domingo, fevereiro 11, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Eleitor é intolerante com corrupção
Jornal do Brasil

Vinte e seis por cento dos eleitores que responderam ao questionário da Transparência Brasil acreditam que os governadores que exerceram o mandato no período 2002-2006 se valeram do cargo para roubar.
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Um quinto (20%) dos eleitores crê, inclusive, que os novos governadores também vão roubar.

Entre as regiões, a pior avaliação no quesito honestidade dos governantes foi identificada nos Estados do Nordeste. Quase 30% dos eleitores acham que o ex-governador roubou, e 21% alimentam expectativa igualmente pessimista em relação aos recém-empossados.

Entre os eleitores ouvidos pela Transparência Brasil, 59% consideram que o governador que deixou o cargo em 2006 fez um bom governo e 75% acham que o eleito fará uma boa administração.

A pesquisa contesta as interpretações de analistas de que o brasileiro é tolerante com a corrupção e adepto da tese do "rouba, mas faz".

- Uma parcela relativamente pequena do eleitorado considera que uma administração pode ser boa ainda que o administrador seja visto como ladrão - revelou Claudio Weber Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil.

Pelo levantamento, é ampla a opinião de que uma boa administração está necessariamente dissociada de práticas ilícitas. Entre os que consideram que o antigo governador fez um bom governo, 16% acham que roubou no cargo. Entre aqueles que consideram que o novo governador realizará uma administração satisfatória, 71% crêem que a gestão será honesta.

As convicções sobre se um governante é honesto ou não, segundo revela a amostragem, são formadas, em sua maioria, a partir do que os eleitores lêem nos jornais ou vêem na televisão - 47% em relação aos antigos e 27% aos novos governadores.

Os relatos de pessoas conhecidas tiveram o segundo maior peso, seguidos da propaganda eleitoral gratuita. (S.P.)

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Pastorais sociais defendem proposta

A realização mais freqüente de consultas populares, por meio de plebiscitos e referendos, tem sido reivindicada há algum tempo pelas pastorais sociais da Igreja Católica no Brasil. Foram estas pastorais que encabeçaram em 2002 a realização de um plebiscito nacional, com intuito pedagógico, sobre a filiação do Brasil à Área de Livre Comércio das Américas (Alca); e são elas que estão à frente de outro plebiscito não oficial, programado para setembro, sobre a anulação da privatização da Vale do Rio Doce. Na opinião de bispos ligados à área social, como d. Demétrio Valentini, de Jales (SP), plebiscitos e referendos ampliam a democracia.

As pastorais contam com o apoio de movimentos sociais e centrais sindicais, entre as quais a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Sem Terra (MST). Há diferenças, no entanto, entre o que eles defendem e o que está sendo proposto por setores do PT. "Na nossa opinião, as consultas não devem ser convocados pelo presidente", diz Antonio Carlos Spis, da CUT. "Devem acontecer dentro dos limites constitucionais, com a fiscalização da Justiça Eleitoral."

COMENTANDO A NOTÍCIA: E alguém tinha dúvidas sobre esta gente toda apoiar a idéia do plebiscito ? Claro que não. O que talvez esta gente não saiba, é de que o plebiscito já se encontra previsto na Constituição de 1988. E de que propô-lo, em todas as democracias verdadeiras no mundo é tarefa de competência do Legislativo. E que Executivo que governa colocando-se acima dos demais poderes não tem nada de democrático. É tirania pura.

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Raupp quer hidrelétricas em Rondônia e Pará

O senador Valdir Raupp (RO), líder do PMDB, defende a construção das usinas hidrelétricas de Belo Monte, no Pará, e de Santo Antônio e Jirau, em seu estado. Localizadas no Rio Madeira, as hidrelétricasdisse vão agregar mais de 6 mil megawatts ao sistema elétrico nacional e deverão viabilizar o desenvolvimento econômico e social pretendido pelo governo, através do Programa de Aceleração do Crescimento.

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BNDES criticado por privilegiar o Sudeste
Cláudio Humberto

O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) em discurso no Plenário, criticou a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para ele, o S do banco foi abandonado há muito tempo, e a sigla deveria ser trocada para BDS - Bando do Desenvolvimento do Sudeste. Um estudo técnico do Senado lido por Mozarildo mostra que entre 1995 e 2006, 61% do total desembolsado pela instituição foram direcionados para a região Sudeste, contra apenas 3,2% para o Norte, perpetuando uma situação de migração dos Estados mais pobres, no Norte e Nordeste, para os mais ricos, no Sudeste. Segundo o senador, o Procurador-Geral da República deveria ser acionado para tomar providências, no que ele classificou de “caso de polícia”.

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Grato a Paulo Souto, prefeito constrange Lula

Hoje, pela manhã, na inauguração da fábrica da Nestlé, em Feira de Santana, a 110 quilômetros de Salvador, o prefeito de Feira, José Ronaldo (PFL), que discursou antes do governador Jacques Wagner e do presidente Lula, delimitou o espaço entre o PT e o PFL. "Agradeço a presença do presidente e do governador, mas agradeço muito mais ao ex-governador Paulo Souto. Ele, sim, foi o responsável pela inauguração desta fábrica e de outras tantas que estão povoando o Pólo Industrial de Subaé", disse, deixando governador e presidente com um sorriso amarelo.

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Ataque pessoal a Abdenur
Cláudio Humberto

O professor Moniz Bandeira atacou Roberto Abdenur, ex-embaixador em Washington, acusando-o de “permitir” irregularidades no Instituto Cultural Brasil-Alemanha, quando chefiou nossa embaixada em Berlim. Diplomatas leais a Abdenur lembram que Bandeira não o perdoa porque, casado com alemã, lutou muito, mas não conseguiu ser nomeado diretor do tal instituto.

Gratidão
Moniz Bandeira é autor de um dos livros que diplomatas são coagidos a ler pelo secretário-geral do Itamaraty, Samuel P. Guimarães, seu prefaciador.

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Explicações ao Senado
Alerta Total
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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado vai exigir duas explicações do presidente Lula.
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A primeira sobre as denúncias de internacionalização da Amazônia vindas recentemente ao noticiário.
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A segunda cobrando do governo embaixador Celso Amorim se são verídicas as denúncias do ex-embaixador do Brasil nos EUA, Roberto Abdenur.
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O diplomata reclamou que a política externa do governo Lula é contaminada pelo antiamericanismo e pela orientação ideológica.