Explicações e razões de Lula
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De Lula, em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, sobre o aumento do salário mínimo, a crise aérea e o teto do funcionalismo público:
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Política para salário mínimo
- Todo ano vai ter um pouquinho, todo ano vai ter um pouquinho, todo ano vai ter um pouquinho. Todo ano vai ter um pouquinho enquanto eu for presidente.
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Salário mínimo e crescimento
- Não está colocado esse sofrimento todo (ou aumenta o mínimo ou cresce a economia). Segundo: o salário mínimo é a melhor forma de distribuição de renda que o país faz (...) Eu comecei o café da manhã dizendo que não basta crescer para distribuir renda.
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Destravar o país
- Eu quero crescer mais (que 5%). Não vou me apegar a números (...) A inflação não vai voltar, a estabilidade econômica e a Lei de Responsabilidade Fiscal são compromissos para o segundo mandato. Se brincar em serviço, quebra a cara. Não esperem de mim nenhuma mágica porque não existe. Esperem de mim seriedade.
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Desburocratizar o governo
- Hoje estou mais maduro, mais consciente. Hoje eu sei aonde as coisas emperram. Há coisas travadas por lei, por práticas políticas, por vícios (...) Nós precisamos desburocratizar o sim e o não.
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Adiamento do pacote econômico
- O pacote tem consistência. O motivo que me convenceu a adiar o anúncio é que a cabeça do povo não está em pacote. A cabeça do povo está em Natal, em pacote de Papai Noel.
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Prioridades do segundo mandato
- Não sei se vamos repetir alguma coisa (do primeiro mandato no segundo). No futebol, não há dois jogos iguais. No primeiro mandato estabilizamos a economia (...) A primeira coisa que vamos fazer é trabalhar para que o Brasil tenha, no público e no privado, investimentos em infra-estrutura. Exemplo: dos principais portos até a dragagem vamos ter que fazer com urgência, as principais rodovias, aeroportos, queremos fazer aeroportos industriais, com política fiscal apropriada, temos 4.700 km de gasoduto para fazer (...) A segunda coisa será investimento em educação. Ninguém vai evitar que eu faça em cada cidade pólo uma extensão universitária ou uma escola técnica. Isso não é política de ministério (evita dizer se Fernando Haddad continua na Educação). Isso é política minha.
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De Lula, em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, sobre o aumento do salário mínimo, a crise aérea e o teto do funcionalismo público:
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Política para salário mínimo
- Todo ano vai ter um pouquinho, todo ano vai ter um pouquinho, todo ano vai ter um pouquinho. Todo ano vai ter um pouquinho enquanto eu for presidente.
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Salário mínimo e crescimento
- Não está colocado esse sofrimento todo (ou aumenta o mínimo ou cresce a economia). Segundo: o salário mínimo é a melhor forma de distribuição de renda que o país faz (...) Eu comecei o café da manhã dizendo que não basta crescer para distribuir renda.
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Destravar o país
- Eu quero crescer mais (que 5%). Não vou me apegar a números (...) A inflação não vai voltar, a estabilidade econômica e a Lei de Responsabilidade Fiscal são compromissos para o segundo mandato. Se brincar em serviço, quebra a cara. Não esperem de mim nenhuma mágica porque não existe. Esperem de mim seriedade.
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Desburocratizar o governo
- Hoje estou mais maduro, mais consciente. Hoje eu sei aonde as coisas emperram. Há coisas travadas por lei, por práticas políticas, por vícios (...) Nós precisamos desburocratizar o sim e o não.
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Adiamento do pacote econômico
- O pacote tem consistência. O motivo que me convenceu a adiar o anúncio é que a cabeça do povo não está em pacote. A cabeça do povo está em Natal, em pacote de Papai Noel.
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Prioridades do segundo mandato
- Não sei se vamos repetir alguma coisa (do primeiro mandato no segundo). No futebol, não há dois jogos iguais. No primeiro mandato estabilizamos a economia (...) A primeira coisa que vamos fazer é trabalhar para que o Brasil tenha, no público e no privado, investimentos em infra-estrutura. Exemplo: dos principais portos até a dragagem vamos ter que fazer com urgência, as principais rodovias, aeroportos, queremos fazer aeroportos industriais, com política fiscal apropriada, temos 4.700 km de gasoduto para fazer (...) A segunda coisa será investimento em educação. Ninguém vai evitar que eu faça em cada cidade pólo uma extensão universitária ou uma escola técnica. Isso não é política de ministério (evita dizer se Fernando Haddad continua na Educação). Isso é política minha.
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Investimentos no Rio de Janeiro
- Está destravada a relação do governo federal com o Rio de Janeiro. Havia 34 projetos da Petrobras travados por conta da secretaria de meio ambiente. O Rio de Janeiro precisa de investimento e agora terá mais facilidade para trabalhar.
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- Está destravada a relação do governo federal com o Rio de Janeiro. Havia 34 projetos da Petrobras travados por conta da secretaria de meio ambiente. O Rio de Janeiro precisa de investimento e agora terá mais facilidade para trabalhar.
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Responsabilidade pelo apagão aéreo
- O atraso que está acontecendo não é mais dos controladores (...) O que eu quero é que o passageiro seja avisado (nos aeroportos do motivo dos atrasos) para o povo quando tiver que xingar, xingar quem de direito.
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Razões da crise aérea
- Eu acho que o número de passageiros cresceu muito. A saída da Varig também deixou uma lacuna muito grande (...) Eu sinto que as conexões nos aeroportos não são cumpridas no horário certo (...) Os controladores estão trabalhando certinho. Tem reivindicações que precisam ser atendidas.
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Falta de informações sobre a crise
- Eu acho que não estava tendo (as explicações verdadeiras para o assunto). Os controladores tiveram responsabilidade num dado momento. Depois, eles assumiram o seu trabalho. Depois houve falha dos instrumentos, que a Aeronáutica assumiu, quebrou a torre em Curitiba (...) A Anac tem a obrigação de ir para a televisão dizer o que aconteceu (...) É muito fácil dizer que deu pane no avião. Na verdade, às vezes nem tem avião. Eu quero que as pessoas tenham tranqüilidade.
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Soluções para a crise aérea
- Não tenho certeza (se desmilitarizar o controle aéreo é o caminho para resolver a crise). Eu tô com pressa. Vamos ter que resolver isso rapidamente. Sessenta dias (desde o início da crise) já é um prazo muito longo.
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Teto do funcionalismo público
- Nós temos um problema para criar o teto. É preciso mudar a Constituição. Isso só será possível se os partidos estiverem de acordo. Isso será tratado junto da reforma política. Eu acho (importante ter um teto).
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- O atraso que está acontecendo não é mais dos controladores (...) O que eu quero é que o passageiro seja avisado (nos aeroportos do motivo dos atrasos) para o povo quando tiver que xingar, xingar quem de direito.
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Razões da crise aérea
- Eu acho que o número de passageiros cresceu muito. A saída da Varig também deixou uma lacuna muito grande (...) Eu sinto que as conexões nos aeroportos não são cumpridas no horário certo (...) Os controladores estão trabalhando certinho. Tem reivindicações que precisam ser atendidas.
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Falta de informações sobre a crise
- Eu acho que não estava tendo (as explicações verdadeiras para o assunto). Os controladores tiveram responsabilidade num dado momento. Depois, eles assumiram o seu trabalho. Depois houve falha dos instrumentos, que a Aeronáutica assumiu, quebrou a torre em Curitiba (...) A Anac tem a obrigação de ir para a televisão dizer o que aconteceu (...) É muito fácil dizer que deu pane no avião. Na verdade, às vezes nem tem avião. Eu quero que as pessoas tenham tranqüilidade.
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Soluções para a crise aérea
- Não tenho certeza (se desmilitarizar o controle aéreo é o caminho para resolver a crise). Eu tô com pressa. Vamos ter que resolver isso rapidamente. Sessenta dias (desde o início da crise) já é um prazo muito longo.
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Teto do funcionalismo público
- Nós temos um problema para criar o teto. É preciso mudar a Constituição. Isso só será possível se os partidos estiverem de acordo. Isso será tratado junto da reforma política. Eu acho (importante ter um teto).
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Salários do serviço público
- O presidente da República desde 1998 não tem reajuste (...) Eu ainda fiz no ano passado uma reunião dizendo que é preciso encontrar um jeito de ter uma política salarial homogênea para os três poderes. Vamos ter que encontrar um jeito.
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Reforma da Previdência
- As pessoas têm mania de dizer que as soluções para os problemas do Brasil são uma única coisa. A reforma não é para consertar um rombo de agora, é para a próxima geração (...) Mudanças na Previdência não serão traumáticas. Eu vou criar um fórum nacional para discutir a Previdência com o movimento sindical, aposentados, especialistas do Senado e da Câmara. Essas coisas não podem ser apaixonadas. Não tem prazo (para isso sair). A conclusão será encaminhada ao Congresso Nacional.
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Presidência da Câmara
- A disputa ainda não começou. Se eu puder, vou ajudar a base a ter um único candidato. Vou chamar o Aldo para conversar, vou chamar o Arlindo Chinaglia para conversar, vou conversar com os dois juntos (...) Eu só quero chamar as pessoas à realidade. Para que dois candidatos da base? Para que essa disputa?
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Articulação política
- Quero me reunir mais com os presidentes dos partidos e com os líderes da Câmara. Se a gente não conversa com o deputado, como vai pedir voto depois?
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Equipe econômica
- Eu vou fazer o quê com a equipe econômica? Chegamos ao sucesso de agora por causa da equipe econômica. O governo está funcionando.
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Reforma ministerial
- Eu nunca disse que ia mudar ministério (...) Não estou preocupado. Os ministros não precisam nem vir para a posse. Tá todo mundo ministro. Não sei (se vou ter ministério novo) (...) No dia 1º de janeiro, só vamos tomar posse eu e o José Alencar.
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Enxugar o número de ministérios
- Ninguém está molhado. Não vou (diminuir o número de ministérios).
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Ministros demissionários
- Mesmo alguns ministros que disseram que vão sair, só vão sair quando eu quiser que saiam.
- O presidente da República desde 1998 não tem reajuste (...) Eu ainda fiz no ano passado uma reunião dizendo que é preciso encontrar um jeito de ter uma política salarial homogênea para os três poderes. Vamos ter que encontrar um jeito.
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Reforma da Previdência
- As pessoas têm mania de dizer que as soluções para os problemas do Brasil são uma única coisa. A reforma não é para consertar um rombo de agora, é para a próxima geração (...) Mudanças na Previdência não serão traumáticas. Eu vou criar um fórum nacional para discutir a Previdência com o movimento sindical, aposentados, especialistas do Senado e da Câmara. Essas coisas não podem ser apaixonadas. Não tem prazo (para isso sair). A conclusão será encaminhada ao Congresso Nacional.
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Presidência da Câmara
- A disputa ainda não começou. Se eu puder, vou ajudar a base a ter um único candidato. Vou chamar o Aldo para conversar, vou chamar o Arlindo Chinaglia para conversar, vou conversar com os dois juntos (...) Eu só quero chamar as pessoas à realidade. Para que dois candidatos da base? Para que essa disputa?
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Articulação política
- Quero me reunir mais com os presidentes dos partidos e com os líderes da Câmara. Se a gente não conversa com o deputado, como vai pedir voto depois?
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Equipe econômica
- Eu vou fazer o quê com a equipe econômica? Chegamos ao sucesso de agora por causa da equipe econômica. O governo está funcionando.
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Reforma ministerial
- Eu nunca disse que ia mudar ministério (...) Não estou preocupado. Os ministros não precisam nem vir para a posse. Tá todo mundo ministro. Não sei (se vou ter ministério novo) (...) No dia 1º de janeiro, só vamos tomar posse eu e o José Alencar.
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Enxugar o número de ministérios
- Ninguém está molhado. Não vou (diminuir o número de ministérios).
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Ministros demissionários
- Mesmo alguns ministros que disseram que vão sair, só vão sair quando eu quiser que saiam.