Tribuna da Imprensa
Ministro diz que parte da imprensa manipula notícias e torce por despetização do governo
BRASÍLIA - Um dos maiores críticos no governo da tumultuada relação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a mídia, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Tarso Genro, encerrou ontem um curto período de trégua da gestão com jornalistas. Em entrevista à Radiobrás, Genro afirmou que a imprensa "oposicionista" manipula notícias e faz uma "torcida terrível" para que Lula diminua o tamanho do PT na administração federal.
Na entrevista, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República classificou as guerras internas no partido como simples "discussões" que são distorcidas pelos meios de comunicação social. "A mesma imprensa que disse que o governo tinha terminado e fracassado diz que o presidente vai 'despetizar' o governo", afirmou.
Assessores do Poder Executivo avaliam que as declarações de Genro, na verdade, mostram uma "mágoa momentânea". Ele estaria convencido de que setores do jornalismo estariam contra a pretensão dele de ocupar o Ministério da Justiça.
Ministro diz que parte da imprensa manipula notícias e torce por despetização do governo
BRASÍLIA - Um dos maiores críticos no governo da tumultuada relação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a mídia, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Tarso Genro, encerrou ontem um curto período de trégua da gestão com jornalistas. Em entrevista à Radiobrás, Genro afirmou que a imprensa "oposicionista" manipula notícias e faz uma "torcida terrível" para que Lula diminua o tamanho do PT na administração federal.
Na entrevista, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República classificou as guerras internas no partido como simples "discussões" que são distorcidas pelos meios de comunicação social. "A mesma imprensa que disse que o governo tinha terminado e fracassado diz que o presidente vai 'despetizar' o governo", afirmou.
Assessores do Poder Executivo avaliam que as declarações de Genro, na verdade, mostram uma "mágoa momentânea". Ele estaria convencido de que setores do jornalismo estariam contra a pretensão dele de ocupar o Ministério da Justiça.
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Genro sempre considerou falha a política de comunicação do Executivo, criticando colegas de usarem repórteres para fazer intrigas.
No fim de 2006, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência posicionou-se a favor de mudanças no comportamento do presidente diante dos meios de comunicação, como sustentava, reservadamente, o secretário de Imprensa e Porta-Voz da Presidência, André Singer. Genro é visto como a autoridade com gabinete no Palácio do Planalto que mais dá atenção a jornalistas credenciados do comitê de imprensa ou de outras áreas.
Desde a vitória nas urnas, em outubro, Lula repete, em conversas com repórteres, assessores e ministros, que terá uma relação melhor com os veículos de comunicação social no segundo mandato, sem as velhas mágoas expostas nos quatro primeiros anos de Planalto. Nos últimos discursos, ele deixou de lado a tese de que todas as crises na Presidência da República não passam de versões fantasiosas dos veículos de comunicação.
Durante o programa de rádio, Genro afirmou que os veículos de mídia fazem torcida com editoriais, manifestações e notícias manipuladas contra a Presidência e o PT. A Radiobrás convidou jornalistas de emissoras privadas de rádio para fazer perguntas ao chefe da Secretaria de Relações Institucionais.
Genro disse que a "torcida" das publicações é legítima e normal num regime democrático, mas não influencia as decisões da União. "O presidente não vai 'despetizar' o governo", disse. "O governo tem na sua presidência um militante emérito (do PT)", acrescentou, referindo-se ao presidente.
Um jornalista perguntou ao chefe da Secretaria de Relações Institucionais se era mais difícil para o governo enfrentar a guerra interna no partido ou a oposição do PSDB e do PFL. Genro, então, voltou a atacar os meios de comunicação de massa, acusando setores do jornalismo de inventarem histórias de divergências na legenda. "Há muita torcida em cima dessas questões", disse.
Atualmente, o chefe da secretaria trava uma disputa na administração federal e na sigla com o grupo do ex-deputado José Dirceu (PT-SP). Na agremiação, os adversários de Genro não querem que ele seja nomeado para o cargo de ministro da Justiça, no lugar do ministro Márcio Thomaz Bastos.
Genro sempre considerou falha a política de comunicação do Executivo, criticando colegas de usarem repórteres para fazer intrigas.
No fim de 2006, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência posicionou-se a favor de mudanças no comportamento do presidente diante dos meios de comunicação, como sustentava, reservadamente, o secretário de Imprensa e Porta-Voz da Presidência, André Singer. Genro é visto como a autoridade com gabinete no Palácio do Planalto que mais dá atenção a jornalistas credenciados do comitê de imprensa ou de outras áreas.
Desde a vitória nas urnas, em outubro, Lula repete, em conversas com repórteres, assessores e ministros, que terá uma relação melhor com os veículos de comunicação social no segundo mandato, sem as velhas mágoas expostas nos quatro primeiros anos de Planalto. Nos últimos discursos, ele deixou de lado a tese de que todas as crises na Presidência da República não passam de versões fantasiosas dos veículos de comunicação.
Durante o programa de rádio, Genro afirmou que os veículos de mídia fazem torcida com editoriais, manifestações e notícias manipuladas contra a Presidência e o PT. A Radiobrás convidou jornalistas de emissoras privadas de rádio para fazer perguntas ao chefe da Secretaria de Relações Institucionais.
Genro disse que a "torcida" das publicações é legítima e normal num regime democrático, mas não influencia as decisões da União. "O presidente não vai 'despetizar' o governo", disse. "O governo tem na sua presidência um militante emérito (do PT)", acrescentou, referindo-se ao presidente.
Um jornalista perguntou ao chefe da Secretaria de Relações Institucionais se era mais difícil para o governo enfrentar a guerra interna no partido ou a oposição do PSDB e do PFL. Genro, então, voltou a atacar os meios de comunicação de massa, acusando setores do jornalismo de inventarem histórias de divergências na legenda. "Há muita torcida em cima dessas questões", disse.
Atualmente, o chefe da secretaria trava uma disputa na administração federal e na sigla com o grupo do ex-deputado José Dirceu (PT-SP). Na agremiação, os adversários de Genro não querem que ele seja nomeado para o cargo de ministro da Justiça, no lugar do ministro Márcio Thomaz Bastos.
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COMENTANDO A NOTÍCIA:
Tarso Genro é, inicialmente, um dissimulado. Joga prá torcida. Seu discurso, depende da ocasião. Você nunca sabe o que ele pensa, justamente porque o que diz hoje, desmente amanhã. Ao melhor estilo Lula, é um embromador. Não sei se esta personalidade cretina que ele carrega é uma construção pessoal, ou faz parte do traje que veste pela proximidade do seu chefe.
Basta ver quantas versões o seu “documento” ao partido teve, e você notará esta esquizofrênica figura mudando de opinião tanto quanto se troca de camisa. Tenta as vezes ser malandro, outras, apenas esperto, outras mais tenta ser humilde para empurrar suas teorias “conspiratórias”. Se você quiser tornar qualquer debate uma circunstância imbecil em sua vida, basta que convide Tarso Genro. Mas, cuidado: você pode achar que ao término ganhou um amigo ou um aliado, e no dia seguinte se dar conta de que a figura apenas te enrolou. Na surdina, morderá tua canela.
Esta sua raiva à imprensa é até engraçada: quando ele quer plantar idéias, a procura sem a maior cerimônia. Depois, enche-se de fúria, e descarrega um recalque e um ressentimento odioso incompreensível e injustificável.
Agora, trata a imprensa que critica o governo, como “oposicionista”. Quando será que este cidadão tomará consciência de que se critica quando se entende que é necessário, e se elogia quando entendemos que há acertos para elogiar ! Quando saberá este senhor viver ajustado a uma sociedade aberta, livre, multicultural ? Por que este ranço autoritário de tentar alinhar todos os pensamentos ao seus ? Ou terá este imbecil o dom da sapiciência absoluta e somos todos os demais, meros idiotas ? Acredite, leitor, você não está maluco, não, por discordar de Tarso Genro. Ele é que está fora do lugar, fora do tempo. Lendo suas últimas pérolas, seu novo ataque de frescura, me faz acreditar que este cidadão deve procurar o serviço médico do Planalto para tratar sua TPM – Tensão Pré-Ministério. Melhor seria que Genro antes de seus ataques histéricos à imprensa começasse a se dar o respeito. Não apenas a imprensa critica este governo de droga que aí está: boa parte da sociedade brasileira quer saber afinal quando este governo vagabundo vai começar o segundo mandato ? Ou ele acha que vivemos no melhor dos mundos e sem problemas sérios e graves para serem cuidados e corrigidos ? Mais trabalho responsável e competente, e menos histerismos imbecis seria a receita certa para o senhor Tarso Genro parar de nos encher o saco, literalmente falando.
Sujeito que não sabe respeitar uma crítica da imprensa, não tem competência e nem autoridade moral para encher a boca para falar de democracia. A crítica, meu senhor, para quem governa, faz parte do cenário. E é até saudável que alguém possa alertar com sua crítica ao governo, evitando que incorra em erros. Se você não se satisfaz com ela, ou trate de trabalhar e fazer melhor, para evitá-la, ou mude de atividade. Mas enquanto estiver sendo pago com recursos públicos para fazer um trabalho, trate de aceitar a cobrança. É um direito que nos cabe, sendo imprensa ou não. Somos cidadãos que pagamos impostos e exigimos daqueles que estão no poder, o cumprimento de suas obrigações. E dentre elas, certamente, não se inclui encher nossos ouvidos com tolices.
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COMENTANDO A NOTÍCIA:
Tarso Genro é, inicialmente, um dissimulado. Joga prá torcida. Seu discurso, depende da ocasião. Você nunca sabe o que ele pensa, justamente porque o que diz hoje, desmente amanhã. Ao melhor estilo Lula, é um embromador. Não sei se esta personalidade cretina que ele carrega é uma construção pessoal, ou faz parte do traje que veste pela proximidade do seu chefe.
Basta ver quantas versões o seu “documento” ao partido teve, e você notará esta esquizofrênica figura mudando de opinião tanto quanto se troca de camisa. Tenta as vezes ser malandro, outras, apenas esperto, outras mais tenta ser humilde para empurrar suas teorias “conspiratórias”. Se você quiser tornar qualquer debate uma circunstância imbecil em sua vida, basta que convide Tarso Genro. Mas, cuidado: você pode achar que ao término ganhou um amigo ou um aliado, e no dia seguinte se dar conta de que a figura apenas te enrolou. Na surdina, morderá tua canela.
Esta sua raiva à imprensa é até engraçada: quando ele quer plantar idéias, a procura sem a maior cerimônia. Depois, enche-se de fúria, e descarrega um recalque e um ressentimento odioso incompreensível e injustificável.
Agora, trata a imprensa que critica o governo, como “oposicionista”. Quando será que este cidadão tomará consciência de que se critica quando se entende que é necessário, e se elogia quando entendemos que há acertos para elogiar ! Quando saberá este senhor viver ajustado a uma sociedade aberta, livre, multicultural ? Por que este ranço autoritário de tentar alinhar todos os pensamentos ao seus ? Ou terá este imbecil o dom da sapiciência absoluta e somos todos os demais, meros idiotas ? Acredite, leitor, você não está maluco, não, por discordar de Tarso Genro. Ele é que está fora do lugar, fora do tempo. Lendo suas últimas pérolas, seu novo ataque de frescura, me faz acreditar que este cidadão deve procurar o serviço médico do Planalto para tratar sua TPM – Tensão Pré-Ministério. Melhor seria que Genro antes de seus ataques histéricos à imprensa começasse a se dar o respeito. Não apenas a imprensa critica este governo de droga que aí está: boa parte da sociedade brasileira quer saber afinal quando este governo vagabundo vai começar o segundo mandato ? Ou ele acha que vivemos no melhor dos mundos e sem problemas sérios e graves para serem cuidados e corrigidos ? Mais trabalho responsável e competente, e menos histerismos imbecis seria a receita certa para o senhor Tarso Genro parar de nos encher o saco, literalmente falando.
Sujeito que não sabe respeitar uma crítica da imprensa, não tem competência e nem autoridade moral para encher a boca para falar de democracia. A crítica, meu senhor, para quem governa, faz parte do cenário. E é até saudável que alguém possa alertar com sua crítica ao governo, evitando que incorra em erros. Se você não se satisfaz com ela, ou trate de trabalhar e fazer melhor, para evitá-la, ou mude de atividade. Mas enquanto estiver sendo pago com recursos públicos para fazer um trabalho, trate de aceitar a cobrança. É um direito que nos cabe, sendo imprensa ou não. Somos cidadãos que pagamos impostos e exigimos daqueles que estão no poder, o cumprimento de suas obrigações. E dentre elas, certamente, não se inclui encher nossos ouvidos com tolices.