Efe
CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta-feira, 11, que seu governo "jamais" brigará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o Brasil por causa do etanol, como supostamente pretende uma "estratégia" dos Estados Unidos.
"Há toda uma estratégia (dos EUA) para que briguemos em torno deste tema: jamais brigaremos com Lula, jamais brigaremos com o Brasil. Nosso inimigo é o império americano", afirmou Chávez em um ato oficial transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão.
O chefe de Estado venezuelano afirmou que seu governo "sempre reconheceu os avanços tecnológicos do Brasil", entre eles os referidos à "sua produção de etanol".
Esses progressos brasileiros "são positivos", sobretudo porque quando esse biocombustível é produzido a partir da cana de açúcar, "nos permite substituir um dos elementos mais poluentes na gasolina, o derivado de chumbo", disse Chávez.
"Inclusive, importamos etanol do Brasil, mas utilizar o etanol como um aditivo da gasolina (...) é uma coisa muito distinta à colocação que fez ao mundo o presidente dos Estados Unidos (George W. Bush) de substituir" a gasolina por esse biocombustível, extraído também do milho, afirmou.
Para o venezuelano, Washington deveria aumentar a produção de milho e cana-de-açúcar para produzir alimentos para a humanidade, e não para "alimentar automóveis".
"A proposta de Lula é séria, a discutimos várias vezes", porque busca substituir aditivos da gasolina por etanol, explicou.
Chávez acrescentou que o governo Bush "lançou a bola de fumaça" do plano de etanol para tentar "dividir" a região na véspera da I Cúpula Energética Sul-Americana, que será realizada em 16 e 17 de abril, na Ilha de Margarita, Venezuela.
CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta-feira, 11, que seu governo "jamais" brigará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o Brasil por causa do etanol, como supostamente pretende uma "estratégia" dos Estados Unidos.
"Há toda uma estratégia (dos EUA) para que briguemos em torno deste tema: jamais brigaremos com Lula, jamais brigaremos com o Brasil. Nosso inimigo é o império americano", afirmou Chávez em um ato oficial transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão.
O chefe de Estado venezuelano afirmou que seu governo "sempre reconheceu os avanços tecnológicos do Brasil", entre eles os referidos à "sua produção de etanol".
Esses progressos brasileiros "são positivos", sobretudo porque quando esse biocombustível é produzido a partir da cana de açúcar, "nos permite substituir um dos elementos mais poluentes na gasolina, o derivado de chumbo", disse Chávez.
"Inclusive, importamos etanol do Brasil, mas utilizar o etanol como um aditivo da gasolina (...) é uma coisa muito distinta à colocação que fez ao mundo o presidente dos Estados Unidos (George W. Bush) de substituir" a gasolina por esse biocombustível, extraído também do milho, afirmou.
Para o venezuelano, Washington deveria aumentar a produção de milho e cana-de-açúcar para produzir alimentos para a humanidade, e não para "alimentar automóveis".
"A proposta de Lula é séria, a discutimos várias vezes", porque busca substituir aditivos da gasolina por etanol, explicou.
Chávez acrescentou que o governo Bush "lançou a bola de fumaça" do plano de etanol para tentar "dividir" a região na véspera da I Cúpula Energética Sul-Americana, que será realizada em 16 e 17 de abril, na Ilha de Margarita, Venezuela.
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COMENTANDO A NOTICIA: Todo o cafajeste acaba se traindo pela falta de memória. Em momento algum os EUA tentaram criar este clima de “guerra” de que Chavez fala. A lembrar, foi o próprio Chavez quem se indispôs sobre o programa brasileiro de etanol, informando inclusive que alertaria Lula para revisar o programa brasileiro, usando nossas terras apenas para produzir apenas alimentos. Mas se justifica esta guerrilha nojenta do milico caudilhesco da Venezuela: ele teme sim que o Brasil acabe se devotando mais aos seus próprios interesses e relegue para segundo plano os projetos do Fórum de São Paulo. Mas disto o ditador pode ficar sossegado: Lula não vai abandonar as armadilhas armadas pelo Foro de São Paulo para a dominação autoritária dos países da América Latina.
COMENTANDO A NOTICIA: Todo o cafajeste acaba se traindo pela falta de memória. Em momento algum os EUA tentaram criar este clima de “guerra” de que Chavez fala. A lembrar, foi o próprio Chavez quem se indispôs sobre o programa brasileiro de etanol, informando inclusive que alertaria Lula para revisar o programa brasileiro, usando nossas terras apenas para produzir apenas alimentos. Mas se justifica esta guerrilha nojenta do milico caudilhesco da Venezuela: ele teme sim que o Brasil acabe se devotando mais aos seus próprios interesses e relegue para segundo plano os projetos do Fórum de São Paulo. Mas disto o ditador pode ficar sossegado: Lula não vai abandonar as armadilhas armadas pelo Foro de São Paulo para a dominação autoritária dos países da América Latina.