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Esta recolhi no Alerta Total do Jorge Serrão, leiam a última “pérola” da lavra do futuro ministro da Justiça, Tarso Genro:
O novo ministro da Justiça, Tarso Genro, defende a discussão "da liberdade de circulação de opinião, principalmente da opinião política", na imprensa.
Esta recolhi no Alerta Total do Jorge Serrão, leiam a última “pérola” da lavra do futuro ministro da Justiça, Tarso Genro:
O novo ministro da Justiça, Tarso Genro, defende a discussão "da liberdade de circulação de opinião, principalmente da opinião política", na imprensa.
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Tarso jura que não há problema de liberdade de imprensa no País.
Tarso jura que não há problema de liberdade de imprensa no País.
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Segundo ele, existe apenas a necessidade "de circulação de opinião de forma mais plural".
Vamos ver se consigo “deglutir” melhor os conceitos do “homi”. Primeiro, ele começa estabelecendo o lado do ringue em que vai se postar, dizendo que é preciso discutir-se a liberdade de circulação de opinião, principalmente a política. Depois, para não ficar mal com a torcida presente, ele espeta um afago do tipo “não há problema de liberdade de imprensa no país”. Ora, meu caro Tarso, se não problema como você o atesta, então prá quê a discussão da circulação ?
Aí, como querendo filosofar, o néscio arremata que a tal circulação de opinião precisa ser mais plural ! Bem, o que ele quis dizer ? Não sei talvez nem ele. Mas o fato é o seguinte: o tal projeto de tevê do Executivo foi o primeiro passo na direção de se enquadrar a opinião sobre política no Brasil aos mandamentos do bom petismo, isto é, só se divulga aquilo que o partido consente. Para tanto, além da tevê vem aí a rede de rádio, depois vão achar pouco, então “comprarão” espaços nos jornais e revistas amigas (que aliás, já é feita, através das verbas publicitárias das estatais e institucionais do próprio governo), e culminará, estejam certos, no controle do que eles entendem que deva circular sobre política na internet.
Reparem que ele até evitou ao máximo usar a expressão mais empregada até aqui por Lula e seus sequazes: a tal “democratização” dos meios. Noutras palavras, o que vai acontecer, aliás já está acontecendo desde o primeiro quadriênio do inútil é o seguinte: o petê vai usar dinheiro público para democratizar os meios de comunicação, e depois privatizar para sua ideologia vagabunda e de fundo de lata de lixo estes meios “democráticos de comunicação. O plural, no caso, é o dinheiro que eles usarão, o dos contribuintes. Mas a conclusão, num português bem claro é que eles renascerão a censura à livre manifestação. Claro que com outro nome, que é para enganar o povão. E o pior é que enganam.
Vamos ver se consigo “deglutir” melhor os conceitos do “homi”. Primeiro, ele começa estabelecendo o lado do ringue em que vai se postar, dizendo que é preciso discutir-se a liberdade de circulação de opinião, principalmente a política. Depois, para não ficar mal com a torcida presente, ele espeta um afago do tipo “não há problema de liberdade de imprensa no país”. Ora, meu caro Tarso, se não problema como você o atesta, então prá quê a discussão da circulação ?
Aí, como querendo filosofar, o néscio arremata que a tal circulação de opinião precisa ser mais plural ! Bem, o que ele quis dizer ? Não sei talvez nem ele. Mas o fato é o seguinte: o tal projeto de tevê do Executivo foi o primeiro passo na direção de se enquadrar a opinião sobre política no Brasil aos mandamentos do bom petismo, isto é, só se divulga aquilo que o partido consente. Para tanto, além da tevê vem aí a rede de rádio, depois vão achar pouco, então “comprarão” espaços nos jornais e revistas amigas (que aliás, já é feita, através das verbas publicitárias das estatais e institucionais do próprio governo), e culminará, estejam certos, no controle do que eles entendem que deva circular sobre política na internet.
Reparem que ele até evitou ao máximo usar a expressão mais empregada até aqui por Lula e seus sequazes: a tal “democratização” dos meios. Noutras palavras, o que vai acontecer, aliás já está acontecendo desde o primeiro quadriênio do inútil é o seguinte: o petê vai usar dinheiro público para democratizar os meios de comunicação, e depois privatizar para sua ideologia vagabunda e de fundo de lata de lixo estes meios “democráticos de comunicação. O plural, no caso, é o dinheiro que eles usarão, o dos contribuintes. Mas a conclusão, num português bem claro é que eles renascerão a censura à livre manifestação. Claro que com outro nome, que é para enganar o povão. E o pior é que enganam.