quarta-feira, janeiro 17, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Não há motivo para apreensão com rodovias, diz Godoy
Por Gerusa Marques, Agência Estado
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O presidente da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base, Paulo Godoy, disse que há um "frisson" em torno da decisão do governo de suspender o programa de concessão à iniciativa privada de sete trechos de rodovias federais, mas disse que não há necessidade de "tamanha apreensão".
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Ele se reuniu na quinta-feira (11/1) com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para tratar do assunto e das medidas que serão anunciadas pelo governo para destravar a economia. "A ministra deixou claro que há disposição do governo em viabilizar esses lotes de estradas e outros", disse Godoy.
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Segundo ele, não há nenhuma posição, no governo, contrária à participação da iniciativa privada. "Pelo contrário, há uma tentativa de atrair o capital privado. Obviamente que é papel do Estado organizar essas licitações de tal forma que tenha um critério justo de preço, de viabilidade econômica e de remuneração adequada da iniciativa privada, que possa ser compatibilizado com os interesses do governo e dos usuários", afirmou.
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Investimentos
A estimativa é de que sejam necessários 20 bilhões de reais de investimentos, nos sete trechos de rodovias federais que fazem parte da licitação suspensa pelo governo, disse Godoy. Segundo ele, o governo não tem condições de fazer esses investimentos sozinho. "Agora está num ponto em que precisamos ter uma equação definitiva, porque, do contrário, precisaríamos imaginar que o orçamento público tivesse condições de fazer esses investimentos, e não tem. E o governo está ciente que não tem", afirmou Godoy, depois de se reunir com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
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Além da questão das rodovias, eles discutiram também os entraves para o crescimento econômico na área de infra-estrutura. Segundo Godoy, foram discutidas isenções tributárias, desoneração de investimentos, compensações ambientais e Parcerias Público Privadas (PPP). Ele disse que saiu da reunião com a perspectiva de que há um empenho muito grande do governo com relação ao desenvolvimento de infra-estrutura.
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Especificamente na questão das estradas, Godoy disse que uma definição sobre a licitação das rodovias tem de ser tomada rapidamente. "Em curto prazo de tempo, ou se tem uma solução através de concessões, ou uma solução através das PPPs ou o governo arruma recursos para fazer. Fora isso é voltar para o País e falar: 'olha, não vamos mexer nas estradas mais. Vai ficar do jeito que está'. Eu acho que o governo não vai querer isso", afirmou.
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É o nome
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Sérgio Cabral manda os bandidos para longe, aceita ajuda federal, visita hospitais com cara de necrotério, mexe em caixas de marimbondos antigas. Mais de 500 anos depois do xará, outro Cabral descobre o Rio.
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BNDES aprova financiamento de US$ 123 mi à Daimler Chrysler
Por Alessandra Saraiva , Agência Estado
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou hoje em comunicado aprovação de financiamento de 123 milhões de dólares para a Daimler Chrysler do Brasil Ltda. Os recursos serão usados para exportações de 500 ônibus com destino ao Chile, sendo 200 deles articulados e 300 com 12 metros de comprimento.
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No comunicado, o BNDES lembrou que a Daimler Chrysler do Brasil atua na fabricação de caminhões, chassis para ônibus e automóveis, com três unidades: em Juiz de Fora/MG (automóveis); em São Bernardo do Campo/SP (caminhões, chassis e plataformas para ônibus e motores ) e em Campinas/SP (peças e serviços).
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Governadores do NE pedem atenção ao desenvolvimento da região
Da Agência Brasil
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Os nove governadores do Nordeste assinaram nesta quinta-feira a 'Carta de Natal', em reunião realizada na capital potiguar. O documento final do encontro pede atenção especial ao desenvolvimento da região nas propostas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
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A 'Carta de Natal' também pede um “enfoque regional” para os projetos do Plano Prioritário de Investimentos (PPI), também em elaboração pelo governo federal. Os governadores querem também a inclusão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) – formado pelos secretários estaduais – nas definições de distribuição de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
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Na área do combate à violência, os governadores propõem a criação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública do Nordeste. A carta também anuncia a realização de reuniões mensais de todos os governadores, criando o Fórum Permanente de Governadores do Nordeste.
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“A elaboração da Carta de Natal reafirma a posição de todos os governadores da região de lutarem pelos termos que nos unificam em torno da defesa de um bom relacionamento com o governo federal”, afirmou o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, segundo assessoria do encontro.
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Dívida Pública
Os governadores também propuseram o uso de ativos contingentes dos estados para o pagamento de parte do serviço da dívida pública com a União, desde que sejam feitos investimentos e de que haja a devolução de uma caução que os governos fizeram para a rolagem de dívidas de 1996. De acordo com o governador da Paraíba, esse mecanismo não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.
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Os governadores propuseram ainda que todos os tributos e contribuições federais sejam incluídos na base de cálculo dos Fundos Constitucionais Fundo de Participação dos Estados (FPE) Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Fundos Especiais.
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iPhone: Apple sofre ação por uso da marca em produto
Radar – Veja online
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A empresa multinacional Cisco anunciou nesta quinta-feira que abriu um processou na Justiça americana contra a Apple pelo uso da marca "iPhone" no aparelho que mistura funções de telefone e tocador de MP3 - lançado esta semana nos Estados Unidos. A ação surpreendeu parte do mercado de tecnologia, sobretudo porque as duas empresas estavam em negociações sobre o assunto.
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Em comunicado, a Cisco informou que é proprietária da marca "iPhone" desde 2000. Antes, ela era exclusividade da empresa Infogear, que a teria registrado em 1996, informou a agência EFE. Steve Jobs, principal executivo da Apple, referiu-se ao lançamento da empresa como "iPhone" durante a apresentação do produto, em San Francisco.
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Fabricante de equipamentos de conexão em redes para aparelhos eletrônicos, a Cisco informou que pretende "evitar que a Apple viole, copie e use de forma deliberada a marca registrada 'iPhone'". "Não há dúvida de que o novo telefone da Apple é muito interessante, mas não deveriam usar nossa marca sem permissão", diz a nota.