sexta-feira, janeiro 12, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Após cirurgias, músicos do Fat Family perdem 177kg
Redação Terra

O grupo vocal Fat Family, formado na cidade paulista de Sorocaba, no final da década de 90, mudou de vida há dois anos. Os irmãos Kátia, Célio e Suzete passaram por operações de redução de estômago e, juntos, já perderam 177 quilos.

Os músicos, que estouraram nas paradas em 1998 com as músicas Onde Foi que Eu Errei e Jeito Sexy, mantêm hábitos saudáveis atualmente.

"Aprendi a curtir cada alimento e a comer saladas", diz Célio, que ao lado das duas irmãs posou para a edição mais recente da revista Dieta Já.

A nova fase do grupo contrasta com a época em que a música Gulosa foi gravada. No repertório da banda, destacaram-se ainda pérolas como We Are Family, Killing Me Softly e Easy.

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País já tem lei que regula transporte rodoviário de carga

Após tramitar por seis anos no Congresso Nacional, a lei 11.442, que regula a atividade de transporte rodoviário de carga no País, foi publicada na edição de hoje do "Diário Oficial da União". O presidente da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC & Logística), Geraldo Vianna, comemorou a sanção.
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A lei, aprovada em dezembro pela Câmara, segundo Vianna consagra algumas normas que, na prática, já vinham sido cumpridas pela iniciativa privada, como a obrigação de contratar seguro de perda ou danos às cargas. Mas, ressaltou, o texto inova ao determinar que o seguro seja contratado ou pelo transportador ou pelo dono da carga.
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Segundo ele, antes era muito comum que ambas as partes segurassem a carga, o que acabava encarecendo o frete. A lei também estabelece que os operadores de terminais e armazéns são responsáveis por eventuais danos ou perdas de mercadoria durante o processo de transbordo. Vianna ressaltou que essa responsabilidade já era atribuída aos terminais "por jurisprudência", mas disse que a lei inovou ao determinar prazo máximo de cinco horas para a realização de operações de carga e descarga dos caminhões nos terminais.
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"A sanção da lei foi positiva. Era uma antiga reivindicação do setor. A lei ajudará a colocar ordem na atividade de transporte de carga", disse Vianna.
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Governo não cumprirá meta de entrega de preservativos
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A coordenadora do Programa Nacional de DST-Aids, Mariangela Simão, admitiu que o governo não tem condições de cumprir a promessa de distribuir anualmente 1 bilhão de camisinhas. A meta, anunciada em anos anteriores, não chegou nem perto de ser atingida. Em 2005, foram distribuídos 251 milhões de preservativos e, no ano passado, 253,7 milhões. Cifra menor do que 2003, quando 259 milhões de camisinhas foram distribuídas em programas de prevenção das doenãs sexualmente transmissíveis. "O número de 1 bilhão é impraticável. Não temos nem mesmo como garantir a certificação de um lote dessas proporções", afirmou Mariangela, que assumiu no ano passado a coordenação do programa.
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O controle de qualidade prévio das camisinhas é indispensável para que a distribuição seja autorizada. Atualmente, a certificação é feita por duas instituições que, juntas, podem analisar entre 60 milhões e 80 milhões de unidades por mês. "Gostaríamos de distribuir 500 milhões de preservativos por ano. Esta cifra já seria o ideal."
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Depois da Operação Vampiro, que desbaratou um esquema de fraudes na aquisição de insumos e medicamentos no Ministério da Saúde, a distribuição de preservativos passou a ser feita de forma irregular. ONGs passaram a denunciar a falta do produto, indispensável para prevenção, em vários postos de distribuição.
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Inicialmente, o problema foi atribuído às dificuldades internas no ministério para realizar licitações. Com o tempo, as justificativas foram se alternando. "Já enfrentamos problemas de empresas ganhadoras de licitação fornecerem material que não passou no controle de qualidade e atrasos de entrega", diz a coordenadora. Em outubro de 2005, uma licitação para compra de 1 bilhão de camisinhas foi iniciado. Mas somente em outubro de 2006 o país recebeu o sinal verde do Banco Mundial, financiador da compra.
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"Se pudéssemos trabalhar com o sistema de pré-qualificação, teríamos como evitar boa parte dos contratempos", reconhece Mariangela. No entanto, a pré-qualificação, feita pelo Fundo de Populações das Nações Unidas, não é aceito por todos os organismos. Mariangela defende que tal sistema seja reconhecido universalmente. "Traria agilidade e maior segurança à compra."
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Por causa do passado recente, ativistas estão apreensivos sobre como será a distribuição de preservativos no período de carnaval. O governo diz que, aara garantir a entrega, será usado parte de um lote de 35 milhões de camisinhas que chegou no fim de dezembro e que agora passa por processo de certificação. Mariangela garante que há material suficiente e não haverá atraso.
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Só no exterior?
Cristiana Lobo, G1
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Para formar sua equipe de governo, o governador de Alagoas, Teotônio Vilela, buscou nomes técnicos, mas também indicações políticas. Reuniu todos aqueles que o apoiaram na campanha e pediu indicações.
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A um deputado detalhou o que esperava.
- Alguém que fosse tecnicamente preparado, um homem de diálogo, que tivesse sensibilidade política, honesto... e por aí foi citando qualidades que gostaria de ver na indicação.
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Até que o deputado o interrompeu:
- Governador, um homem desses nós vamos ter que buscar no estrangeiro... Por aqui não tem não!
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Anúncio põe "prostitutas" nas ruas para desvalorizar bairro
Fonte: INVERTIA

Uma agência de Tel Aviv, em Israel, decidiu colocar cartazes de mulheres vestidas como prostituas em tamanho real para tentar desvalorizar os imóveis de bairros.

As "prostitutas" são colocadas em parques, presas em postes ou árvores. A ação de guerrilha tenta fazer com que proprietários das áreas reduzam preços dos imóveis.

"Nós trouxemos o melhor poluidor do mercado imobiliário: as prostituas. É simples", afirma a agência em seu site na Internet.