Pensamentos atuais:
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"O crime organizado está hoje nos palácios – já não está mais nem nos porões dos palácios como antes – e o que está aí nas ruas é o crime desorganizado comandando a sociedade organizada."
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"O crime organizado está hoje nos palácios – já não está mais nem nos porões dos palácios como antes – e o que está aí nas ruas é o crime desorganizado comandando a sociedade organizada."
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Cezar Roberto Bitencourt, criminalista
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"Estou chocado. Uma coisa é o criminoso matando inocentes. Outra coisa é o Estado cometendo genocídio. O que o Estado faz aqui é assassinato."
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"Estou chocado. Uma coisa é o criminoso matando inocentes. Outra coisa é o Estado cometendo genocídio. O que o Estado faz aqui é assassinato."
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Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, em visita ao hospital público Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste da capital
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De vento em popa, mas na Argentina
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De vento em popa, mas na Argentina
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As vendas da Coteminas, o maior grupo têxtil do país, cresceram mais na Argentina do que no Brasil em 2006.
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Segmento de fontes alternativas deve se aquecer
Gazeta Mercantil
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No último dia 21 de dezembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a resolução da Audiência Pública 33/2005, que vai permitir a ampliação do mercado livre, com benefícios diretos para os consumidores. Esta resolução vai incentivar a compra de energia por fontes alternativas (eólica, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas e outras) entre grupos de consumidores com demanda de até 500 kilowatts (kW).
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Amazônia pode ficar 8ºC mais quente em 100 anos
Redação Terra
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Um estudo do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) indica que a temperatura média da Amazônia poderá estar 8ºC acima da atual daqui a 100 anos. E o volume de chuva será 20% menor.
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"O Brasil é um país vulnerável às mudanças climáticas e algo tem de ser feito para se evitar catástrofes futuras", disse o meteorologista José Antonio Marengo, líder da pesquisa, ao jornal O Estado de S. Paulo.
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Segundo ele, essa é uma projeção pessimista, se o protocolo de Kyoto não for respeitado e o desmatamento desenfreado da Amazônia continuar. "Se isso acontecer, a Amazônia deixará de ser floresta passando a ser cerrado", disse.
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A projeção também alerta que, no Sudeste, em 2.100, pode haver redução na umidade do ar, além chover 10% menos. Ele diz que as temperaturas subiriram entre 3ºC e 5ºC na Região. Entre as medidas que devem ser adotadas, Marengo cita a redução da poluição proveniente de veículos e a redução nos desmatamentos e queimadas.
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Gastança presidencial
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Entre janeiro de 2003 e novembro de 2006, o gabinete da Presidência gastou R$ 5,4 bilhões, ou 0,08% do PIB. Praticamente o mesmo que o Ministério das Relações Exteriores e mais que os ministérios da Indústria e Comércio (R$ 5,3 bi) e das Comunicações (R$ 4,1 bi). É o que mostra o levantamento feito pelo economista Ricardo Bergamini sobre o perfil das despesas da União, com base em dados do Ministério da Fazenda.
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Já o ministério do Bolsa-Família (Desenvolvimento Social) consumiu R$ 24 bilhões no primeiro mandato, o Meio Ambiente levou meros R$ 4 bi.
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Estudo revela que população confia na democracia, mas desconfia das instituições
por Moacir Assunção, no Estadão
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Segmento de fontes alternativas deve se aquecer
Gazeta Mercantil
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No último dia 21 de dezembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a resolução da Audiência Pública 33/2005, que vai permitir a ampliação do mercado livre, com benefícios diretos para os consumidores. Esta resolução vai incentivar a compra de energia por fontes alternativas (eólica, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas e outras) entre grupos de consumidores com demanda de até 500 kilowatts (kW).
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Amazônia pode ficar 8ºC mais quente em 100 anos
Redação Terra
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Um estudo do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) indica que a temperatura média da Amazônia poderá estar 8ºC acima da atual daqui a 100 anos. E o volume de chuva será 20% menor.
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"O Brasil é um país vulnerável às mudanças climáticas e algo tem de ser feito para se evitar catástrofes futuras", disse o meteorologista José Antonio Marengo, líder da pesquisa, ao jornal O Estado de S. Paulo.
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Segundo ele, essa é uma projeção pessimista, se o protocolo de Kyoto não for respeitado e o desmatamento desenfreado da Amazônia continuar. "Se isso acontecer, a Amazônia deixará de ser floresta passando a ser cerrado", disse.
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A projeção também alerta que, no Sudeste, em 2.100, pode haver redução na umidade do ar, além chover 10% menos. Ele diz que as temperaturas subiriram entre 3ºC e 5ºC na Região. Entre as medidas que devem ser adotadas, Marengo cita a redução da poluição proveniente de veículos e a redução nos desmatamentos e queimadas.
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Gastança presidencial
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Entre janeiro de 2003 e novembro de 2006, o gabinete da Presidência gastou R$ 5,4 bilhões, ou 0,08% do PIB. Praticamente o mesmo que o Ministério das Relações Exteriores e mais que os ministérios da Indústria e Comércio (R$ 5,3 bi) e das Comunicações (R$ 4,1 bi). É o que mostra o levantamento feito pelo economista Ricardo Bergamini sobre o perfil das despesas da União, com base em dados do Ministério da Fazenda.
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Já o ministério do Bolsa-Família (Desenvolvimento Social) consumiu R$ 24 bilhões no primeiro mandato, o Meio Ambiente levou meros R$ 4 bi.
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Estudo revela que população confia na democracia, mas desconfia das instituições
por Moacir Assunção, no Estadão
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A democracia está plenamente consolidada no Brasil. As instituições democráticas, entretanto, são vistas com extrema desconfiança pelos cidadãos, que não confiam em partidos políticos, Congresso Nacional, governo, Justiça e polícia. E esta desconfiança vem aumentando com o passar do tempo.
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O aparente paradoxo, que aponta para o aumento da confiança na democracia e, ao mesmo tempo, para o crescimento da desconfiança em suas instituições representativas, é a principal conclusão da pesquisa A Desconfiança dos Cidadãos das Instituições Democráticas, coordenada pelos cientistas políticos José Álvaro Moisés, da Universidade de São Paulo (USP), e Rachel Meneguello, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ouviu 2,004 mil pessoas de todas as regiões brasileiras. Os dados foram comparados com estudos semelhantes feitos em 2000, 1997, 1993 e 1990. A adesão ao sistema democrático de governo chega a 83% de satisfeitos na média dos últimos anos.
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O aparente paradoxo, que aponta para o aumento da confiança na democracia e, ao mesmo tempo, para o crescimento da desconfiança em suas instituições representativas, é a principal conclusão da pesquisa A Desconfiança dos Cidadãos das Instituições Democráticas, coordenada pelos cientistas políticos José Álvaro Moisés, da Universidade de São Paulo (USP), e Rachel Meneguello, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ouviu 2,004 mil pessoas de todas as regiões brasileiras. Os dados foram comparados com estudos semelhantes feitos em 2000, 1997, 1993 e 1990. A adesão ao sistema democrático de governo chega a 83% de satisfeitos na média dos últimos anos.
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'Em síntese, fica demonstrado que as pessoas cada vez mais aderem à democracia, mas não confiam, na prática, em que suas instituições possam melhorar a vida delas', explicou Moisés. A questão, de acordo com o estudioso, é a de que o Brasil se converteu em uma democracia eleitoral, mas está longe de ser uma democracia efetiva, onde predominam temas como o primado da lei, ou seja, a lei vale para todos, direitos civis e políticos e equilíbrio político. 'O recado é muito claro: os cidadãos não se sentem, de forma alguma, representados por suas instituições', afirmou o pesquisador.
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A desconfiança na atuação dos deputados e senadores - que acabaram de sofrer um enorme desgaste por conta da tentativa de aumentar em 91% os seus salários - chegou a 59,7% dos entrevistados, que consideraram seu desempenho ruim ou péssimo, depois de ter sido de 32,5% em 1997 e 39,1% em 2000. Por outro lado, a democracia alcança avaliações positivas que chegam a 64,8% em 2006, ante 48,4% em 2000 e 56,4% em 1997. A pergunta da pesquisa neste sentido era se as pessoas preferiam a democracia ou alguma forma de ditadura, como a volta do regime militar.
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O cartão corporativo da Abin
Correio Braziliense
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"A regra é clara. De alfinete a foguete, toda compra ou gasto feitos pelo governo federal precisam ser tornados públicos e fiscalizados. Mas há algumas poucas exceções. Uma delas é a chamada VS (ou verba secreta) da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Isenta da fiscalização externa, a VS deveria em tese ser destinada a missões típicas de um serviço secreto, como pagar informantes, bancar operações de espionagem e custear gastos com missões clandestinas. Dentro da própria Abin, no entanto, há suspeitas de que a VS esteja sendo usada de maneira irregular.
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Sindicância interna aberta recentemente apura o suposto uso da VS para pagar o salário de uma secretária da Superintendência da Abin em São Paulo. (...)
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Agentes ouvidos pelo Correio Braziliense/Estado de Minas afirmam que a VS tem sido usada para custear gastos que deveriam ser ostensivos, o que implicaria em realização de licitações públicas e prestação de contas."
Correio Braziliense
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"A regra é clara. De alfinete a foguete, toda compra ou gasto feitos pelo governo federal precisam ser tornados públicos e fiscalizados. Mas há algumas poucas exceções. Uma delas é a chamada VS (ou verba secreta) da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Isenta da fiscalização externa, a VS deveria em tese ser destinada a missões típicas de um serviço secreto, como pagar informantes, bancar operações de espionagem e custear gastos com missões clandestinas. Dentro da própria Abin, no entanto, há suspeitas de que a VS esteja sendo usada de maneira irregular.
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Sindicância interna aberta recentemente apura o suposto uso da VS para pagar o salário de uma secretária da Superintendência da Abin em São Paulo. (...)
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Agentes ouvidos pelo Correio Braziliense/Estado de Minas afirmam que a VS tem sido usada para custear gastos que deveriam ser ostensivos, o que implicaria em realização de licitações públicas e prestação de contas."