Atentado foi vingança
Oficiais de inteligência da Aeronáutica estão convencidos de que o atentado a tiros contra o brigadeiro José Matias Matielle, no Rio de Janeiro, é obra de grupos que se sentem ameaçados pelas ações moralizadoras da vítima, que é diretor-geral de Saúde da FAB, contra licitações e compras suspeitas em unidades de saúde. O atentado ocorreu na noite de quinta. Matielle teve sorte: foi atingido de raspão no pescoço e em um dedo de sua mão direita.
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Mantega e os seus "laranjas"
Radar, Veja Online
A artilharia de Guido Mantega contra Henrique Meirelles continua. Mas agora de forma mais silenciosa. Como Lula proibiu que Mantega bata publicamente em Meirelles, o ministro da Fazenda está se utilizando de laranjas" qualificados para continuar fustigando o presidente do Banco Central. Pelo menos, esse é o sentimento dominante no BC. Anteontem, por exemplo, a estratégia funcionou assim: o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, deu uma entrevista descendo a lenha no BC. Ontem à tarde foi a vez de Ricardo Berzoini, presidente do PT, encenar um script semelhante. Encontrou-se com o ministro da Fazenda e, logo depois, criticou a taxa de câmbio.
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Mais ou menos
Carlos Alberto Sardenberg, G1
Saiu mais um indicador importante para se analisar o desempenho da economia em 2006. E como entramos em 2007, claro.
Trata-se da produção da indústria brasileira. O resultado geral é ruim: em 2006, a produção cresceu apenas 2,8% em relação a 2005. É um pouco menos do que os analistas esperavam (3%) e, sobretudo, um resultado inferior ao registrado em 2005, quando a indústria havia crescido 3,1%.
Portanto, houve uma desaceleração em relação ao um ano que já fora medíocre. Mas há também boas notícias, afirma o IBGE.
Considerando o último trimestre do ano passado, os resultados são bons: crescimento de 1,1% em relação ao terceiro trimestre e de 3,2% sobre o último trimestre de 2005.
Esse ritmo mais forte do que na média do ano indica que a indústria terminou 2006 em aceleração, o que é um bom sinal para 2007.
Também foi positiva a produção de máquinas e equipamentos. Cresceu 5,7% em relação a 2005. Isso é sinal de investimentos.
A indústria de bens consumos duráveis foi bem (o consumo aqui se beneficiou da expansão do crédito ao consumidor).
Bens intermediários foi fraco (2,1%) e também a de bens semi e não duráveis (roupas e alimentos), que cresceu apenas 2,7% em 2006.
A notar: a produção industrial é a principal força da economia.
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Oficiais de inteligência da Aeronáutica estão convencidos de que o atentado a tiros contra o brigadeiro José Matias Matielle, no Rio de Janeiro, é obra de grupos que se sentem ameaçados pelas ações moralizadoras da vítima, que é diretor-geral de Saúde da FAB, contra licitações e compras suspeitas em unidades de saúde. O atentado ocorreu na noite de quinta. Matielle teve sorte: foi atingido de raspão no pescoço e em um dedo de sua mão direita.
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Mantega e os seus "laranjas"
Radar, Veja Online
A artilharia de Guido Mantega contra Henrique Meirelles continua. Mas agora de forma mais silenciosa. Como Lula proibiu que Mantega bata publicamente em Meirelles, o ministro da Fazenda está se utilizando de laranjas" qualificados para continuar fustigando o presidente do Banco Central. Pelo menos, esse é o sentimento dominante no BC. Anteontem, por exemplo, a estratégia funcionou assim: o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, deu uma entrevista descendo a lenha no BC. Ontem à tarde foi a vez de Ricardo Berzoini, presidente do PT, encenar um script semelhante. Encontrou-se com o ministro da Fazenda e, logo depois, criticou a taxa de câmbio.
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Mais ou menos
Carlos Alberto Sardenberg, G1
Saiu mais um indicador importante para se analisar o desempenho da economia em 2006. E como entramos em 2007, claro.
Trata-se da produção da indústria brasileira. O resultado geral é ruim: em 2006, a produção cresceu apenas 2,8% em relação a 2005. É um pouco menos do que os analistas esperavam (3%) e, sobretudo, um resultado inferior ao registrado em 2005, quando a indústria havia crescido 3,1%.
Portanto, houve uma desaceleração em relação ao um ano que já fora medíocre. Mas há também boas notícias, afirma o IBGE.
Considerando o último trimestre do ano passado, os resultados são bons: crescimento de 1,1% em relação ao terceiro trimestre e de 3,2% sobre o último trimestre de 2005.
Esse ritmo mais forte do que na média do ano indica que a indústria terminou 2006 em aceleração, o que é um bom sinal para 2007.
Também foi positiva a produção de máquinas e equipamentos. Cresceu 5,7% em relação a 2005. Isso é sinal de investimentos.
A indústria de bens consumos duráveis foi bem (o consumo aqui se beneficiou da expansão do crédito ao consumidor).
Bens intermediários foi fraco (2,1%) e também a de bens semi e não duráveis (roupas e alimentos), que cresceu apenas 2,7% em 2006.
A notar: a produção industrial é a principal força da economia.
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O ministro Marco Aurélio quer trocar
O ministro Marco Aurélio quer trocar
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Com as críticas duras, mas sustentadas e irrespondíveis, o ministro Marco Aurelio Mello, do Supremo, provocou o Congresso, e não evitou que se insurgissem contra ele. O ministro foi perfeito, e tudo o que disse poderia ser resumido no seguinte: "Salário é salário, o resto é exagero". E ainda foi mais longe, colocando as coisas de forma bem clara: "Troco os meus 24 mil pelos 12 mil (arredondando) do Congresso, naturalmente com os penduricalhos".
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Rasgando dinheiro
Alerta Total
Com as críticas duras, mas sustentadas e irrespondíveis, o ministro Marco Aurelio Mello, do Supremo, provocou o Congresso, e não evitou que se insurgissem contra ele. O ministro foi perfeito, e tudo o que disse poderia ser resumido no seguinte: "Salário é salário, o resto é exagero". E ainda foi mais longe, colocando as coisas de forma bem clara: "Troco os meus 24 mil pelos 12 mil (arredondando) do Congresso, naturalmente com os penduricalhos".
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Rasgando dinheiro
Alerta Total
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Na entrevista do diplomata Roberto Abdenur à Veja, uma prova objetiva de que o Brasil joga dinheiro fora em não ampliar suas relações comerciais com os EUA:“O Brasil está, na melhor das hipóteses, deixando de ganhar dinheiro. O mercado americano está se aproximando dos 2 trilhões de dólares. Seria vital para o Brasil ter vantagens preferenciais, de parceria, com os Estados Unidos. Não estou dizendo que deveríamos ter assinado a Alca de qualquer jeito, mas deveríamos ter seguido com a negociação. Os Estados Unidos têm assinado vários acordos de comércio bilaterais, e nós temos perdido competitividade no mercado americano. Nós estamos estacionados há dez anos em 1,4% do mercado americano. Há vinte anos, nossa participação era de 2,2%. Eu lamento que o único aspecto da relação Brasil-Estados Unidos em que não houve progresso tenha sido o comércio. Foram mínimos os recursos alocados para promoção comercial nos Estados Unidos pelo governo brasileiro”.
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Vaccarezza e BMG, tudo a ver
Cláudio Humberto
O banco BMG, muito citado no escândalo do mensalão, foi o maior doador da campanha do histriônico deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), pau mandado de José Dirceu e coordenador da campanha de Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara. O BMG foi o banco que arrumou uma boquinha para Maria Ângela Saragoça, ex-mulher de Dirceu.
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Os EUA querem a Índia
Radar, Veja Online
David Mulford, o embaixador dos EUA em Nova Dehli, disse ontem com todas as letras que a Índia é o "candidato favorito" para obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, numa vaga destinada a um "país em desenvolvimento". Ou seja, se depender dos EUA, bye bye Brasil. Desde o governo Itamar Franco, o Brasil está em campanha por essa cadeira.
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Burrice Brasil
Alerta Total
Três levantamentos apresentados ontem pelo Ministério da Educação, com dados dos ensinos básico e médio, mostram uma seqüência de resultados ruins.No ensino médio, o desempenho dos quase 3 milhões de estudantes é o pior desde 2002 e o número de alunos continua a cair.
Na entrevista do diplomata Roberto Abdenur à Veja, uma prova objetiva de que o Brasil joga dinheiro fora em não ampliar suas relações comerciais com os EUA:“O Brasil está, na melhor das hipóteses, deixando de ganhar dinheiro. O mercado americano está se aproximando dos 2 trilhões de dólares. Seria vital para o Brasil ter vantagens preferenciais, de parceria, com os Estados Unidos. Não estou dizendo que deveríamos ter assinado a Alca de qualquer jeito, mas deveríamos ter seguido com a negociação. Os Estados Unidos têm assinado vários acordos de comércio bilaterais, e nós temos perdido competitividade no mercado americano. Nós estamos estacionados há dez anos em 1,4% do mercado americano. Há vinte anos, nossa participação era de 2,2%. Eu lamento que o único aspecto da relação Brasil-Estados Unidos em que não houve progresso tenha sido o comércio. Foram mínimos os recursos alocados para promoção comercial nos Estados Unidos pelo governo brasileiro”.
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Vaccarezza e BMG, tudo a ver
Cláudio Humberto
O banco BMG, muito citado no escândalo do mensalão, foi o maior doador da campanha do histriônico deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), pau mandado de José Dirceu e coordenador da campanha de Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara. O BMG foi o banco que arrumou uma boquinha para Maria Ângela Saragoça, ex-mulher de Dirceu.
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Os EUA querem a Índia
Radar, Veja Online
David Mulford, o embaixador dos EUA em Nova Dehli, disse ontem com todas as letras que a Índia é o "candidato favorito" para obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, numa vaga destinada a um "país em desenvolvimento". Ou seja, se depender dos EUA, bye bye Brasil. Desde o governo Itamar Franco, o Brasil está em campanha por essa cadeira.
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Burrice Brasil
Alerta Total
Três levantamentos apresentados ontem pelo Ministério da Educação, com dados dos ensinos básico e médio, mostram uma seqüência de resultados ruins.No ensino médio, o desempenho dos quase 3 milhões de estudantes é o pior desde 2002 e o número de alunos continua a cair.
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Alunos que estão terminando esse nível apresentam o conhecimento que deveriam ter na 8ª série do fundamental.
Alunos que estão terminando esse nível apresentam o conhecimento que deveriam ter na 8ª série do fundamental.
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Apenas na 4ª série do ensino básico houve uma pequena melhora. Ainda assim, o desempenho ali é pior do que o de 10 anos atrás.
Apenas na 4ª série do ensino básico houve uma pequena melhora. Ainda assim, o desempenho ali é pior do que o de 10 anos atrás.