Bolívia diz que Coca-Cola Zero tem componente cancerígeno
Portal do Consumidor
Um boletim do vice-ministro boliviano de Medicina Tradicional adverte que a Coca-Cola Zero, recém-lançada no mercado latino-americano, contém ciclamato de sódio, um componente cancerígeno, de acordo com a Ansa.
A seção "Conselhos para Cuidar de Nossa Saúde" do boletim deste ministério questiona se é bom consumir Coca-Cola Zero e responde que o produto "não contém açúcar branco. É adoçado apenas com ciclamato de sódio, uma substância cancerígena".
O boletim diz que em 1981 foram eliminados os ciclamatos, que têm uma capacidade edulcorante 30 vezes maior que a do açúcar, mas que foram proibidos porque em 1970 foi descoberto nos Estados Unidos que esse componente causava câncer de bexiga em alguns animais.
ENQUANTO ISSO...
Coca-Cola nega denúncia da Bolívia sobre uso de cancerígeno em refrigerante
EFE
Uma denúncia do Ministério da Saúde e Esportes da Bolívia de que a multinacional Coca-Cola utilizaria um cancerígeno no refrigerante Coca-Cola Zero, lançada este ano no país, foi negada na quinta-feira por representantes da companhia.
A acusação foi divulgada pelo Vice-ministério de Medicina Tradicional, na seção "Conselhos para cuidarmos da nossa saúde" de seu boletim semanal, onde se diz que a marca Zero da Coca-Cola é "adoçada com ciclamato de sódio, (e) os ciclamatos são cancerígenos". A publicação afirma que ciclamatos foram eliminados em muitos países do mundo, mas que "os fabricantes de alimentos ainda brigam para voltar a usá-lo, (e) é o caso da Coca-Cola Zero".
A Engarrafadora Boliviana (Embol), filial da Coca-Cola no país, através do porta-voz Eduardo Peinado, negou que a empresa esteja utilizando ingredientes ou aditivos proibidos pela lei boliviana. Ao contrário, assegurou que todos os elementos usados na elaboração de cada um de seus produtos "cumprem o regulamento e as normas sobre bebidas não alcoólicas" e estão registrados pelas autoridades locais competentes.
O porta-voz destacou que o ciclamato de sódio está incluído como substância permitida no registro de adoçantes não nutritivos tolerados na Bolívia, como produto de estudos e de normas internacionais. O funcionário da Embol acrescentou ainda que todos os ingredientes também tem autorizações do Serviço Nacional de Saúde e Inocuidade Alimentar (Senasag), emitidas prévios exames de amostras dos produtos.
Peinado reiterou que imediatamente buscou uma reunião com as autoridades sanitárias da Bolívia "para entender melhor à que se refere o conteúdo do boletim" em questão. Na Bolívia, os produtos Coca-Cola começaram a ser comercializados em 1940.
Portal do Consumidor
Um boletim do vice-ministro boliviano de Medicina Tradicional adverte que a Coca-Cola Zero, recém-lançada no mercado latino-americano, contém ciclamato de sódio, um componente cancerígeno, de acordo com a Ansa.
A seção "Conselhos para Cuidar de Nossa Saúde" do boletim deste ministério questiona se é bom consumir Coca-Cola Zero e responde que o produto "não contém açúcar branco. É adoçado apenas com ciclamato de sódio, uma substância cancerígena".
O boletim diz que em 1981 foram eliminados os ciclamatos, que têm uma capacidade edulcorante 30 vezes maior que a do açúcar, mas que foram proibidos porque em 1970 foi descoberto nos Estados Unidos que esse componente causava câncer de bexiga em alguns animais.
ENQUANTO ISSO...
Coca-Cola nega denúncia da Bolívia sobre uso de cancerígeno em refrigerante
EFE
Uma denúncia do Ministério da Saúde e Esportes da Bolívia de que a multinacional Coca-Cola utilizaria um cancerígeno no refrigerante Coca-Cola Zero, lançada este ano no país, foi negada na quinta-feira por representantes da companhia.
A acusação foi divulgada pelo Vice-ministério de Medicina Tradicional, na seção "Conselhos para cuidarmos da nossa saúde" de seu boletim semanal, onde se diz que a marca Zero da Coca-Cola é "adoçada com ciclamato de sódio, (e) os ciclamatos são cancerígenos". A publicação afirma que ciclamatos foram eliminados em muitos países do mundo, mas que "os fabricantes de alimentos ainda brigam para voltar a usá-lo, (e) é o caso da Coca-Cola Zero".
A Engarrafadora Boliviana (Embol), filial da Coca-Cola no país, através do porta-voz Eduardo Peinado, negou que a empresa esteja utilizando ingredientes ou aditivos proibidos pela lei boliviana. Ao contrário, assegurou que todos os elementos usados na elaboração de cada um de seus produtos "cumprem o regulamento e as normas sobre bebidas não alcoólicas" e estão registrados pelas autoridades locais competentes.
O porta-voz destacou que o ciclamato de sódio está incluído como substância permitida no registro de adoçantes não nutritivos tolerados na Bolívia, como produto de estudos e de normas internacionais. O funcionário da Embol acrescentou ainda que todos os ingredientes também tem autorizações do Serviço Nacional de Saúde e Inocuidade Alimentar (Senasag), emitidas prévios exames de amostras dos produtos.
Peinado reiterou que imediatamente buscou uma reunião com as autoridades sanitárias da Bolívia "para entender melhor à que se refere o conteúdo do boletim" em questão. Na Bolívia, os produtos Coca-Cola começaram a ser comercializados em 1940.