Conta do governo não fecha
Dos 12.386 megawatts previstos no PAC para o suprimento de energia elétrica até 2010, necessários para o tal crescimento, o governo ainda não explicou de onde virão cerca de 1300 MW. Falou em geração de energia a partir de usinas térmicas a gás, carvão.
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Mantega nega controle cambial
Gazeta Mercantil
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira que o fórum criado para discutir o futuro da Previdência Social poderá resultar em uma reforma do sistema. A afirmação foi feita após sua colega da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmar que a reforma deverá ser a solução desenhada pelo Fórum que começa a trabalhar ainda em fevereiro.
'Temos de discutir os problemas da Previdência para ver quais são as soluções que vamos adotar. Se é uma reforma ou se são modificações, por exemplo. Isso não está definido e o governo ainda não tem posição sobre isso, mas poderemos desembocar nessa proposta', disse o ministro ao deixar o Ministério no início da noite desta quinta-feira.
Mantega também retomou o tema cambial e afirmou que a adoção de medidas de controle de capital, como sugerem alguns economistas, não teria efeito. 'Para o atual sistema financeiro, é inadequado porque onde se verificam os movimentos é no mercado futuro, não mais no mercado à vista', disse o ministro. Essa diferença foi gerada pela importância cada vez maior dos contratos futuros, como os negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F). 'Nesses casos, nem há a entrada dos recursos (em dólar). É tudo em real', explica.
O câmbio só vai encontrar um ponto mais adequado, segundo o ministro, com um nível mais equilibrado do juro. (Fernando Nakagawa - InvestNews)
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Aumento do PIB não basta para avanço
Folha de São Paulo
Apesar de destacarem a importância do crescimento do PIB, os especialistas consultados pela Folha defendem que crescer somente não basta para gerar avanço social.
"O crescimento da economia é uma condição necessária, mas não suficiente para reduzir a pobreza", diz Ricardo Portillo, economista da consultoria venezuelana Datanálisis.
Dos 12.386 megawatts previstos no PAC para o suprimento de energia elétrica até 2010, necessários para o tal crescimento, o governo ainda não explicou de onde virão cerca de 1300 MW. Falou em geração de energia a partir de usinas térmicas a gás, carvão.
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Mantega nega controle cambial
Gazeta Mercantil
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira que o fórum criado para discutir o futuro da Previdência Social poderá resultar em uma reforma do sistema. A afirmação foi feita após sua colega da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmar que a reforma deverá ser a solução desenhada pelo Fórum que começa a trabalhar ainda em fevereiro.
'Temos de discutir os problemas da Previdência para ver quais são as soluções que vamos adotar. Se é uma reforma ou se são modificações, por exemplo. Isso não está definido e o governo ainda não tem posição sobre isso, mas poderemos desembocar nessa proposta', disse o ministro ao deixar o Ministério no início da noite desta quinta-feira.
Mantega também retomou o tema cambial e afirmou que a adoção de medidas de controle de capital, como sugerem alguns economistas, não teria efeito. 'Para o atual sistema financeiro, é inadequado porque onde se verificam os movimentos é no mercado futuro, não mais no mercado à vista', disse o ministro. Essa diferença foi gerada pela importância cada vez maior dos contratos futuros, como os negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F). 'Nesses casos, nem há a entrada dos recursos (em dólar). É tudo em real', explica.
O câmbio só vai encontrar um ponto mais adequado, segundo o ministro, com um nível mais equilibrado do juro. (Fernando Nakagawa - InvestNews)
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Aumento do PIB não basta para avanço
Folha de São Paulo
Apesar de destacarem a importância do crescimento do PIB, os especialistas consultados pela Folha defendem que crescer somente não basta para gerar avanço social.
"O crescimento da economia é uma condição necessária, mas não suficiente para reduzir a pobreza", diz Ricardo Portillo, economista da consultoria venezuelana Datanálisis.
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Segundo ele, na Venezuela o crescimento tem ligação direta com o aumento dos gastos públicos. Faltam, ressalta, investimentos no setor produtivo para geração de empregos, o que só seria possível com investimento privado.
Segundo ele, na Venezuela o crescimento tem ligação direta com o aumento dos gastos públicos. Faltam, ressalta, investimentos no setor produtivo para geração de empregos, o que só seria possível com investimento privado.
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"Todas essas medidas intervencionistas espantam capital. Há muita experiência na Venezuela e na América Latina a respeito de essas políticas comprometem a redução da pobreza, mas nossos líderes insistem nisso."
"Todas essas medidas intervencionistas espantam capital. Há muita experiência na Venezuela e na América Latina a respeito de essas políticas comprometem a redução da pobreza, mas nossos líderes insistem nisso."
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Renato Baumann, da Cepal, pondera também que a decisão de aumentar a atuação do Estado na política de controle de preços, como acontece na Argentina, já foi tentada no Brasil sem sucesso.
Renato Baumann, da Cepal, pondera também que a decisão de aumentar a atuação do Estado na política de controle de preços, como acontece na Argentina, já foi tentada no Brasil sem sucesso.
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O economista argentino Ernesto Kritz, consultor da Sociedade de Estudos do Trabalho que acaba de terminar um estudo sobre o índice de bem-estar nos lares de seu país, destaca ainda que, com o incremento do PIB, melhoraram as condições de vida -mas a redução da pobreza ocorre em ritmo bem menos acelerado que o crescimento.
O economista argentino Ernesto Kritz, consultor da Sociedade de Estudos do Trabalho que acaba de terminar um estudo sobre o índice de bem-estar nos lares de seu país, destaca ainda que, com o incremento do PIB, melhoraram as condições de vida -mas a redução da pobreza ocorre em ritmo bem menos acelerado que o crescimento.
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A Argentina viveu uma recessão após 1998 e chegou ao auge de uma crise de grande magnitude, com implicações políticas e sociais, em 2001 e 2002. A recuperação, porém, revelou um núcleo duro de problemas sociais: conforme o país foi se distanciando da crise, o crescimento da economia foi gerando proporcionalmente menos avanços.
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Petrobras dobra aposta nas usinas de GNL
Ricardo Rego Monteiro , Gazeta Mercantil
Estatal construirá mais duas plantas de regaseificação, além das que já estão previstas. O parque de usinas de regaseificação de Gás Natural Liqüefeito (GNL) da Petrobras deverá ser muito maior do que inicialmente aventado pela empresa. Além das plantas que já estão oficialmente previstas para o Rio de Janeiro e o Ceará, com instalações em 2008, a estatal vai construir mais duas usinas, informou a este jornal o diretor da área de gás e energia da estatal, Ildo Sauer. Segundo o executivo, estão avançados os estudos para a instalação de uma unidade em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, e no porto de Suape, em Pernambuco.
O executivo não detalhou os investimentos previstos em cada um dos novos empreendimentos. Mas conforme documento enviado recentemente ao governo federal, para respaldar o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), os valores estão incluídos nos R$ 2,9 bilhões previstos para projetos de GNL até 2010.
A usina do Sul atenderia sobretudo à demanda projetada para os próximos anos da termelétrica de Araucária, no Paraná. A de Pernambuco alimentaria tanto a nova refinaria que a empresa vai erguer no estado em parceria com a estatal venezuelana PDVSA, como a termelétrica TermoPernambuco.
"Os projetos em São Francisco do Sul e em Suape ainda encontram-se em fase de estudos, mas estão em uma etapa mais avançada", diz Sauer. Além disso, segundo o diretor estão em curso outros estudos de viabilidade para mais duas unidades de regaseificação nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. As próximas unidades de GNL da fila, ainda sem data definida, podem ser São Luís, no Maranhão, e Aratu, na Bahia.
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Senado apura anacronismo no Itamaraty
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, do Senado, ouvirá o chanceler Celso Amorim e o ex-embaixador Roberto Abdenur. Eles irão comentar, em datas diferentes, os atuais rumos da política externa brasileira, marcada por seguidos insucessos e até pela perda de liderança do Brasil, no continente, para o coronel golpista Hugo Chávez, quase-ditador da Venezuela que é uma espécie de "ídolo" de Amorim e do secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães (foto) - uma figura risível, confusa e despreparada (jamais chefiou uma embaixada) que ainda se ocupa em discussões sobre "esquerda" e "direita", em desuso desde os anos 70. O convite do Senado aconteceu após a publicação pela revista Veja desta semana de uma entrevista de Abdenur, ex-embaixador brasileiro em Washington, criticando o “antiamericanismo” anacrônico do Itamaraty, que exclui o Brasil das oportunidades de negócio geradas pelos Estados Unidos, e a tentativa de "lavagem cerebral" nos diplomatas promovida pelo secretário-geral Guimarães, que os obriga, em véspera de remoção para o exterior, à vexatória leitura de livros que ele julga "essenciais". Esse vexame é chamado pelos diplomatas - que fingem ler a bibliografia imposta, tão pobre quanto desnecessária - de "Escolinha do Professor Samuel".
A Argentina viveu uma recessão após 1998 e chegou ao auge de uma crise de grande magnitude, com implicações políticas e sociais, em 2001 e 2002. A recuperação, porém, revelou um núcleo duro de problemas sociais: conforme o país foi se distanciando da crise, o crescimento da economia foi gerando proporcionalmente menos avanços.
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Petrobras dobra aposta nas usinas de GNL
Ricardo Rego Monteiro , Gazeta Mercantil
Estatal construirá mais duas plantas de regaseificação, além das que já estão previstas. O parque de usinas de regaseificação de Gás Natural Liqüefeito (GNL) da Petrobras deverá ser muito maior do que inicialmente aventado pela empresa. Além das plantas que já estão oficialmente previstas para o Rio de Janeiro e o Ceará, com instalações em 2008, a estatal vai construir mais duas usinas, informou a este jornal o diretor da área de gás e energia da estatal, Ildo Sauer. Segundo o executivo, estão avançados os estudos para a instalação de uma unidade em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, e no porto de Suape, em Pernambuco.
O executivo não detalhou os investimentos previstos em cada um dos novos empreendimentos. Mas conforme documento enviado recentemente ao governo federal, para respaldar o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), os valores estão incluídos nos R$ 2,9 bilhões previstos para projetos de GNL até 2010.
A usina do Sul atenderia sobretudo à demanda projetada para os próximos anos da termelétrica de Araucária, no Paraná. A de Pernambuco alimentaria tanto a nova refinaria que a empresa vai erguer no estado em parceria com a estatal venezuelana PDVSA, como a termelétrica TermoPernambuco.
"Os projetos em São Francisco do Sul e em Suape ainda encontram-se em fase de estudos, mas estão em uma etapa mais avançada", diz Sauer. Além disso, segundo o diretor estão em curso outros estudos de viabilidade para mais duas unidades de regaseificação nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. As próximas unidades de GNL da fila, ainda sem data definida, podem ser São Luís, no Maranhão, e Aratu, na Bahia.
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Senado apura anacronismo no Itamaraty
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, do Senado, ouvirá o chanceler Celso Amorim e o ex-embaixador Roberto Abdenur. Eles irão comentar, em datas diferentes, os atuais rumos da política externa brasileira, marcada por seguidos insucessos e até pela perda de liderança do Brasil, no continente, para o coronel golpista Hugo Chávez, quase-ditador da Venezuela que é uma espécie de "ídolo" de Amorim e do secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães (foto) - uma figura risível, confusa e despreparada (jamais chefiou uma embaixada) que ainda se ocupa em discussões sobre "esquerda" e "direita", em desuso desde os anos 70. O convite do Senado aconteceu após a publicação pela revista Veja desta semana de uma entrevista de Abdenur, ex-embaixador brasileiro em Washington, criticando o “antiamericanismo” anacrônico do Itamaraty, que exclui o Brasil das oportunidades de negócio geradas pelos Estados Unidos, e a tentativa de "lavagem cerebral" nos diplomatas promovida pelo secretário-geral Guimarães, que os obriga, em véspera de remoção para o exterior, à vexatória leitura de livros que ele julga "essenciais". Esse vexame é chamado pelos diplomatas - que fingem ler a bibliografia imposta, tão pobre quanto desnecessária - de "Escolinha do Professor Samuel".