Mercado reduz para 2,8% previsão de crescimento do PIB
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Gustavo Freire, O Estado de São Paulo
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As projeções do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano caíram de 2,86% para 2,80%, apresentando a quinta queda consecutiva destas previsões, que estavam em 2,97% há quatro semanas, de acordo com pesquisa do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira. A nova redução deixou as estimativas ainda mais distantes dos 3,2% esperados pelo governo.
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As previsões de aumento da produção industrial neste ano, por sua vez, recuaram de 3,13% para 3,09%. Esta foi a segunda queda consecutiva destas previsões, que estavam em 3,14% há quatro semanas. Para 2007, as projeções de expansão do PIB continuaram estáveis em 3,50% pela 15ª semana consecutiva. As estimativas de aumento da produção industrial no próximo ano, por sua vez, recuaram de 4,10% para 4%. Esta foi a segunda redução seguida destas previsões, que estavam em 4,15% há quatro semanas.
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Gustavo Freire, O Estado de São Paulo
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As projeções do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano caíram de 2,86% para 2,80%, apresentando a quinta queda consecutiva destas previsões, que estavam em 2,97% há quatro semanas, de acordo com pesquisa do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira. A nova redução deixou as estimativas ainda mais distantes dos 3,2% esperados pelo governo.
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As previsões de aumento da produção industrial neste ano, por sua vez, recuaram de 3,13% para 3,09%. Esta foi a segunda queda consecutiva destas previsões, que estavam em 3,14% há quatro semanas. Para 2007, as projeções de expansão do PIB continuaram estáveis em 3,50% pela 15ª semana consecutiva. As estimativas de aumento da produção industrial no próximo ano, por sua vez, recuaram de 4,10% para 4%. Esta foi a segunda redução seguida destas previsões, que estavam em 4,15% há quatro semanas.
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Para a dívida líquida do setor público, as projeções neste ano caíram de 50,17% para 50,10% do PIB. Esta foi a quarta queda consecutiva destas previsões, que estavam em 50,40% do PIB há quatro semanas. Para 2007, as estimativas de dívida líquida do setor público continuaram estáveis em 49% do PIB. Há quatro semanas, estas projeções estavam em 49,10% do PIB.
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Juros
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Para a taxa de juros, a Selic (atualmente em 13,25% ao ano) em janeiro de 2007 ficaram estáveis em 13% ao ano em pesquisa do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira. O porcentual embute uma expectativa de que a taxa de juros cairá somente 0,25 ponto porcentual na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no próximo ano.
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Para o fim de 2007, as estimativas de juros seguiram estáveis em 12% ao ano pela sétima semana consecutiva. As estimativas de taxa média de juros para o próximo ano recuaram, por sua vez, de 12,41% para 12,34% ao ano. Esta foi a segunda queda consecutiva destas previsões, que estavam em 12,50% ao ano há quatro semanas.
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IGPs
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As projeções do mercado financeiro para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) deste ano caíram de 3,90% para 3,89%. Para 2007, as estimativas de variação do IGP-M ficaram estáveis em 4,30%. Há quatro semanas, estas expectativas se encontravam em 4,38%.
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Para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) neste ano, as previsões também recuaram de 3,95 para 3,89%. Para 2007, as estimativas de IGP-DI caíram de 4,34% para 4,33%. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 4,30%.
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Já a expectativa para a variação do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (IPC-Fipe) neste ano aumentou, na mesma pesquisa do BC, de 2,09% para 2,38%. Para 2007, as previsões de alta do IPC da Fipe ficaram estáveis em 4% pela 11ª semana consecutiva.
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Câmbio
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Para a taxa de câmbio, as projeções do mercado no fim deste ano ficaram estáveis em R$ 2,15 ficando no mesmo patamar das projeções feitas há quatro semanas. As estimativas de taxa média de câmbio para este ano não mudaram e prosseguiram em R$ 2,17 pela terceira semana consecutiva. Há quatro semanas, estas projeções estavam em R$ 2,18.
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As estimativas de câmbio para o final de janeiro de 2007, por sua vez, ficaram estáveis em R$ 2,16 pela segunda semana seguida. Há quatro semanas, estas previsões estavam em R$ 2,17. As expectativas de taxa de câmbio para o fim do próximo ano também não mudaram e prosseguiram em R$ 2,25 pela quarta semana consecutiva. As projeções de taxa média de câmbio para o próximo ano ficaram estáveis em R$ 2,21. Há quatro semanas, estas previsões estavam em R$ 2,23.
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Balança
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As projeções do mercado financeiro para o superávit em conta corrente deste ano subiram de US$ 12,10 bilhões para US$ 12,50 bilhões. Esta foi a segunda alta consecutiva destas estimativas, que estavam em US$ 12 bilhões há quatro semanas.
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As previsões de superávit da balança comercial neste ano, por sua vez, ficaram estáveis em US$ 45 bilhões pela terceira semana consecutiva. Há quatro semanas, estas projeções estavam em US$ 44,95 bilhões. Para 2007, as estimativas de superávit em conta corrente aumentaram de US$ 5,65 bilhões para US$ 6 bilhões. Esta foi a segunda alta consecutiva destas projeções, que estavam em US$ 5,62 bilhões há quatro semanas.
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As previsões de superávit da balança comercial no próximo ficaram estáveis em US$ 38 bilhões pela segunda semana seguida. Há quatro semanas, estas previsões estavam nos mesmos US$ 38 bilhões.
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Juros
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Para a taxa de juros, a Selic (atualmente em 13,25% ao ano) em janeiro de 2007 ficaram estáveis em 13% ao ano em pesquisa do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira. O porcentual embute uma expectativa de que a taxa de juros cairá somente 0,25 ponto porcentual na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no próximo ano.
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Para o fim de 2007, as estimativas de juros seguiram estáveis em 12% ao ano pela sétima semana consecutiva. As estimativas de taxa média de juros para o próximo ano recuaram, por sua vez, de 12,41% para 12,34% ao ano. Esta foi a segunda queda consecutiva destas previsões, que estavam em 12,50% ao ano há quatro semanas.
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IGPs
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As projeções do mercado financeiro para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) deste ano caíram de 3,90% para 3,89%. Para 2007, as estimativas de variação do IGP-M ficaram estáveis em 4,30%. Há quatro semanas, estas expectativas se encontravam em 4,38%.
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Para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) neste ano, as previsões também recuaram de 3,95 para 3,89%. Para 2007, as estimativas de IGP-DI caíram de 4,34% para 4,33%. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 4,30%.
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Já a expectativa para a variação do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (IPC-Fipe) neste ano aumentou, na mesma pesquisa do BC, de 2,09% para 2,38%. Para 2007, as previsões de alta do IPC da Fipe ficaram estáveis em 4% pela 11ª semana consecutiva.
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Câmbio
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Para a taxa de câmbio, as projeções do mercado no fim deste ano ficaram estáveis em R$ 2,15 ficando no mesmo patamar das projeções feitas há quatro semanas. As estimativas de taxa média de câmbio para este ano não mudaram e prosseguiram em R$ 2,17 pela terceira semana consecutiva. Há quatro semanas, estas projeções estavam em R$ 2,18.
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As estimativas de câmbio para o final de janeiro de 2007, por sua vez, ficaram estáveis em R$ 2,16 pela segunda semana seguida. Há quatro semanas, estas previsões estavam em R$ 2,17. As expectativas de taxa de câmbio para o fim do próximo ano também não mudaram e prosseguiram em R$ 2,25 pela quarta semana consecutiva. As projeções de taxa média de câmbio para o próximo ano ficaram estáveis em R$ 2,21. Há quatro semanas, estas previsões estavam em R$ 2,23.
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Balança
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As projeções do mercado financeiro para o superávit em conta corrente deste ano subiram de US$ 12,10 bilhões para US$ 12,50 bilhões. Esta foi a segunda alta consecutiva destas estimativas, que estavam em US$ 12 bilhões há quatro semanas.
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As previsões de superávit da balança comercial neste ano, por sua vez, ficaram estáveis em US$ 45 bilhões pela terceira semana consecutiva. Há quatro semanas, estas projeções estavam em US$ 44,95 bilhões. Para 2007, as estimativas de superávit em conta corrente aumentaram de US$ 5,65 bilhões para US$ 6 bilhões. Esta foi a segunda alta consecutiva destas projeções, que estavam em US$ 5,62 bilhões há quatro semanas.
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As previsões de superávit da balança comercial no próximo ficaram estáveis em US$ 38 bilhões pela segunda semana seguida. Há quatro semanas, estas previsões estavam nos mesmos US$ 38 bilhões.