***** Heloísa Helena: absolvição de Calheiros foi conluio
A presidente do Psol, Heloísa Helena, classificou a absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como um "conluio para acobertar o Renan". Ela disse que o partido vai exigir a continuidade das investigações contra o parlamentar. "Lógico que ficamos constrangidos com um resultado como esses", afirmou.
O Plenário decidiu nesta quarta-feira pela absolvição de Calheiros por 40 votos a 35. Houve seis abstenções. Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário.
Calheiros enfrentou o processo por quebra de decoro parlamentar após uma representação do Psol, baseada em uma reportagem da revista Veja. O texto diz que o senador tinha contas pessoais, inclusive a pensão da filha com a jornalista Mônica Veloso, pagas pelo lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior.
O presidente do Senado ainda responde a mais dois processos no Conselho de Ética. Um que investiga se ele usou a máquina pública para beneficiar a empresa de bebidas Schincariol e outro se ele usou laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas.
***** Jereissati: abstenções foram combinadas
A presidente do Psol, Heloísa Helena, classificou a absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como um "conluio para acobertar o Renan". Ela disse que o partido vai exigir a continuidade das investigações contra o parlamentar. "Lógico que ficamos constrangidos com um resultado como esses", afirmou.
O Plenário decidiu nesta quarta-feira pela absolvição de Calheiros por 40 votos a 35. Houve seis abstenções. Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário.
Calheiros enfrentou o processo por quebra de decoro parlamentar após uma representação do Psol, baseada em uma reportagem da revista Veja. O texto diz que o senador tinha contas pessoais, inclusive a pensão da filha com a jornalista Mônica Veloso, pagas pelo lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior.
O presidente do Senado ainda responde a mais dois processos no Conselho de Ética. Um que investiga se ele usou a máquina pública para beneficiar a empresa de bebidas Schincariol e outro se ele usou laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas.
***** Jereissati: abstenções foram combinadas
O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), culpou os petistas pelo resultado da votação no Plenário do Senado, que absolveu o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL). Segundo ele, as abstenções foram todas combinadas para livrar Calheiros da cassação.
Segundo o parlamentar, o próprio senador Aloísio Mercadante (PT-SP) disse que votou pela abstenção. "Foi tudo combinado. É decepcionante. A crise está em nós", afirmou.
Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário. Após votação secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 votaram pela cassação. Houve seis abstenções.
***** Democratas quer continuidade de outros processos
O líder do Democratas, José Agripino Maia (RN), disse que a primeira atitude de seu partido será exigir imediatamente do presidente do Conselho de Ética do Senado, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), a indicação de relatores para os outros processos contra Renan Calheiros (PMDB-AL).
O Plenário decidiu pela absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros. Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário. Após votação secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 votaram pela cassação. Houve seis abstenções.
Calheiros enfrentou o processo por quebra de decoro parlamentar após uma representação do Psol, baseada em uma reportagem da revista Veja. O presidente do Senado ainda responde a mais dois processos no Conselho de Ética. Um que investiga se ele usou a máquina pública para beneficiar a empresa de bebidas Schincariol e outro se ele usou laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas.
***** Casagrande diz que decisão foi arrogante
O senador Renato Casagrande (PSB-ES), um dos relatores do processo que pediu a cassação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que se sente frustrado com o resultado da votação. Ele classificou a soberania do Senado como arrogante e disse que a instituição continua "sangrando".
"Não temos uma resposta para a sociedade. Não tenho nem o que falar. A sociedade se enfraquece e sangra", disse Casagrande.
O Plenário do Senado decidiu pela absolvição do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário. Após votação secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 votaram pela cassação. Houve seis abstenções.
***** Calheiros e Heloísa teriam discutido durante sessão
No discurso do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante a sessão secreta que o absolveu da perda de mandato nesta quarta-feira, terminou com a troca de agressões entre ele e ex-senadora Heloísa Helena, conforme relatou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Ao final de seu discurso Calheiros teria acusado a ex-senadora do Psol de sonegar impostos.
Heloísa teria respondido de imediato, chamando o senador de mentiroso. O peemedebista, então, elevando o tom, teria respondido: "você lava a boca com água sanitária para falar comigo". Ela teria respondido no mesmo tom, falando que quem deveria usar água sanitária era ele.
Calheiros e Heloísa Helena tiveram que ser contidos por seus colegas para que a discussão terminasse. O senador Cristovam Buarque disse que este era apenas um dos muitos fatos ocorridos hoje que o envergou. "Isso é muito triste, muito feio. Se vocês fizessem jornal como nós fazemos o Senado, eu não iria ler nada", disse Cristovam a jornalistas.
***** O Senado pecou e errou, diz Demóstenes
O senador Demóstenes Torres (Democratas-GO) afirmou depois da absolvição do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), que o Senado "pecou e errou" na decisão desta quarta-feira. As informações são da Globonews.
"O calvário não é mais só de Renan Calheiros, é nosso. O Senado pecou e errou e vai pagar por isso", disse Demóstenes. O senador afirmou também que as seis abstenções favoreceram Calheiros.
O Plenário decidiu pela absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário. Após votação secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 votaram pela cassação. Houve seis abstenções.
***** Calheiros: "vou para casa rezar"
Segundo a assessoria do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) foi para a residência oficial, na Península dos Ministros, assim que a votação que o absolveu no processo por quebra de decoro parlamentar foi encerrada no Plenário. "Vou para casa rezar" foi o único comentário de Calheiros ao deixar a Casa.
Esta foi a primeira vez na história em que um presidente da Casa teve uma cassação avaliada em Plenário. Após votação secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 votaram pela cassação. Houve seis abstenções.
Segundo interlocutores, Calheiros recebeu um telefonema da mulher, logo após a divulgação do resultado da votação, pedindo para que ele fosse para casa, onde familiares e amigos estariam esperando por ele.
Calheiros enfrentou o processo por quebra de decoro parlamentar após uma representação do Psol, baseada em uma reportagem da revista Veja. O senador era acusado de ter contas pessoais pagas por um lobista.
***** STF cassa pensão vitalícia de ex-governador
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cassaram nesta quarta-feira a aposentadoria vitalícia no valor de R$ 22,1 mil que havia sido concedida ao ex-governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, pela Assembléia Legislativa do Estado.
Por dez votos a um, os ministros do STF acolheram a ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e cassaram a pensão vitalícia, conhecida como "bolsa-pijama" e apontada como ilegal pela entidade.
Os votos foram proferidos com base no voto da relatora da matéria, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.