Câmbio incentiva aumento de importações em 19 setores
Dezenove segmentos industriais brasileiros, de um grupo de 21 pesquisados pela Rosemberg & Associados, registraram expressivos crescimentos nas quantidades importadas entre 2003 e 2006, na comparação com os quatro anos imediatamente anteriores. O resultado é de um levantamento feito pela consultoria, que mostrou avanços nos volumes importados de até 170% no período.
O câmbio fraco foi o principal responsável por estes crescimentos. Os dados mostraram que nos quatro anos entre 1999 e 2002 havia ocorrido exatamente o inverso. Em apenas quatro segmentos houve crescimento das importações. Não à toa, o período envolve, por exemplo, as desvalorizações do real em janeiro de 1999 e as taxas elevadas do ano da disputa das eleições presidenciais. No segundo semestre de 2002, o dólar chegou perto dos R$ 4.
O autor do estudo, o economista Fernando Fenolio, explicou que o forte crescimento decorreu da valorização cambial nos últimos quatro anos, além do próprio crescimento da economia, que foi mais forte do que no período anterior analisado.
Os novos dados do Produto Interno Bruto (PIB) mostraram que o crescimento econômico entre 2003 e 2006 foi de 3,3%, superior aos 2,1% do período entre 1999 e 2002. O maior crescimento da economia exige a importação de mais produtos intermediários (usados na fabricação de outros produtos), além de bens de consumo prontos, para atender a demanda.
Os dados mostraram que os maiores crescimentos de importação em quantidades nos últimos quatro anos foram dos seguintes segmentos: artigos do vestuário (170%), equipamentos eletrônicos (132%), veículos automotores (103,9%), têxtil (107%), outros produtos metalúrgicos (79,7%), calçados (78,8%) e minerais não metálicos (76,5%).
BC
As compras de dólares do Banco Central (BC) atingiram pouco mais de US$ 7 bilhões em março e terminaram o primeiro trimestre do ano em US$ 21.842 bilhões. O valor adquirido até agora já corresponde a cerca de 64% dos US$ 34,3 bilhões comprados pelo BC em todo o ano passado. Mesmo assim, o real apresentou nos primeiros três meses do ano uma valorização frente ao dólar de 3,51%.
****************
Brasil deve 8 milhões de dólares à ONU
Agência Estado
Dívida está pendente desde o ano passado.
Estados Unidos pressionam Brasil a aumentar valor pago à entidade.
O Brasil acumula dívida de US$ 8 milhões (cerca de R$ 16,2 milhões) com a Organização das Nações Unidas (ONU), saldo pendente desde o ano passado. O valor agora terá de ser pago junto com a contribuição anual de 2007, que será de US$ 26 milhões
Enquanto busca recursos para quitar o débito, o Brasil é pressionado pelos Estados Unidos a aumentar o valor pago ao orçamento da ONU.
Em 2006, o pagamento brasileiro à entidade deveria ter sido de US$ 37 milhões. Mas apenas US$ 29 milhões foram depositados até o prazo final, que era 31 de dezembro.
O Brasil acumulou a dívida mesmo tendo conseguido reduzir o valor de seus pagamentos à ONU em mais de 42%. O país foi beneficiado por nova fórmula de cálculo das contribuições, que agora considera não apenas o tamanho da economia, mas também o poder de compra dos cidadãos.
Com isso, o Itamaraty passou a pagar por apenas 0,8% do orçamento regular da ONU. Até 2005, era 1,52%. Nas operações de paz, que contam com orçamento separado, o Brasil reduziu suas contribuições de 0,3% para 0,17% do total. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
****************
De volta à TV
O ex-presidente Fernando Collor (AL), senador pelo PTB, volta às propagandas partidárias nacionais nos próximos dias 21 e 22 de abril.
Vai falar no horário reservado à propaganda eleitoral grauita do PTB. Além dele, falarão o presidente da legenda, Roberto Jefferson, e o líder do partido na Câmara, Jovair Arantes (GO).
****************
Prefeito cassado foge com carro oficial
BELO HORIZONTE - Depois de ser cassado pela Câmara Municipal, em pleno feriado de carnaval, por desvio de verbas públicas, o ex-prefeito de Turmalina (MG), Soelson Barbosa de Araújo (PTB), é alvo de nova acusação. O atual prefeito, Zailson João Macedo Godinho (PMDB), ajuizou uma ação de reintegração de posse, acusando Araújo de deixar a cidade levando um carro oficial do gabinete da prefeitura.
O juiz da comarca de Turmalina, Adriano Leopold Busse, concedeu liminar determinando a devolução do veículo, um Santana.
Ao jornal Estado de Minas, o ex-prefeito negou intenção de se apropriar do veículo e disse que ele está guardado numa garagem, no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, onde possui um escritório de consultoria.
Ele afirmou também que recorreu ao Tribunal de Justiça e espera ser reconduzido ao cargo. Mas não soube explicar porque levou o Santana para a capital mineira e o motivo de o veículo oficial não estar a serviço da prefeitura.
****************
Só fechando
Enquanto os Estados Unidos e a União Européia firmaram um acordo que dá mais liberdade às suas empresas aéreas, no Brasil a solução é outra.
.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Na verdade a política que Lula tem usada para o mercado de aviação comercial no Brasil é, sim, nebulosa. Ela atende a interesses não confessos até aqui, onde a discriminação para com as companhias líderes de mercado estão sendo jogadas no lixo, em detrimento das empresas menores, porém ligadas à amigos do reino. Além, inegavelmente, de privilegiar aquelas onde um certo lobista consultor de empresas “amigas” mantém clientela.
Como este é um mercado onde não se admite improvisação e incompetência, parte da confusão e do caos que o transporte aéreo vive presentemente, deriva deste jogo bandido e canalha. O que vem de certa forma como que demonstrar que os passageiros e usuários do transporte aéreo brasileiro nunca foram a preocupação central do governo Lula. E como a crise já se arrasta por penosos 6 meses sem que este desgoverno nada tenha feito a não ser empurrar a culpa para os outros, fica evidenciada esta verdade: o governo Lula não ta nem aí para os passageiros.
Dezenove segmentos industriais brasileiros, de um grupo de 21 pesquisados pela Rosemberg & Associados, registraram expressivos crescimentos nas quantidades importadas entre 2003 e 2006, na comparação com os quatro anos imediatamente anteriores. O resultado é de um levantamento feito pela consultoria, que mostrou avanços nos volumes importados de até 170% no período.
O câmbio fraco foi o principal responsável por estes crescimentos. Os dados mostraram que nos quatro anos entre 1999 e 2002 havia ocorrido exatamente o inverso. Em apenas quatro segmentos houve crescimento das importações. Não à toa, o período envolve, por exemplo, as desvalorizações do real em janeiro de 1999 e as taxas elevadas do ano da disputa das eleições presidenciais. No segundo semestre de 2002, o dólar chegou perto dos R$ 4.
O autor do estudo, o economista Fernando Fenolio, explicou que o forte crescimento decorreu da valorização cambial nos últimos quatro anos, além do próprio crescimento da economia, que foi mais forte do que no período anterior analisado.
Os novos dados do Produto Interno Bruto (PIB) mostraram que o crescimento econômico entre 2003 e 2006 foi de 3,3%, superior aos 2,1% do período entre 1999 e 2002. O maior crescimento da economia exige a importação de mais produtos intermediários (usados na fabricação de outros produtos), além de bens de consumo prontos, para atender a demanda.
Os dados mostraram que os maiores crescimentos de importação em quantidades nos últimos quatro anos foram dos seguintes segmentos: artigos do vestuário (170%), equipamentos eletrônicos (132%), veículos automotores (103,9%), têxtil (107%), outros produtos metalúrgicos (79,7%), calçados (78,8%) e minerais não metálicos (76,5%).
BC
As compras de dólares do Banco Central (BC) atingiram pouco mais de US$ 7 bilhões em março e terminaram o primeiro trimestre do ano em US$ 21.842 bilhões. O valor adquirido até agora já corresponde a cerca de 64% dos US$ 34,3 bilhões comprados pelo BC em todo o ano passado. Mesmo assim, o real apresentou nos primeiros três meses do ano uma valorização frente ao dólar de 3,51%.
****************
Brasil deve 8 milhões de dólares à ONU
Agência Estado
Dívida está pendente desde o ano passado.
Estados Unidos pressionam Brasil a aumentar valor pago à entidade.
O Brasil acumula dívida de US$ 8 milhões (cerca de R$ 16,2 milhões) com a Organização das Nações Unidas (ONU), saldo pendente desde o ano passado. O valor agora terá de ser pago junto com a contribuição anual de 2007, que será de US$ 26 milhões
Enquanto busca recursos para quitar o débito, o Brasil é pressionado pelos Estados Unidos a aumentar o valor pago ao orçamento da ONU.
Em 2006, o pagamento brasileiro à entidade deveria ter sido de US$ 37 milhões. Mas apenas US$ 29 milhões foram depositados até o prazo final, que era 31 de dezembro.
O Brasil acumulou a dívida mesmo tendo conseguido reduzir o valor de seus pagamentos à ONU em mais de 42%. O país foi beneficiado por nova fórmula de cálculo das contribuições, que agora considera não apenas o tamanho da economia, mas também o poder de compra dos cidadãos.
Com isso, o Itamaraty passou a pagar por apenas 0,8% do orçamento regular da ONU. Até 2005, era 1,52%. Nas operações de paz, que contam com orçamento separado, o Brasil reduziu suas contribuições de 0,3% para 0,17% do total. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
****************
De volta à TV
O ex-presidente Fernando Collor (AL), senador pelo PTB, volta às propagandas partidárias nacionais nos próximos dias 21 e 22 de abril.
Vai falar no horário reservado à propaganda eleitoral grauita do PTB. Além dele, falarão o presidente da legenda, Roberto Jefferson, e o líder do partido na Câmara, Jovair Arantes (GO).
****************
Prefeito cassado foge com carro oficial
BELO HORIZONTE - Depois de ser cassado pela Câmara Municipal, em pleno feriado de carnaval, por desvio de verbas públicas, o ex-prefeito de Turmalina (MG), Soelson Barbosa de Araújo (PTB), é alvo de nova acusação. O atual prefeito, Zailson João Macedo Godinho (PMDB), ajuizou uma ação de reintegração de posse, acusando Araújo de deixar a cidade levando um carro oficial do gabinete da prefeitura.
O juiz da comarca de Turmalina, Adriano Leopold Busse, concedeu liminar determinando a devolução do veículo, um Santana.
Ao jornal Estado de Minas, o ex-prefeito negou intenção de se apropriar do veículo e disse que ele está guardado numa garagem, no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, onde possui um escritório de consultoria.
Ele afirmou também que recorreu ao Tribunal de Justiça e espera ser reconduzido ao cargo. Mas não soube explicar porque levou o Santana para a capital mineira e o motivo de o veículo oficial não estar a serviço da prefeitura.
****************
Só fechando
Enquanto os Estados Unidos e a União Européia firmaram um acordo que dá mais liberdade às suas empresas aéreas, no Brasil a solução é outra.
.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Na verdade a política que Lula tem usada para o mercado de aviação comercial no Brasil é, sim, nebulosa. Ela atende a interesses não confessos até aqui, onde a discriminação para com as companhias líderes de mercado estão sendo jogadas no lixo, em detrimento das empresas menores, porém ligadas à amigos do reino. Além, inegavelmente, de privilegiar aquelas onde um certo lobista consultor de empresas “amigas” mantém clientela.
Como este é um mercado onde não se admite improvisação e incompetência, parte da confusão e do caos que o transporte aéreo vive presentemente, deriva deste jogo bandido e canalha. O que vem de certa forma como que demonstrar que os passageiros e usuários do transporte aéreo brasileiro nunca foram a preocupação central do governo Lula. E como a crise já se arrasta por penosos 6 meses sem que este desgoverno nada tenha feito a não ser empurrar a culpa para os outros, fica evidenciada esta verdade: o governo Lula não ta nem aí para os passageiros.