Interno Bruto (PIB) dos países ricos, que é de 2,6% em média. De acordo com os economistas do banco, 75 entre 120 países emergentes vão crescer mais do que 5% em 2006 - coincidentemente, a meta de crescimento do governo brasileiro para o próximo ano.
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'Os países emergentes serão responsáveis por uma parcela cada vez maior do crescimento mundial', diz François Bourguignon, economista chefe do Banco Mundial. 'Nos últimos três anos, a taxa de crescimento mundial foi 3%, e dois terços desses crescimento foi originado nos países em desenvolvimento.'"