* Ideb mostra quadro triste no ensino
De O Globo
"Apenas 166 escolas públicas brasileiras de 1 a 4 série do ensino fundamental, o equivalente a 0,59% do total avaliado pelo Ministério da Educação (MEC), têm desempenho comparável ao de países de Primeiro Mundo, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Das dez melhores escolas de 1 a 4 série no país, 5 são do Rio de Janeiro, inclusive a primeira colocada, o Ciep 279 Professor Guiomar Gonçalves Neves, em Trajano de Morais. O mesmo ocorre no ranking de 5 a 8 série, que é liderado pelo Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio (UFRJ).
Os resultados do Ideb por escola serão anunciados hoje pelo $, que já divulgou as notas por cidade, estado e país. O balanço mostra que 13 estados, entre eles Pernambuco e Amazonas, não têm estabelecimento público de primeira linha no ensino fundamental. Norte e Nordeste concentram cinco das melhores escolas."
* MP eleva mesmo o seu próprio teto salarial
De O Globo
"O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou ontem o corte de salários pagos a servidores, procuradores e promotores de Justiça acima do teto do funcionalismo público, correspondente a R$ 24.500. No entanto, também decidiu que esse será o novo valor do limite de vencimentos da categoria nos estados, antes fixado em R$ 22.111. A decisão contraria decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em dezembro passado, a mais alta corte brasileira considerou ilegal a primeira tentativa do CNMP de aumentar o teto dos membros do Ministério Público dos estados para o patamar aprovado ontem.
Os valores dos supersalários foram divulgados de forma parcial ontem. Em São Paulo, existem contracheques nos de R$ 44.458,93 e R$ 39.576,81. No Rio Grande do Sul, um membro do MP ganha R$ 36.970,67. No Amapá, foi encontrado um contracheque no valor de R$ 30.953,63 e no Mato Grosso do Sul, de R$ 30.600,50.
Mesmo aumentado o teto da categoria, o CNMP não foi capaz de cortar todos os supersalários. Em muitos casos, foram mantidos vencimentos superiores a R$ 24.500 porque, para os integrantes do colegiado, as gratificações recebidas por grande parte dos servidores, procuradores e promotores estavam amparadas por leis estaduais. O conselho não divulgou o número de contracheques cortados, nem quantos foram beneficiados com a manutenção dos salários superiores ao teto do funcionalismo público."
* Assassinou, confessou, foi condenado, e está solto
De O Globo
"Assassino confesso de um crime hediondo pelo qual foi condenado a 18 anos de prisão, o jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves continua solto e mantém praticamente a mesma rotina que tinha até matar, a sangue frio, em agosto de 2000, a ex-namorada Sandra Gomide, de 32 anos. Inconformado com o fim do relacionamento, Pimenta a esperou num haras no interior de São Paulo e atirou nela pelas costas, depois de uma rápida discussão. Com a arma na mão, deu ainda dois passos e disparou contra a cabeça de Sandra, que já agonizava no chão.
De O Globo
"Apenas 166 escolas públicas brasileiras de 1 a 4 série do ensino fundamental, o equivalente a 0,59% do total avaliado pelo Ministério da Educação (MEC), têm desempenho comparável ao de países de Primeiro Mundo, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Das dez melhores escolas de 1 a 4 série no país, 5 são do Rio de Janeiro, inclusive a primeira colocada, o Ciep 279 Professor Guiomar Gonçalves Neves, em Trajano de Morais. O mesmo ocorre no ranking de 5 a 8 série, que é liderado pelo Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio (UFRJ).
Os resultados do Ideb por escola serão anunciados hoje pelo $, que já divulgou as notas por cidade, estado e país. O balanço mostra que 13 estados, entre eles Pernambuco e Amazonas, não têm estabelecimento público de primeira linha no ensino fundamental. Norte e Nordeste concentram cinco das melhores escolas."
* MP eleva mesmo o seu próprio teto salarial
De O Globo
"O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou ontem o corte de salários pagos a servidores, procuradores e promotores de Justiça acima do teto do funcionalismo público, correspondente a R$ 24.500. No entanto, também decidiu que esse será o novo valor do limite de vencimentos da categoria nos estados, antes fixado em R$ 22.111. A decisão contraria decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em dezembro passado, a mais alta corte brasileira considerou ilegal a primeira tentativa do CNMP de aumentar o teto dos membros do Ministério Público dos estados para o patamar aprovado ontem.
Os valores dos supersalários foram divulgados de forma parcial ontem. Em São Paulo, existem contracheques nos de R$ 44.458,93 e R$ 39.576,81. No Rio Grande do Sul, um membro do MP ganha R$ 36.970,67. No Amapá, foi encontrado um contracheque no valor de R$ 30.953,63 e no Mato Grosso do Sul, de R$ 30.600,50.
Mesmo aumentado o teto da categoria, o CNMP não foi capaz de cortar todos os supersalários. Em muitos casos, foram mantidos vencimentos superiores a R$ 24.500 porque, para os integrantes do colegiado, as gratificações recebidas por grande parte dos servidores, procuradores e promotores estavam amparadas por leis estaduais. O conselho não divulgou o número de contracheques cortados, nem quantos foram beneficiados com a manutenção dos salários superiores ao teto do funcionalismo público."
* Assassinou, confessou, foi condenado, e está solto
De O Globo
"Assassino confesso de um crime hediondo pelo qual foi condenado a 18 anos de prisão, o jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves continua solto e mantém praticamente a mesma rotina que tinha até matar, a sangue frio, em agosto de 2000, a ex-namorada Sandra Gomide, de 32 anos. Inconformado com o fim do relacionamento, Pimenta a esperou num haras no interior de São Paulo e atirou nela pelas costas, depois de uma rápida discussão. Com a arma na mão, deu ainda dois passos e disparou contra a cabeça de Sandra, que já agonizava no chão.
O relato do crime, que chocou o país, foi dado pelo próprio assassino, em depoimento à polícia. A confissão, porém, não foi suficiente para mantê-lo na cadeia. O jornalista até chegou a ficar preso por sete meses, logo depois do crime, mas em meados de 2001 seus advogados conseguiram uma liminar para que ele respondesse ao processo em liberdade. Desde então Pimenta não voltou para a cadeia. Trocou a apertada cela do 77 DP pelo conforto de sua casa na Chácara Santo Antônio, bairro nobre de São Paulo.
Na casa, uma das janelas está fechada com um pano preto. O vigia da rua, depois de avisar ao jornalista da presença do repórter do GLOBO, informou que ele não atenderia pois não havia marcado encontro algum."
* Escuta aponta corrupção em subprefeitura
Da Folha de S.Paulo
"Depois de descobrir indícios de pagamento de propina a juízes federais e a policiais civis, a Polícia Federal encontrou menção de que funcionários de um órgão da Prefeitura de São Paulo receberam dinheiro para que um bingo irregular continuasse aberto. O órgão citado é a Subprefeitura da Sé, que administra a região central da cidade. Quem dirige a subprefeitura é Andrea Matarazzo, a principal voz do PSDB dentro da administração municipal.
A menção à propina aparece em uma conversa telefônica interceptada pela PF com autorização judicial na Operação Têmis, que investiga a venda de decisões judiciais -Têmis é a deusa grega da Justiça.
O diálogo ocorreu em 9 de fevereiro deste ano, às 15h51, como mostra um dos 14 volumes do inquérito da operação obtido pela Folha.
De um lado da linha está Marco Antonio Tobal, vice-presidente da Associação Brasileira de Bingos e dono de duas casas de jogos na cidade (os bingos Jardins e Tatuapé), que teriam sido vendidos no ano passado, segundo ele.
Do outro lado, Jaques, o intermediário da suposta propina, sobre quem a PF não descobriu mais detalhes até agora."
* Para ministro, PF faz "escutas de menos"
Da Folha de S.Paulo
"O ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou ontem que uma parte da imprensa quer construir o mito de que o governo federal está preocupado com a alta quantidade de escutas feitas pela Polícia Federal. "Não é verdade. Está havendo escutas de menos", disse. "Só temos que ter o cuidado para que elas não invadam a privacidade do cidadão e não extravasem o inquérito que está sendo objeto de trabalho pelos policiais", afirmou. Tarso defendeu a modernização das escutas telefônicas utilizadas pela polícia para que os direitos de quem não está sendo investigado sejam preservados. Ele disse que é preciso aperfeiçoar a legislação penal brasileira, muito atrasada diante do avanço da tecnologia. "A legislação evolui a 10 km por hora, enquanto as novas tecnologias, a 1.000 km por hora. Então, há superação da legislação penal e inquisitorial existente em face da revolução tecnológica."
* Jornal de SP é proibido pela Justiça de publicar denúncias
Da Folha de S.Paulo
"A Justiça Estadual proibiu o semanal "Folha de Vinhedo", do interior de São Paulo, de publicar uma entrevista que envolveria autoridades do Judiciário e do Executivo municipais e empresários da cidade em supostos casos de corrupção. Foram duas sentenças contra a publicação: a primeira no dia 1º, e a outra, ontem.
Em entrevista gravada, o ex-secretário jurídico de Vinhedo, Paulo Cabral, citou diversas autoridades em casos de irregularidades, tais como superfaturamento e tráfico de influência. Cabral diz que dois promotores da cidade e um juiz estavam "fechados" com o prefeito Kalu Donato (PR), para impedir que o político fosse prejudicado em possíveis ações judiciais.
Na primeira sentença, a juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, da 1ª Vara Cível de Jundiaí (SP), diz que a publicação das denúncias iria "macular a credibilidade do Poder Judiciário e do Ministério Público de Vinhedo". Ela decretou segredo de Justiça no processo e estipulou multa de R$ 500 mil "por cada publicação e por cada dia de veiculação das matérias"."
* A palavra é ... Renão
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
Renão
Não, o dicionário não é um livro místico onde tudo o que acontece e acontecerá já está escrito há tempos. Não, nada disso. Ou será? Pouca gente sabe, mas a palavra “renão”, que soa exatamente como a forma aportuguesada de renan, existe. É um advérbio e significa um “não” reforçado. De jeito nenhum. Aquilo que Brizola chamava de “não rotundo”. Não, não e não. Nãããããão!