por Orlando Tambosi, Blog Diego Casagrande
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A afoiteza com que grupos organizados como o MST, exército particular de João Pedro Stédile, invadem qualquer propriedade, não é de espantar. É o braço armado - ainda que de foice - do lulo-petismo. Transita bem no Incra e nos ministérios, tem cobertura de setores político-partidários. Pressiona só porque os líderes querem garantir participação no orçamento da União, não porque estejam preocupados com distribuição de terras.
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Essa tal de “luta pela terra”, aliás, é retórica: mais de 80 por cento da população brasileira é urbana, isto é, nada mais tem a ver com a roça. Por mais pobre que seja, ela não quer voltar ao idílico campo sonhado pelo MST e os "teólogos libertadores" da Igreja Católica, portadores de uma mensagem que, talvez, iluminasse ainda seus avós. Isto sugere que, caso estivesse na presidência, Stédile seria o nosso Pol Pot, o genocida do Camboja que desmantelou as cidades, obrigando a população a regressar ao campo. Resultado: um milhão de mortos (aproximadamente metade da população do país).Pois bem, a afoiteza é tanta que ontem um bando do exército de Stédile invadiu terras do Exército (o verdadeiro) no Oeste de Santa Catarina. A coisa durou menos de 24 horas porque as Forças Armadas enviaram tanques e tropas. A turma da foice "amarelou" e foi promover arruaças em outro local. O fato ocorrido em Santa Catarina, e que se espalha pelo país, indica que não vivemos efetivamente num Estado de Direito.
Essa tal de “luta pela terra”, aliás, é retórica: mais de 80 por cento da população brasileira é urbana, isto é, nada mais tem a ver com a roça. Por mais pobre que seja, ela não quer voltar ao idílico campo sonhado pelo MST e os "teólogos libertadores" da Igreja Católica, portadores de uma mensagem que, talvez, iluminasse ainda seus avós. Isto sugere que, caso estivesse na presidência, Stédile seria o nosso Pol Pot, o genocida do Camboja que desmantelou as cidades, obrigando a população a regressar ao campo. Resultado: um milhão de mortos (aproximadamente metade da população do país).Pois bem, a afoiteza é tanta que ontem um bando do exército de Stédile invadiu terras do Exército (o verdadeiro) no Oeste de Santa Catarina. A coisa durou menos de 24 horas porque as Forças Armadas enviaram tanques e tropas. A turma da foice "amarelou" e foi promover arruaças em outro local. O fato ocorrido em Santa Catarina, e que se espalha pelo país, indica que não vivemos efetivamente num Estado de Direito.
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Mas o que mais espanta, na verdade, é que este mesmo "sentimento" de que agora tudo é permitido transitou para a marginalidade. Os bandidos e foragidos das prisões se sentem igualmente no poder. Para além da garantia de impunidade, a criminalidade cresce também em função do incentivo que alguns grupos organizados (inclusive o tal crime organizado) captam na atual conjuntura, leniente com a violação das leis. Tais setores são em geral considerados - via discurso politicamente correto - "vítimas" da sociedade, da célebre "injustiça social".
Mas o que mais espanta, na verdade, é que este mesmo "sentimento" de que agora tudo é permitido transitou para a marginalidade. Os bandidos e foragidos das prisões se sentem igualmente no poder. Para além da garantia de impunidade, a criminalidade cresce também em função do incentivo que alguns grupos organizados (inclusive o tal crime organizado) captam na atual conjuntura, leniente com a violação das leis. Tais setores são em geral considerados - via discurso politicamente correto - "vítimas" da sociedade, da célebre "injustiça social".
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Em poucas palavras, parece que o tal livre-arbítrio não funciona quando alguém escolhe o caminho do crime. Se você é cidadão honesto e age corretamente, então você possui livre-arbítrio. Mas se você é bandido, é "vítima" da sociedade, não tem vontade própria, coitadinho. A você, todos os privilégios, todo a atenção de algumas entidades públicas ou não-governamentais que acreditam na sua "reabilitação".
Em poucas palavras, parece que o tal livre-arbítrio não funciona quando alguém escolhe o caminho do crime. Se você é cidadão honesto e age corretamente, então você possui livre-arbítrio. Mas se você é bandido, é "vítima" da sociedade, não tem vontade própria, coitadinho. A você, todos os privilégios, todo a atenção de algumas entidades públicas ou não-governamentais que acreditam na sua "reabilitação".
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Cito como exemplo desse incentivo difuso à infração das leis (nós chegamos lá, gente, estamos no poder!) a desfaçatez com que bandidos principiantes assaltam, aqui em Florianópolis, bares e restaurantes apinhados de gente. Já se pode dizer que virou uma modalidade típica da "Ilha da Magia", embora a polícia e os jornais não comentem. O que os leva a tais façanhas que, racionalmente, deveriam ser temerárias? Ora, a certeza de que dificilmente serão presos, porque não há vigilância do poder público. E, no caso de a polícia chegar, é mais fácil escapar: qual é o policial que vai atirar num restaurante cheio de gente?
Cito como exemplo desse incentivo difuso à infração das leis (nós chegamos lá, gente, estamos no poder!) a desfaçatez com que bandidos principiantes assaltam, aqui em Florianópolis, bares e restaurantes apinhados de gente. Já se pode dizer que virou uma modalidade típica da "Ilha da Magia", embora a polícia e os jornais não comentem. O que os leva a tais façanhas que, racionalmente, deveriam ser temerárias? Ora, a certeza de que dificilmente serão presos, porque não há vigilância do poder público. E, no caso de a polícia chegar, é mais fácil escapar: qual é o policial que vai atirar num restaurante cheio de gente?