Políbio Braga
- Repercute muito a requisição dos vídeos requisitados à Polícia Federal pelo ministro da Justiça, relacionados com o escândalo produzido pela advogada e espiã Christiane Araújo, em que narra suas relações íntimas com o ministro do STF, Dias Toffoli, e o secretário Geral da presidência, Gilberto Carvalho. Ela traficou interesses, foi atendida, e em troca entregou vídeos, documentos e áudios (grampos) contra adversários do PT, ajudando o governo federal e o Partido a desestabilizá-los. A Polícia Federal entesourou os vídeos e não fez nada com eles. O caso concreto denunciado pela advogada-espiã foi a derrubada do governador José Roberto Arruda. Sobre o assunto, eis o que escreve nesta segunda-feira Marcos Cavalcante, irmão do ex-chefe da representação do governo do RS em Brasília, Marcelo Cavalcante, que segundo a família foi assassinado pelos adversários de Yeda, numa queima de arquivo, já que ele iria denunciar as armações que culminaram com uma gravação traiçoeira de uma conversa dirigida pelo lobista Lair Ferst, que na época já era parceiro de conspiratas do ex-vice-governador Paulo Feijó e seus aliados do PSOL e do PT.
Fortes indícios apontam que aquilo que ocorreu em Brasília, apenas corrobora com o que também pode ter ocorrido no Rio Grande do Sul com a ex-governadora Yeda Crusius, do PSDB, no pleito de 2010, devido a vários factóides políticos que foram criados pelo eixo do mal, principalmente, coincidentemente e estranhamente, após o corpo do meu irmão Marcelo Cavalcante, ex-assessor de Yeda, aparecer boiando em condições suspeitíssimas, às margens da ponte JK, e com fortes indícios de uma premeditada emboscada, mas que teve um vergonhoso desfecho do inquérito policial, que apontou suicídio comum, depois de uma “suspeita” troca de delegados.
A ampla divulgação em desfavor da então governadora Yeda, pela grande mídia gaúcha, após a morte de Marcelo, acabou facilitando a vitória do governador Tarso Genro do PT ainda no primeiro turno. A grande diferença é que em Brasília o impeachment do governador Arruda foi sacramentado antes do pleito de 2010 e no Rio Grande do Sul, apesar das várias tentativas, acabou não acontecendo o impeachment, mas acabou minando qualquer pretensão e chance de reeleição da governadora Yeda.
Toda a família Cavalcante e todos os verdadeiros amigos de Marcelo, temos 100% de certeza de tratar-se de homicídio e também pelo fato das excessivas mentiras e contradições de Magda Koenigkan, que a coloca como principal suspeita de estar por trás da emboscada que fizeram com Marcelo. Ela conviveu apenas e tão somente um ano e três meses com meu irmão, mas foi intitulada pela grande mídia do Rio Grande do Sul como “viúva” e empresária bem sucedida em Brasília.
Logo no início das investigações, a delegada plantonista já colocava Magda como suspeita de estar por trás, de alguma forma, devido suas excessivas contradições, devido à retirada do carro do meu irmão da ponte antes mesmo da perícia e muitas outras coisas, como também foi colocada como suspeita pelo delegado e pelo investigador que ficaram responsáveis pela investigação antes, é claro, da “estranhíssima” troca de delegados, que acabou culminando com a “vergonhosa” mudança de rumo nas investigações. Depois essa gente vem com a falsa falácia de que a polícia não é política.
É importante salientar que a Justiça Divina tarda, mas não falha e parece que Ela já começou a ser feita.