Marcele Facchinetti, Redação Terra
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse na tarde deste sábado que dificilmente os projetos do pacote de segurança serão aprovados pela Casa nesta semana. O deputado afirmou que há divergências entre os partidos e que alterações deverão ser feitas nos textos em discussão. A declaração foi feita durante o evento de comemoração dos 27 anos de fundação dos Partidos dos Trabalhadores (PT), que acontece em Salvador (BA).
Chinaglia disse que fará, durante a semana, uma reunião com os líderes dos partidos na Câmara para selecionar os projetos que tenham a maior unidade entre as bancadas. Esses projetos serão os primeiros a serem colocadas em pauta.
O presidente da Câmara disse que não quer criar a ilusão de que mudanças legais vão dar garantia de segurança para a sociedade. Segundo ele, a Casa está fazendo um esforço para pautar o debate, mas não se deve ter pressa em aprovar as questões. "Não temos que ter pressa. Temos que fazer bem feito", afirmou.
Chinaglia acha que as discussões na Câmara, isoladamente, não trarão mudanças. O deputado disse que, além dos projetos do Legislativo, é preciso haver um trabalho continuado do Executivo e dos órgãos ligados à segurança. O deputado acredita que o tema da violência ficará em pauta na Câmara por um bom tempo e que é necessário refletir sobre o assunto.
Segundo o presidente da Casa, os deputados devem votar a Super-Receita na próxima segunda-feira. Na terça Chinaglia haverá a chamada Comissão Geral, com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O tema da segurança será debatido a partir de quarta-feira.
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COMENTANDO A NOTICIA: Os leitores, cidadãos comuns deste país, provavelmente devem estar de saco cheio desta cantilena do “não devemos ter pressa”.! Pois, Chinaglia precisa entender de uma vez por todas que a pressa nesta questão é a vida das pessoas que estão sendo trucidadas pela irresponsabilidade em não se votar as leis que possam ao menos garantir à sociedade um mínimo de segurança. Se não puderem evitar os criminosos de agirem, que pelo menos sua punição seja exemplar, e que sejam definitivamente afastados do convívio social para não voltarem a matar, roubar, ferir, seqüestrar, estuprar, etc.
O Senhor Chinaglia bem melhor faria se tivesse o cuidado de verificar as datas em que os “vários” projetos na área de segurança foram apresentados e o tempo que os mesmos já tramitam no Congresso sem que os defenestrados parlamentares se dêem o trabalho (arre, isto deve causar-lhes calafrios), de analisarem e colocarem em votação. Provavelmente o senhor Chinaglia e seus pares tenham mais pressa em embolsar gordas facilidades financeiras, salários, privilégios, e outros apetites mais. Mas nunca é demais lembrar que a sociedade, porque mantém todas estas “bondades” financeiras” para os parlamentares, que ela tem pressa sim, e quer e exige que seus representantes pelo menos cumpram com sua obrigações, pontualmente, sem mentiras, sem embromação.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse na tarde deste sábado que dificilmente os projetos do pacote de segurança serão aprovados pela Casa nesta semana. O deputado afirmou que há divergências entre os partidos e que alterações deverão ser feitas nos textos em discussão. A declaração foi feita durante o evento de comemoração dos 27 anos de fundação dos Partidos dos Trabalhadores (PT), que acontece em Salvador (BA).
Chinaglia disse que fará, durante a semana, uma reunião com os líderes dos partidos na Câmara para selecionar os projetos que tenham a maior unidade entre as bancadas. Esses projetos serão os primeiros a serem colocadas em pauta.
O presidente da Câmara disse que não quer criar a ilusão de que mudanças legais vão dar garantia de segurança para a sociedade. Segundo ele, a Casa está fazendo um esforço para pautar o debate, mas não se deve ter pressa em aprovar as questões. "Não temos que ter pressa. Temos que fazer bem feito", afirmou.
Chinaglia acha que as discussões na Câmara, isoladamente, não trarão mudanças. O deputado disse que, além dos projetos do Legislativo, é preciso haver um trabalho continuado do Executivo e dos órgãos ligados à segurança. O deputado acredita que o tema da violência ficará em pauta na Câmara por um bom tempo e que é necessário refletir sobre o assunto.
Segundo o presidente da Casa, os deputados devem votar a Super-Receita na próxima segunda-feira. Na terça Chinaglia haverá a chamada Comissão Geral, com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O tema da segurança será debatido a partir de quarta-feira.
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COMENTANDO A NOTICIA: Os leitores, cidadãos comuns deste país, provavelmente devem estar de saco cheio desta cantilena do “não devemos ter pressa”.! Pois, Chinaglia precisa entender de uma vez por todas que a pressa nesta questão é a vida das pessoas que estão sendo trucidadas pela irresponsabilidade em não se votar as leis que possam ao menos garantir à sociedade um mínimo de segurança. Se não puderem evitar os criminosos de agirem, que pelo menos sua punição seja exemplar, e que sejam definitivamente afastados do convívio social para não voltarem a matar, roubar, ferir, seqüestrar, estuprar, etc.
O Senhor Chinaglia bem melhor faria se tivesse o cuidado de verificar as datas em que os “vários” projetos na área de segurança foram apresentados e o tempo que os mesmos já tramitam no Congresso sem que os defenestrados parlamentares se dêem o trabalho (arre, isto deve causar-lhes calafrios), de analisarem e colocarem em votação. Provavelmente o senhor Chinaglia e seus pares tenham mais pressa em embolsar gordas facilidades financeiras, salários, privilégios, e outros apetites mais. Mas nunca é demais lembrar que a sociedade, porque mantém todas estas “bondades” financeiras” para os parlamentares, que ela tem pressa sim, e quer e exige que seus representantes pelo menos cumpram com sua obrigações, pontualmente, sem mentiras, sem embromação.