Presente no encontro que comemora os 27 anos do PT, em Salvador (BA), Marta Suplicy defendeu nesta sexta que o presidente da República possa convocar plebiscitos sem autorização do Congresso. “Não acho inadequado. Muitas vezes o plebiscito pode ajudar o Executivo a tomar decisões mais de acordo com a sociedade", defendeu a ex-prefeita de São Paulo.
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A tese foi lançada esta semana por um grupo de deputados federais do PT paulista ao qual pertence Marta, com o objetivo de ser discutida no Congresso Nacional do partido, que acontecerá em julho deste ano. “Não tem qualquer relação com terceiro mandato. Isso foi factóide criado pela imprensa”, justificou a petista ao ser questionada sobre se a proposta abriria caminho para a aprovação da reeleição indefinida para presidente da República.
A tese foi lançada esta semana por um grupo de deputados federais do PT paulista ao qual pertence Marta, com o objetivo de ser discutida no Congresso Nacional do partido, que acontecerá em julho deste ano. “Não tem qualquer relação com terceiro mandato. Isso foi factóide criado pela imprensa”, justificou a petista ao ser questionada sobre se a proposta abriria caminho para a aprovação da reeleição indefinida para presidente da República.
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“Em grandes questões, difíceis de serem resolvidas, o presidente precisa ter respaldo mais amplo. Em outros países já acontece isso, como nos Estados Unidos, na Califórnia", citou.
“Em grandes questões, difíceis de serem resolvidas, o presidente precisa ter respaldo mais amplo. Em outros países já acontece isso, como nos Estados Unidos, na Califórnia", citou.
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COMENTANDO A NOTÍCIA: Dona Marta Suplicy precisa aprender uma coisa: quando se conta as coisas que acontecem em outros países, devemos ter um mínimo de cuidado para pelo menos contar a verdade inteira, não metade dela naquilo que nossa conveniência suspeita e de má fé nos permite contar. Ocorre que em qualquer país democrático do mundo onde há plebiscito, ele parte de autorização expressa do poder legislativo. Tal qual em nosso país. Está na Constituição. Diferentemente das ditaduras, onde o plebiscito é instrumento de fachada partindo diretamente do tirano que comanda o regime. Portanto, melhor faria a dona Marta se, em primeiro lugar, tivesse um pingo de respeito pela verdade, coisa da qual a coitada anda distante há muito tempo. Em segundo lugar, melhor faria, para o fortalecimento das instituições democráticas, se sugerisse algo no sentido de aperfeiçoar o conjunto delas e sua harmonia no dia a dia do país, e não apenas entrasse de gaiata no navio do autoritarismo, e apresentasse uma meia pataca que apenas faz tornar um dos poderes, já com muito poder, ainda com maior autoridade sobre os demais. Na democracia, dona Marta existe legislativo. E nos referidos países em que você exemplificou o plebiscito, este é uma incumbência do Legislativo propor e autorizar, além do que o Executivo lá não conta com a arbitrária e esdrúxula figura da Medida Provisória, ok ? Menos cretinice, por favor, dona Marta !
COMENTANDO A NOTÍCIA: Dona Marta Suplicy precisa aprender uma coisa: quando se conta as coisas que acontecem em outros países, devemos ter um mínimo de cuidado para pelo menos contar a verdade inteira, não metade dela naquilo que nossa conveniência suspeita e de má fé nos permite contar. Ocorre que em qualquer país democrático do mundo onde há plebiscito, ele parte de autorização expressa do poder legislativo. Tal qual em nosso país. Está na Constituição. Diferentemente das ditaduras, onde o plebiscito é instrumento de fachada partindo diretamente do tirano que comanda o regime. Portanto, melhor faria a dona Marta se, em primeiro lugar, tivesse um pingo de respeito pela verdade, coisa da qual a coitada anda distante há muito tempo. Em segundo lugar, melhor faria, para o fortalecimento das instituições democráticas, se sugerisse algo no sentido de aperfeiçoar o conjunto delas e sua harmonia no dia a dia do país, e não apenas entrasse de gaiata no navio do autoritarismo, e apresentasse uma meia pataca que apenas faz tornar um dos poderes, já com muito poder, ainda com maior autoridade sobre os demais. Na democracia, dona Marta existe legislativo. E nos referidos países em que você exemplificou o plebiscito, este é uma incumbência do Legislativo propor e autorizar, além do que o Executivo lá não conta com a arbitrária e esdrúxula figura da Medida Provisória, ok ? Menos cretinice, por favor, dona Marta !