Faltam alternativas para estradas, avalia Associação
Alexandro Martello, do G1, em Brasília
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O presidente da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, afirmou nesta quinta-feira (11), após encontro com o ministro interino da Fazenda, Bernard Appy, que não há muitas alternativas para mudanças no sistema de reforma das estradas brasileiras. "Ou é concessão com pedágio, ou é via Parceria Público Privada, ou com recursos do orçamento da União", disse ele.
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Nesta quarta-feira (10), o governo decidiu suspender as novas licitações para concessão de rodovia para reavaliar o modelo e as regras oferecidas. O governo avalia que os preços cobrados nos pedágios estão acima do aceitável. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que é preciso rever a taxa de retorno dos investimentos já que a taxa básica de juros, a Selic, registra seguidas quedas.
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Godoy disse que não há, por parte do governo, nenhum "componente ideológico" contra a iniciativa privada. Ele tentou argumentar que não haveria espaço para a cobrança de tarifas "exorbitantes" por parte das concessionárias que atuam nas estradas brasileiras. Para o presidente da Abdib, o mercado seria "competitivo" e não haveria cartel.
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"Tarifas exorbitantes não se sustentam em um sistema de competição", disse Godoy. Acrescentou que pode ser estipulado um teto para as tarifas e, a partir daí, deixar o mercado se auto regular. "Vamos nos debruçar para ajudar a fechar esta equação", afirmou. Em sua avaliação, podem acontecer "mudanças pontuais" no formato de concessão. Para ele, as regras têm de atrair o investimento privado, mas sem onerar o setor.
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O presidente da Abdib disse ainda que a suspensão dos novos trechos de rodovias pode ter impacto nos investimentos no setor, mas somente se as novas regras não ficarem bem explicadas pelo governo federal. Entretanto, afirmou que mudanças nas regras fazem parte do "cotidiano" brasileiro e acrescentou que as alterações, por si só, não desanimam os investidores.
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Conab eleva previsão para safra agrícola 2006/07
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A produção de grãos na safra 2006/07 está projetada em 121,5 milhões de toneladas, um crescimento de 1,59 milhão de toneladas, ou 1,3% na comparação com a safra anterior. Naquele período, os produtores colheram 119,9 milhões de toneladas de grãos.
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Alexandro Martello, do G1, em Brasília
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O presidente da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, afirmou nesta quinta-feira (11), após encontro com o ministro interino da Fazenda, Bernard Appy, que não há muitas alternativas para mudanças no sistema de reforma das estradas brasileiras. "Ou é concessão com pedágio, ou é via Parceria Público Privada, ou com recursos do orçamento da União", disse ele.
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Nesta quarta-feira (10), o governo decidiu suspender as novas licitações para concessão de rodovia para reavaliar o modelo e as regras oferecidas. O governo avalia que os preços cobrados nos pedágios estão acima do aceitável. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que é preciso rever a taxa de retorno dos investimentos já que a taxa básica de juros, a Selic, registra seguidas quedas.
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Godoy disse que não há, por parte do governo, nenhum "componente ideológico" contra a iniciativa privada. Ele tentou argumentar que não haveria espaço para a cobrança de tarifas "exorbitantes" por parte das concessionárias que atuam nas estradas brasileiras. Para o presidente da Abdib, o mercado seria "competitivo" e não haveria cartel.
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"Tarifas exorbitantes não se sustentam em um sistema de competição", disse Godoy. Acrescentou que pode ser estipulado um teto para as tarifas e, a partir daí, deixar o mercado se auto regular. "Vamos nos debruçar para ajudar a fechar esta equação", afirmou. Em sua avaliação, podem acontecer "mudanças pontuais" no formato de concessão. Para ele, as regras têm de atrair o investimento privado, mas sem onerar o setor.
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O presidente da Abdib disse ainda que a suspensão dos novos trechos de rodovias pode ter impacto nos investimentos no setor, mas somente se as novas regras não ficarem bem explicadas pelo governo federal. Entretanto, afirmou que mudanças nas regras fazem parte do "cotidiano" brasileiro e acrescentou que as alterações, por si só, não desanimam os investidores.
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Conab eleva previsão para safra agrícola 2006/07
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A produção de grãos na safra 2006/07 está projetada em 121,5 milhões de toneladas, um crescimento de 1,59 milhão de toneladas, ou 1,3% na comparação com a safra anterior. Naquele período, os produtores colheram 119,9 milhões de toneladas de grãos.
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A estimativa foi divulgada pelo presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Jacinto Ferreira. Segundo ele, a revisão deve-se à recuperação da produtividade das lavouras, que foram beneficiadas pelo clima favorável na fase inicial do plantio, principalmente na Região Centro-Sul do país.
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Novas leis não podem ser feitas de pânico
Postado por Roberto Jefferson
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A proposta dos governadores do Sudeste de agir em conjunto contra o crime organizado merece elogios e apoio para que saia do papel. Já a proposta de criar novas leis e novos crimes para tentar minar a atuação destas organizações na região veio em hora errada. Usar o pânico como enchimento de lei não resolve problemas, mas acaba criando novos. Não que as leis não tenham que ser alteradas. Afinal, a legislação nacional não é perfeita e um processo de renovação deve ser constante.
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Novas leis não podem ser feitas de pânico
Postado por Roberto Jefferson
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A proposta dos governadores do Sudeste de agir em conjunto contra o crime organizado merece elogios e apoio para que saia do papel. Já a proposta de criar novas leis e novos crimes para tentar minar a atuação destas organizações na região veio em hora errada. Usar o pânico como enchimento de lei não resolve problemas, mas acaba criando novos. Não que as leis não tenham que ser alteradas. Afinal, a legislação nacional não é perfeita e um processo de renovação deve ser constante.
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Mas, para entender a questão, podemos usar o exemplo dado pelos próprios governadores, que requereram a criação de um novo crime no Código Penal para punir os presidiários encontrados com celular. Ora, celulares, assim como drogas e armas, já são proibidos dentro dos presídios. É válido pedir uma punição mais severa para presos que tem celulares ilegais, mas esta simples alteração não é suficiente, nem de longe, para impedir que esta infração continue acontecendo. A criação de mais um tipo penal serve apenas para cuidar de um pequeno sintoma - nada mais é do que maquiagem - enquanto a doença continua corroendo os corredores do sistema penitenciário e judiciário. A prioridade agora deveria ser colocar estes dois sistemas em funcionamento eficiente, problema de muito mais difícil solução do que criar mais processos para se somarem às já imensas pilhas existentes.
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Antes de criar mais palavras no emaranhado de leis de nosso país, gostaria de ouvir propostas sérias e ver medidas eficazes para impedir que celulares, armas e drogas entrem no espaço no qual há a maior ingerência e controle do Estado: os presídios. Falta impedir a impunidade resultante da lentidão do Judiciário, falta uma existência real do Estado dentro dos presídios, que são hoje terra sem controle. Estas medidas devem acontecer primeiro, e novas leis devem ser resultado direto de seu sucesso, e não do pânico que geralmente é pouco racional.
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O Davi do chip
Por Sérgio Teixeira Jr., EXAME
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No mundo da tecnologia, as empresas costumam ser inextricavelmente associadas à imagem de seus líderes. Foi assim com a Microsoft de Bill Gates, que inaugurou a era dos nerds bilionários, e também com a Oracle de Larry Ellison, conhecido pela língua solta e por sua paixão por veleiros e iates. Mais recentemente, o símbolo dessa confusão entre egos e marcas é a dupla Sergey Brin e Larry Page. Os fundadores do Google mandaram instalar quadras de vôlei de praia (com areia) na sede californiana da empresa e pagam chefs para cozinhar as refeições dos funcionários. Ao lado dessas personagens, a figura do mexicano Hector Ruiz, presidente da AMD, é ainda mais interessante. Responsável por uma das viradas mais celebradas da indústria de tecnologia nos últimos tempos, Ruiz, um senhor de 61 anos, é modesto e não faz questão dos holofotes. Pelo contrário. Numa passagem recente por São Paulo, encerrou uma sessão de retratos de maneira brusca. "Já chega", disse, mais preocupado com o BlackBerry que apitava do que com a pose na fotografia. Foi sob a liderança desse executivo que a AMD, eterno patinho feio do bilionário negócio de microprocessadores, tornou-se uma ameaça real à super poderosa Intel. Mas Ruiz não faz a menor questão de vestir a coroa de louros -- pelo menos não publicamente.
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Sumiram com carne
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O Ministério da Educação deve convocar a PF para investigar o sumiço de 123 toneladas de carne que deveriam ter sido consumidas por crianças em Sergipe na merenda escolar.
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Família de vereador recebe auxílio do Bolsa-Família
Tiago Décimo, Estadão Online
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SALVADOR - O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) está investigando a família do presidente da Câmara de Vereadores de Belmonte (BA), cidade de cerca de 20 mil habitantes, Aelson Silva Matos (PL), conhecido como Calango. De acordo com a denúncia, a mulher de Matos, Nanci Lima Oliveira, e os três filhos do casal - Ricardo, Soatenes e Iasmim Vieira Matos - receberam, até novembro, auxílio do Bolsa-Família.
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O Davi do chip
Por Sérgio Teixeira Jr., EXAME
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No mundo da tecnologia, as empresas costumam ser inextricavelmente associadas à imagem de seus líderes. Foi assim com a Microsoft de Bill Gates, que inaugurou a era dos nerds bilionários, e também com a Oracle de Larry Ellison, conhecido pela língua solta e por sua paixão por veleiros e iates. Mais recentemente, o símbolo dessa confusão entre egos e marcas é a dupla Sergey Brin e Larry Page. Os fundadores do Google mandaram instalar quadras de vôlei de praia (com areia) na sede californiana da empresa e pagam chefs para cozinhar as refeições dos funcionários. Ao lado dessas personagens, a figura do mexicano Hector Ruiz, presidente da AMD, é ainda mais interessante. Responsável por uma das viradas mais celebradas da indústria de tecnologia nos últimos tempos, Ruiz, um senhor de 61 anos, é modesto e não faz questão dos holofotes. Pelo contrário. Numa passagem recente por São Paulo, encerrou uma sessão de retratos de maneira brusca. "Já chega", disse, mais preocupado com o BlackBerry que apitava do que com a pose na fotografia. Foi sob a liderança desse executivo que a AMD, eterno patinho feio do bilionário negócio de microprocessadores, tornou-se uma ameaça real à super poderosa Intel. Mas Ruiz não faz a menor questão de vestir a coroa de louros -- pelo menos não publicamente.
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Sumiram com carne
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Tiago Décimo, Estadão Online
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