domingo, abril 08, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Lula da China

É grande o mal-estar na Secretaria Nacional da Pesca: foi a última a saber que o Ministério da Agricultura importou pescado da China.

Isto demonstra que o ministério de Lula é apenas para acomodar partidos, e não para a realização de programas e projetos voltados ao crescimento do país. Sendo assim, os ministérios se tornam os antros da política partidária. Quanto ao projeto de governo, bem quem disse que este governo tem algum ?

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Espaço para novos sanguessugas
Da Folha de S. Paulo:

"Problemas no controle da liberação de dinheiro público para obras de interesse de deputados e senadores, identificados em auditorias da CGU (Controladoria Geral da União), vêm sendo tolerados por falta de funcionários nos ministérios, afirmou Jorge Hage, ministro da controladoria.

"A CGU vem apontando há tempos problemas no controle, mas não fazemos cavalo de batalha porque reconhecemos as fragilidades gritantes que os ministérios encontram em termos de falta de pessoal."

Para Hage, a origem do problema está na "cultura política", que destina parte do Orçamento da União às transferências de verbas a Estados e a municípios por meio de emendas parlamentares.

Em 2007, cada congressista teve uma cota de R$ 6 milhões para emendas individuais, sem contar as emendas coletivas, apresentadas por bancadas estaduais. Interesses políticos movimentam mais de R$ 13 bilhões do Orçamento deste ano.

É dinheiro destinado, em grande parte, para obras de saneamento e urbanização ou para a compra de equipamentos, como ambulâncias e tratores."

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Cuba, Venezuela e México: política & negócios
Radar, Veja online

Se os controladores de vôo não atrapalharem muito, José Dirceu viaja hoje à noite para Cuba, Venezuela e México. Serão duas semanas fora. Em Cuba, estará com Fidel; na Venezuela com Hugo Chávez; e no México vai se encontrar com Carlos Slim - o magnata que neste momento está prestes a comprar a Telecom Itália.

COMENTANDO A NOTÍCIA: Marquem esta data, porque dentro de alguns dias, vindas destes países, teremos notícias de negociatas bancadas pelo consultor. Claro que abençoadas pelo Palácio do Planalto. Vamos ficar atentos, moçada ! Viagem do consultor nunca é apenas a passeio.

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Construir ficou 0,62% mais caro em março
Do G1, em São Paulo

O Índice Nacional da Construção Civil (INCC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com a Caixa Econômica Federal, registrou alta de 0,62% em março, ficando 0,21 ponto percentual acima de fevereiro (0,41%). O resultado foi pressionado pelos reajustes salariais ocorridos na Bahia e no Rio de Janeiro – o mais elevado desde junho do ano passado.
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O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 574,85 (em fevereiro) para R$ 578,40, sendo R$ 334,27 relativos aos materiais e R$ 244,13 à mão-de-obra. A parcela dos materiais aumentou 0,38%, 0,11 ponto percentual abaixo da variação registrada em fevereiro (0,49%). A mão-de-obra avançou 0,66 ponto percentual, passando de 0,29% (fevereiro) para 0,95% (março).

Regionais e acumulado
De acordo com o IBGE, as Regiões Nordeste e Sudeste foram destaque. Em março, os maiores índices regionais ficaram com o Nordeste (1,11%) e Sudeste (0,62%), resultados influenciados pelos Estados da Bahia e Rio de Janeiro, respectivamente.
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Devido aos reajustes salariais das categorias profissionais da construção civil, o Estado do Rio de Janeiro registrou o maior índice mensal (2,85%), seguido bem de perto pela Bahia (2,84%). As menores variações ocorreram em Roraima (0,04%), Amazonas e Distrito Federal (0,08%) e Pará (0,09%).
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As demais variações regionais ficaram abaixo do índice nacional (0,62%): Sul e Centro-Oeste (0,26%) e Norte (0,14%).
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No ano, o INCC acumula alta de 1,30%. Nos últimos 12 meses, a variação é de 5,51%. Já na comparação com março de 2006 (0,20%) o índice atual (0,62%) avançou 0,42 ponto percentual.

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Pimenta Neves no alvo

Corre perigo o jornalista Pimenta Neves, que matou covardemente a tiros há sete anos a namorada, a também jornalista Sandra Gomide. O pai de Sandra, João Gomide, avisa que "está treinando tiro" e garantiu "boa mira", em entrevista que a revista Joyce Pascowitch publica semana que vem. "Quero muito fazer ele virar bicho", desabafa João, que penhorou a casa e vendeu a oficina para pagar o tratamento contra depressão da mulher.

Réu confesso, Pimenta Neves ganhou habeas corpus. O advogado da família Gomide entrou com novo recurso no Supremo Tribunal Federal.

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Mantega apóia BC e muda equipe
De O Estado de S.Paulo:

"Depois dos fortes ataques às políticas monetária e cambial do governo em entrevista ao Estado, o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida deixou o posto de secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. O ministro Guido Mantega anunciou ontem que Almeida será substituído pelo atual secretário-executivo, Bernard Appy. Para o lugar de Appy, irá o ex-ministro da Previdência Nelson Machado, que está em férias.

Na entrevista em que anunciou as mudanças,Mantega tentou restabelecer a trégua com o BC, cuja atuação foi criticada por Almeida e é vista com desconfiança por parte de sua equipe. “O BC está praticando uma política monetária correta, adequada para o País e a prova disso é que nunca tivemos condições tão favoráveis. É o melhor dos mundos: economia crescendo, inflação sob controle e juro caindo. É a combinação ideal para o crescimento sustentável.”"

"O ministro da Fazenda, Guido Mantega, alimentou ontem o clima de insegurança na sua equipe ao manter “na modalidade de interino” o secretário do Tesouro Nacional, Tarcísio Godoy, numa clara indicação de que a dança de cadeiras no ministério não terminou com a demissão do titular da Secretaria de Política Econômica (SPE), Júlio Sérgio Gomes de Almeida. Na primeira fase das mudanças, a SPE passa a ser ocupada pelo atual secretário-executivo Bernard Appy, que com seu deslocamento abriu a vaga para acomodar o ex-ministro da Previdência, Nelson Machado, que foi afastado do cargo com a reforma ministerial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Integrantes do segundo escalão do ministério consideraram que Mantega foi deselegante com Tarcísio Godoy ao não confirmá-lo no cargo, mesmo que o substituísse em outro momento. A decisão de reafirmar, em entrevista coletiva, a condição de interino foi interpretada como uma forma de “queimar” o secretário. Nos bastidores, a avaliação é que Mantega se impôs uma saia justa ao estimular especulações em torno do afastamento do secretário interino do Tesouro: está abrindo mão de um técnico com a experiência que não encontrará entre outros assessores para conduzir o controle de gastos do governo."