Por Adelson Elias Vasconcellos
Hugo Chávez, aquele miliquinho ditador vagabundo da Venezuela veio ao Brasil para as reuniões do Mercosul e levará na bagagem uma Medalha Tiradentes (coitado do Tiradentes, não merecia isto), concedida pela Assembléia Legislativa do Rio Janeiro (pelo quê, não se sabe). Pois bem, na cerimônia de entrega da medalha, Chávez esqueceu em que país se encontrava e resolveu desancar para cima do Jornal O Globo e, de arrastão, resolveu agredir a mídia brasileira, com insultos e impropérios os mais descabidos.
Pois bem, até agora não se ouviu uma crítica mais violenta a esta agressão feita em território nacional, por um chefe de estado calhorda e aqui recebido com todos os paparicos.
É de se perguntar por andava nossa chancelaria ? Por onde andava o Presidente brasileiro ? E o que se dizer da FENAJ, e outros órgãos de imprensa que não se manifestaram em represália a esta agressão absurda e idiota ?
Claro que não estranho o silêncio do governo brasileiro, pois um país que promove ações de baixaria moral entre seus poderes, perdeu toda a sua noção de dignidade. Deixar Chávez brandir freneticamente, feito cão raivoso, dentro de uma Assembléia Legislativa contra um veículo de comunicação nacional, e nada fazer ou dizer, ou protestar, é descer ao fundo da imoralidade, da fraqueza moral e do desequilíbrio mental. Primeira vez ? Não, por certo que não, e justamente por isso nada se pode estranhar nesta debilidade do governo brasileiro diante de um estrangeiro agredir-nos dentro de nosso próprio território.
Que Chávez seja um porco imundo, isto é lá problema dele, mas que o Brasil se rebaixe com tamanha promiscuidade, para deixá-lo à vontade a vomitar aqui dentro sua imbecilidade contra entidades nossas como o Jornal O Globo, convenhamos, é passar um atestado de fraqueza moral para o mundo inteiro. Evo Morales no episódio de roubar os ativos da Petrobrás, e seguidamente Kirchner estrebuchar-se para ganhar privilégios na marra na relação comercial com o Brasil, dão mostras do que não se pode esperar deste governo que está aí: competência, vigor e firmeza para defender o interesse do Brasil em primeiro lugar.
Hugo Chávez, aquele miliquinho ditador vagabundo da Venezuela veio ao Brasil para as reuniões do Mercosul e levará na bagagem uma Medalha Tiradentes (coitado do Tiradentes, não merecia isto), concedida pela Assembléia Legislativa do Rio Janeiro (pelo quê, não se sabe). Pois bem, na cerimônia de entrega da medalha, Chávez esqueceu em que país se encontrava e resolveu desancar para cima do Jornal O Globo e, de arrastão, resolveu agredir a mídia brasileira, com insultos e impropérios os mais descabidos.
Pois bem, até agora não se ouviu uma crítica mais violenta a esta agressão feita em território nacional, por um chefe de estado calhorda e aqui recebido com todos os paparicos.
É de se perguntar por andava nossa chancelaria ? Por onde andava o Presidente brasileiro ? E o que se dizer da FENAJ, e outros órgãos de imprensa que não se manifestaram em represália a esta agressão absurda e idiota ?
Claro que não estranho o silêncio do governo brasileiro, pois um país que promove ações de baixaria moral entre seus poderes, perdeu toda a sua noção de dignidade. Deixar Chávez brandir freneticamente, feito cão raivoso, dentro de uma Assembléia Legislativa contra um veículo de comunicação nacional, e nada fazer ou dizer, ou protestar, é descer ao fundo da imoralidade, da fraqueza moral e do desequilíbrio mental. Primeira vez ? Não, por certo que não, e justamente por isso nada se pode estranhar nesta debilidade do governo brasileiro diante de um estrangeiro agredir-nos dentro de nosso próprio território.
Que Chávez seja um porco imundo, isto é lá problema dele, mas que o Brasil se rebaixe com tamanha promiscuidade, para deixá-lo à vontade a vomitar aqui dentro sua imbecilidade contra entidades nossas como o Jornal O Globo, convenhamos, é passar um atestado de fraqueza moral para o mundo inteiro. Evo Morales no episódio de roubar os ativos da Petrobrás, e seguidamente Kirchner estrebuchar-se para ganhar privilégios na marra na relação comercial com o Brasil, dão mostras do que não se pode esperar deste governo que está aí: competência, vigor e firmeza para defender o interesse do Brasil em primeiro lugar.