Fonte: Agência Brasil
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, classifica como um "tiro no pé" a necessidade de dar garantia de rentabilidade as aplicações do fundo de investimento em infra-estrutura que vai utilizar recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
"Na prática só estou encarecendo o custo para o próprio fundo, é um verdadeiro tiro no pé, do ponto de vista da lógica do fundo. Mas está decidido, vamos fazer", afirma Marinho.
A reivindicação das centrais sindicais é que seja usada uma garantia que inclua a Taxa Referencial (TR), mais juros de 3% ao ano. O ministro explicou que para que se dê a garantia de rentabilidade pedida pelas centrais sindicais será preciso fazer um seguro o que significa redução de rendimentos para o fundo.
"O que vai acontecer na prática é que se a Caixa Econômica Federal vai oferecer uma garantia ela vai cobrar por essa garantia e o fundo de investimento pagar por ela, então a rentabilidade vai diminuir". E completa: "vai contra os interesses do próprio fundo".
Segundo Marinho, que atualmente preside o Conselho Curador do FGTS, será preciso discutir com o relator da medida provisória que cria o fundo para que ele inclua essa possibilidade no documento pois as determinações vigentes impedem que a essa garantia seja concedida. "Preciso de uma norma legal que esteja acima da Comissão de Valores Mobiliários, acima das resoluções do Banco Central. Tendo a norma legal, certamente o Conselho Monetário e o Banco Central vão adaptar as suas resoluções".
O fundo de investimento está previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os recursos aplicados fazem parte do patrimônio líquido do FGTS, que diz respeito à rentabilidade do fundo. A idéia é que sejam investidos inicialmente R$ 5 bilhões em projetos de infra-estrutura como estradas, ferrovias e portos. Atualmente o patrimônio líquido é de cerca de R$ 21 bilhões. O fundo será administrado pela Caixa Econômica Federal e os trabalhadores também poderão participar investindo até 10% do saldo que tem na conta do FGTS.
COMENTANDO A NOTÍCIA: O problema do ministro Marinho é falar demais sobre coisas que não pensou antes. Foi ele próprio quem disse “(...)"O que vai acontecer na prática é que se a Caixa Econômica Federal vai oferecer uma garantia ela vai cobrar por essa garantia e o fundo de investimento pagar por ela, então a rentabilidade vai diminuir". E completa: "vai contra os interesses do próprio fundo(...)". E, mesmo com toda esta “lógica”, o ministro acaba concluindo “(...) Na prática só estou encarecendo o custo para o próprio fundo, é um verdadeiro tiro no pé, do ponto de vista da lógica do fundo. Mas está decidido, vamos fazer”. Em outras palavras, significa o seguinte: reconhece o prejuízo mas vai faze, mesmo que o trabalhador seja prejudicado, porque o que interessa é beneficiar politicamente a Lula. E eles chamam a isto, a esta “lógica esdrúxula” de “governar para os pobres” ! Isto é que é governo pobre de espírito !!!
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, classifica como um "tiro no pé" a necessidade de dar garantia de rentabilidade as aplicações do fundo de investimento em infra-estrutura que vai utilizar recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
"Na prática só estou encarecendo o custo para o próprio fundo, é um verdadeiro tiro no pé, do ponto de vista da lógica do fundo. Mas está decidido, vamos fazer", afirma Marinho.
A reivindicação das centrais sindicais é que seja usada uma garantia que inclua a Taxa Referencial (TR), mais juros de 3% ao ano. O ministro explicou que para que se dê a garantia de rentabilidade pedida pelas centrais sindicais será preciso fazer um seguro o que significa redução de rendimentos para o fundo.
"O que vai acontecer na prática é que se a Caixa Econômica Federal vai oferecer uma garantia ela vai cobrar por essa garantia e o fundo de investimento pagar por ela, então a rentabilidade vai diminuir". E completa: "vai contra os interesses do próprio fundo".
Segundo Marinho, que atualmente preside o Conselho Curador do FGTS, será preciso discutir com o relator da medida provisória que cria o fundo para que ele inclua essa possibilidade no documento pois as determinações vigentes impedem que a essa garantia seja concedida. "Preciso de uma norma legal que esteja acima da Comissão de Valores Mobiliários, acima das resoluções do Banco Central. Tendo a norma legal, certamente o Conselho Monetário e o Banco Central vão adaptar as suas resoluções".
O fundo de investimento está previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os recursos aplicados fazem parte do patrimônio líquido do FGTS, que diz respeito à rentabilidade do fundo. A idéia é que sejam investidos inicialmente R$ 5 bilhões em projetos de infra-estrutura como estradas, ferrovias e portos. Atualmente o patrimônio líquido é de cerca de R$ 21 bilhões. O fundo será administrado pela Caixa Econômica Federal e os trabalhadores também poderão participar investindo até 10% do saldo que tem na conta do FGTS.
COMENTANDO A NOTÍCIA: O problema do ministro Marinho é falar demais sobre coisas que não pensou antes. Foi ele próprio quem disse “(...)"O que vai acontecer na prática é que se a Caixa Econômica Federal vai oferecer uma garantia ela vai cobrar por essa garantia e o fundo de investimento pagar por ela, então a rentabilidade vai diminuir". E completa: "vai contra os interesses do próprio fundo(...)". E, mesmo com toda esta “lógica”, o ministro acaba concluindo “(...) Na prática só estou encarecendo o custo para o próprio fundo, é um verdadeiro tiro no pé, do ponto de vista da lógica do fundo. Mas está decidido, vamos fazer”. Em outras palavras, significa o seguinte: reconhece o prejuízo mas vai faze, mesmo que o trabalhador seja prejudicado, porque o que interessa é beneficiar politicamente a Lula. E eles chamam a isto, a esta “lógica esdrúxula” de “governar para os pobres” ! Isto é que é governo pobre de espírito !!!