Boquinha inoperante
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O Governo Lula premiou a Agência Nacional de Aviação Civil pelo apagão aéreo. Criou, pela MP 341/06, de 29 de dezembro do ano passado, 20 cargos ao custo de R$ 1,9 milhão ao ano.
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Fim da mamata
Jornal O Globo
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"Afarra das aposentadorias vitalícias dos ex-governadores pode estar com os dias contados. O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, deu o primeiro passo ao considerar inconstitucional o pagamento de aposentadoria integral vitalícia a ex-governadores, já que a Constituição não prevê esse tipo de benefício. Na última sexta-feira, ele enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável a uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo PDT contra o pagamento do benefício no Ceará a quem exerceu o mandato por menos de seis meses. As legislações estaduais foram aprovadas à revelia da Constituição e, no julgamento do mérito, os ministros do STF podem considerar inconstitucional o pagamento das pensões vitalícias para todos os governadores, até mesmo para que os cumpriram o mandato inteiro.
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Se a maioria dos ministros do Supremo concordar com o procurador-geral, os ex-governadores cearenses e de outros estados perderão a aposentadoria. O resultado do julgamento será aplicado apenas no caso específico do Ceará, mas servirá de precedente para derrubar o benefício em todo o país, desde que sejam propostas outras ações ao STF contra o pagamento da aposentadoria a ex-governadores."
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Chinaglia à moda Severino
Jornal O Globo
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"O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, iniciou ampla consulta entre os partidos da base sobre o potencial das candidaturas dos deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para a presidência da Câmara. Para alguns parlamentares, Tarso chegou a afirmar que Chinaglia, líder do governo, tem vantagem sobre Aldo, presidente da Câmara. Mas o levantamento não incluiu a oposição.
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O comando da campanha de Aldo, além de partidos da oposição, contabiliza o apoio de 17 dos 27 governadores. Hoje o PMDB reúne a bancada para decidir quem apoiar. Antes, os líderes se reúnem com Tarso.
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Chinaglia fez uma reunião na casa do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) para escrever a carta de compromissos de campanha. Entre as prioridades está a votação do reajuste do subsí$dos parlamentares, pivô de desgaste dos deputados.
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Ele também se comprometeu a tratar de questões polêmicas como a verba indenizatória, a ajuda de custo e a redução do envio de medidas provisórias."
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O sonho Gerdau não morreu
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O Governo Lula premiou a Agência Nacional de Aviação Civil pelo apagão aéreo. Criou, pela MP 341/06, de 29 de dezembro do ano passado, 20 cargos ao custo de R$ 1,9 milhão ao ano.
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Fim da mamata
Jornal O Globo
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"Afarra das aposentadorias vitalícias dos ex-governadores pode estar com os dias contados. O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, deu o primeiro passo ao considerar inconstitucional o pagamento de aposentadoria integral vitalícia a ex-governadores, já que a Constituição não prevê esse tipo de benefício. Na última sexta-feira, ele enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável a uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo PDT contra o pagamento do benefício no Ceará a quem exerceu o mandato por menos de seis meses. As legislações estaduais foram aprovadas à revelia da Constituição e, no julgamento do mérito, os ministros do STF podem considerar inconstitucional o pagamento das pensões vitalícias para todos os governadores, até mesmo para que os cumpriram o mandato inteiro.
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Se a maioria dos ministros do Supremo concordar com o procurador-geral, os ex-governadores cearenses e de outros estados perderão a aposentadoria. O resultado do julgamento será aplicado apenas no caso específico do Ceará, mas servirá de precedente para derrubar o benefício em todo o país, desde que sejam propostas outras ações ao STF contra o pagamento da aposentadoria a ex-governadores."
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Chinaglia à moda Severino
Jornal O Globo
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"O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, iniciou ampla consulta entre os partidos da base sobre o potencial das candidaturas dos deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para a presidência da Câmara. Para alguns parlamentares, Tarso chegou a afirmar que Chinaglia, líder do governo, tem vantagem sobre Aldo, presidente da Câmara. Mas o levantamento não incluiu a oposição.
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O comando da campanha de Aldo, além de partidos da oposição, contabiliza o apoio de 17 dos 27 governadores. Hoje o PMDB reúne a bancada para decidir quem apoiar. Antes, os líderes se reúnem com Tarso.
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Chinaglia fez uma reunião na casa do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) para escrever a carta de compromissos de campanha. Entre as prioridades está a votação do reajuste do subsí$dos parlamentares, pivô de desgaste dos deputados.
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Ele também se comprometeu a tratar de questões polêmicas como a verba indenizatória, a ajuda de custo e a redução do envio de medidas provisórias."
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O sonho Gerdau não morreu
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Não se deve descartar o empresário Jorge Gerdau no novo ministério. Lula continua querendo. E Gerdau, ainda que negue publicamente, deixou uma porta aberta nas sondagens.
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Fábrica da Toyota no Brasil pode ficar para 2008
Valor OnLine
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O carro compacto que a Toyota planeja produzir no Brasil pode sair do papel só em 2008. Segundo vice-presidente da companhia para o Mercosul, Luiz Carlos Andrade Jr, a distribuição do veículo não ficará restrita apenas ao mercado doméstico. Ele será também exportado para os demais países da América Latina, incluindo o México.
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A decisão de globalizar o novo automóvel, entretanto, fará com que a definição sobre o modelo, a localização e o cronograma de instalação da nova unidade industrial demore um pouco mais, admitiu o executivo. Aguardado há mais de um ano, o anúncio ainda pode levar, na pior das hipóteses, até mais dois anos.
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Fábrica da Toyota no Brasil pode ficar para 2008
Valor OnLine
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O carro compacto que a Toyota planeja produzir no Brasil pode sair do papel só em 2008. Segundo vice-presidente da companhia para o Mercosul, Luiz Carlos Andrade Jr, a distribuição do veículo não ficará restrita apenas ao mercado doméstico. Ele será também exportado para os demais países da América Latina, incluindo o México.
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A decisão de globalizar o novo automóvel, entretanto, fará com que a definição sobre o modelo, a localização e o cronograma de instalação da nova unidade industrial demore um pouco mais, admitiu o executivo. Aguardado há mais de um ano, o anúncio ainda pode levar, na pior das hipóteses, até mais dois anos.
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"Quando envolvia apenas o Brasil, a decisão era mais fácil, mas agora ficou mais complexa", comentou Andrade Jr. Segundo ele, a nova linha terá que ter mais flexibilidade do que havia sido planejado anteriormente, mas "quanto antes" a decisão for tomada, melhor será. "O novo projeto é o principal assunto de nossas reuniões com a direção mundial do grupo", completa.
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Conforme o executivo, o novo carro permitirá o "grande salto" de participação da Toyota no mercado brasileiro de automóveis, dos atuais 4% para os esperados 10% até 2010. O executivo reconhece que a meta é "difícil", mas mesmo assim acredita que a fatia poderá ser até maior. Isto se a operação brasileira conseguir desenvolver um produto capaz de garantir suporte para o objetivo da empresa de conquistar 15% do mercado mundial na próxima década, o que a levaria a superar a General Motors na liderança global do setor.
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Segundo Andrade Jr, embora o novo modelo ainda não esteja definido, o veículo terá o chamado motor flex (movido com mais de um tipo de combustível). "Hoje competimos em apenas 10% do mercado brasileiro (com automóveis sedan, picapes e station-wagons), no qual temos uma participação de 38%. Com o carro pequeno, a empresa ingressará num segmento que representa 70% do consumo nacional", destaca.
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Assim como o modelo do novo carro, a localização da fábrica onde ele será montado também não está fechada ainda. As especulações de que a unidade poderia ficar no Rio Grande do Sul, na Bahia, em Santa Catarina ou mesmo em São Paulo, são "normais" , mas é "impossível" afirmar hoje que algum Estado esteja em vantagem sobre outro na preferência da empresa, disse o executivo. Nem Indaiatuba (SP), onde a montadora já tem a fábrica que produz o modelo Corolla e a Fielder, foi descartada por ele.
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"A decisão será baseada em padrões técnicos", afirmou Andrade Jr., relacionando itens como disponibilidade de área, qualidade e disponibilidade de mão-de-obra e logística. "Os contatos governamentais virão só depois da fase técnica".
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Com uma produção de 64 mil carros no Brasil de janeiro a novembro deste ano, o que representa uma alta de 4,7% sobre igual período de 2005, a Toyota prevê vendas de 70 mil unidades no país no acumulado do ano, incluindo duas mil importadas da Argentina, em especial as picapes Hilux. No ano passado, a empresa comercializou 61 mil carros no mercado doméstico e até março a previsão para 2006 era de 66,9 mil veículos.
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A montadora ainda não fechou as projeções de crescimento das vendas no Brasil para o ano que vem, mas elas devem ficar entre 5% e 6%, adiantou Andrade Jr. Em todo o mundo, a Toyota estima vendas de 8,85 milhões de carros ainda em 2006, ante 7,36 milhões em 2005, incluindo as marcas Toyota, Daihatsu, Hino e Lexus.
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Golpe nas dietas fajutas
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Conforme o executivo, o novo carro permitirá o "grande salto" de participação da Toyota no mercado brasileiro de automóveis, dos atuais 4% para os esperados 10% até 2010. O executivo reconhece que a meta é "difícil", mas mesmo assim acredita que a fatia poderá ser até maior. Isto se a operação brasileira conseguir desenvolver um produto capaz de garantir suporte para o objetivo da empresa de conquistar 15% do mercado mundial na próxima década, o que a levaria a superar a General Motors na liderança global do setor.
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Segundo Andrade Jr, embora o novo modelo ainda não esteja definido, o veículo terá o chamado motor flex (movido com mais de um tipo de combustível). "Hoje competimos em apenas 10% do mercado brasileiro (com automóveis sedan, picapes e station-wagons), no qual temos uma participação de 38%. Com o carro pequeno, a empresa ingressará num segmento que representa 70% do consumo nacional", destaca.
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Assim como o modelo do novo carro, a localização da fábrica onde ele será montado também não está fechada ainda. As especulações de que a unidade poderia ficar no Rio Grande do Sul, na Bahia, em Santa Catarina ou mesmo em São Paulo, são "normais" , mas é "impossível" afirmar hoje que algum Estado esteja em vantagem sobre outro na preferência da empresa, disse o executivo. Nem Indaiatuba (SP), onde a montadora já tem a fábrica que produz o modelo Corolla e a Fielder, foi descartada por ele.
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"A decisão será baseada em padrões técnicos", afirmou Andrade Jr., relacionando itens como disponibilidade de área, qualidade e disponibilidade de mão-de-obra e logística. "Os contatos governamentais virão só depois da fase técnica".
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Com uma produção de 64 mil carros no Brasil de janeiro a novembro deste ano, o que representa uma alta de 4,7% sobre igual período de 2005, a Toyota prevê vendas de 70 mil unidades no país no acumulado do ano, incluindo duas mil importadas da Argentina, em especial as picapes Hilux. No ano passado, a empresa comercializou 61 mil carros no mercado doméstico e até março a previsão para 2006 era de 66,9 mil veículos.
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A montadora ainda não fechou as projeções de crescimento das vendas no Brasil para o ano que vem, mas elas devem ficar entre 5% e 6%, adiantou Andrade Jr. Em todo o mundo, a Toyota estima vendas de 8,85 milhões de carros ainda em 2006, ante 7,36 milhões em 2005, incluindo as marcas Toyota, Daihatsu, Hino e Lexus.
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Golpe nas dietas fajutas
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A ONU enviou no mês passado ao Brasil uma missão para apurar por que os brasileiros (mais especificamente as brasileiras) consomem tanta droga para emagrecimento. A missão reuniu-se com representantes dos ministérios da Saúde e da Justiça. O que mitigou a barra do Brasil foi uma coincidência: na mesma semana em que os técnicos estavam aqui, a Anvisa editou uma resolução propondo medidas mais rígidas para a produção de anorexígenos. Por exemplo: o médico que quiser prescrever esses medicamentos terá de ir mensalmente à Anvisa retirar um talonário especial, usado também para a prescrição de drogas como ópio e morfina. Além disso, ficará proibido de prescrever medicamentos como diuréticos e laxantes combinados com anorexígenos. A resolução está aberta a consulta pública até meados de fevereiro. Se entrar em vigor na forma como foi proposta, o consumo de anfetaminas para emagrecimento no Brasil deverá sofrer duro golpe.