quinta-feira, janeiro 25, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Flávio Dino quer correções no PAC

O deputado eleito pelo Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ex-juiz federal, anunciou hoje que seu primeiro ato como deputado federal, a partir da próxima semana, será a apresentação de emendas aos projetos que tratarem do Programa de Aceleração do Crescimento, recém-lançado pelo governo Lula. Para Flávio Dino, duas alterações são de máxima importância: a primeira quanto à regra de limitação aos aumentos dos gastos com servidores públicos, que segundo ele deve ser igual à regra de aumento do salário-mínimo, e, em segundo lugar, mudanças importantes no item do Programa que trata do licenciamento ambiental.

COMENTANDO A NOTICIA: Interessante a posição do deputado Flávio Dino, a querer igualar as regras de aumento do funcionalismo público. Eu até que aceitaria, mas valendo a seguinte condição: que as mesmas regras de aposentadoria do funcionalismo público passem a valer para a iniciativa privada. Que tal deputado, você encara essa ?

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Trabalhador paga o pato do PAC, diz Fausto

O ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho Francisco Fausto criticou hoje duramente o Programa de Aceleração do Crescimento, anunciado pelo presidente Lula, afirmando que "o trabalhador brasileiro vai pagar o pato mais uma vez". Ele lamentou a atitude de Lula porque, a exemplo dos governos anteriores, ele repete "a mesma maldade" com os trabalhadores: "O governo deixa de lado quem pode pagar e apela, como sempre, para aqueles que não podem pagar". Para Fausto, o governo vai conseguir uma façanha inédita, ou seja, "transformar o direito do trabalhador em direito dos herdeiros, mesmo assim tendo que recorrer à justiça para receber o benefício". Francisco Fausto foi juiz do trabalho durante mais de quarenta anos e hoje, aposentado, atua como advogado trabalhista em Natal (RN).

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Rei Chinaglia

Arlindo Chinaglia (PT-SP) virou “candidato TAM” à presidência da Câmara: é o rei do overbooking. Ele promete o mesmo cargo a vários deputados.

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Funcionários públicos criticam PAC e ameaçam greve

O funcionalismo público federal se posicionou nesta quarta-feira (24.01) de forma contrária à medida que restringe o crescimento real da folha de pagamento da União ao limite de 1,5% ao ano até 2016. A medida está prevista no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), anunciado pelo governo Lula esta semana. Os servidores acenam até mesmo com a possibilidade de paralisação geral ou ação na Justiça.
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“Se não houver avanço nas negociações, vamos ver se é a hora de uma grande greve ou se vamos buscar uma solução no campo jurídico”, afirmou José Milton Costa, secretário-geral da Condsef [Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal]. A entidade reúne 70% dos servidores (tanto ativos como inativos) do Executivo federal.
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A confederação pretende convocar plenária nacional para discutir o PAC e abrir negociações com o governo. “Nós vamos discutir com a nossa base. Nós da Condsef somos totalmente contrários [ao dispositivo da PAC]. Não foi discutido com os servidores e com a confederação”, justificou Costa.