Convencida, porém nem tanto...
Blog do Noblat
A senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) está convencida de que será indicada por Lula para líder do governo no Congresso. É um cargo mais de prestígio do que poder. Porque o governo tem líder no Senado e na Câmara. E cada partido tem seu líder.
Foi o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) que sondou Roseana sobre o cargo que lhe parece destinado. Ouviu dela na ocasião:
- De novo, Mercadante?
Em 2005, autorizado por Lula, o então ministro José Dirceu, da Casa Civil, convidou Roseana para ser ministra da Articulação Política. Roseana topou. Na véspera do anúncio da reforma parcial do ministério, Lula desistiu de fazê-la.
Roseana disputou e perdeu no ano passado a eleição para o governo do Maranhão. Poderia virar ministra - mas seu pai, o senador José Sarney (PMDB-AP), prefere manter o controle sobre o ministério das Minas e Energia ocupado por um aliado dele.
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Por Alagoas, o PSDB vai paralisar o Senado
Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado, anunciará esta tarde que seu partido impedirá a votação ali de qualquer coisa enquanto o governo federal não ajudar para valer o governo de Alagoas a enfrentar a complicadíssima situação econômica, social e administrativa do Estado.
O governador de Alagoas é o ex-senador Teotônio Vilela Filho, do PSDB. A herança que lhe deixou o ex-governador Ronaldo Lessa (PSB) é muito mais do que maldita. Para fazer face a ela, Vilela suspendeu o aumento dos servidores concedido por Lessa no ano passado.
Foi o caos. Os servidores entraram em greve - os da área de Educação ainda estão. E Vilela teve que dar o dito pelo não dito. Adiantou pouco.
O Estado está quebrado. A greve dos professores fechou as escolas. Os professores ocuparam o prédio da Secretaria da Educação. Os sem terra estão acampados defronte do palácio do governo.
Vilela chegou ontem à noite em Brasília para uma audiência com o ministro da Educação.
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Bate-boca
Cláudio Humberto
Durante a campanha do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), neto do velho amigo Miguel Arraes, o escritor Ariano Suassuna, 78, tropeçou e quase caiu quando, à sua passagem, uma mulher colocou a perna de propósito. Ariano voltou, olhou-a fixamente e disparou:
- “Feia!”
Ela rebateu, desafiadora:
- “Bêbado!”
Ele reagiu em cima da bucha:
- É, mas amanhã eu estarei bom...
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Presidente da Hyundai Motor pega 3 anos de prisão
Fonte: AFP
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Blog do Noblat
A senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) está convencida de que será indicada por Lula para líder do governo no Congresso. É um cargo mais de prestígio do que poder. Porque o governo tem líder no Senado e na Câmara. E cada partido tem seu líder.
Foi o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) que sondou Roseana sobre o cargo que lhe parece destinado. Ouviu dela na ocasião:
- De novo, Mercadante?
Em 2005, autorizado por Lula, o então ministro José Dirceu, da Casa Civil, convidou Roseana para ser ministra da Articulação Política. Roseana topou. Na véspera do anúncio da reforma parcial do ministério, Lula desistiu de fazê-la.
Roseana disputou e perdeu no ano passado a eleição para o governo do Maranhão. Poderia virar ministra - mas seu pai, o senador José Sarney (PMDB-AP), prefere manter o controle sobre o ministério das Minas e Energia ocupado por um aliado dele.
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Por Alagoas, o PSDB vai paralisar o Senado
Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado, anunciará esta tarde que seu partido impedirá a votação ali de qualquer coisa enquanto o governo federal não ajudar para valer o governo de Alagoas a enfrentar a complicadíssima situação econômica, social e administrativa do Estado.
O governador de Alagoas é o ex-senador Teotônio Vilela Filho, do PSDB. A herança que lhe deixou o ex-governador Ronaldo Lessa (PSB) é muito mais do que maldita. Para fazer face a ela, Vilela suspendeu o aumento dos servidores concedido por Lessa no ano passado.
Foi o caos. Os servidores entraram em greve - os da área de Educação ainda estão. E Vilela teve que dar o dito pelo não dito. Adiantou pouco.
O Estado está quebrado. A greve dos professores fechou as escolas. Os professores ocuparam o prédio da Secretaria da Educação. Os sem terra estão acampados defronte do palácio do governo.
Vilela chegou ontem à noite em Brasília para uma audiência com o ministro da Educação.
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Bate-boca
Cláudio Humberto
Durante a campanha do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), neto do velho amigo Miguel Arraes, o escritor Ariano Suassuna, 78, tropeçou e quase caiu quando, à sua passagem, uma mulher colocou a perna de propósito. Ariano voltou, olhou-a fixamente e disparou:
- “Feia!”
Ela rebateu, desafiadora:
- “Bêbado!”
Ele reagiu em cima da bucha:
- É, mas amanhã eu estarei bom...
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Presidente da Hyundai Motor pega 3 anos de prisão
Fonte: AFP
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A Justiça sul-coreana condenou nesta segunda-feira o presidente da Hyundai Motor, o primeiro fabricante de automóveis do país asiático, a três anos de prisão por malversação de fundos e abuso de confiança.
Chung Mong-Koo, 68 anos, foi declarado culpado de ter desviado 63 bilhões de wones (US$ 67 milhões em valores atuais) por meio de falsos relatórios contábeis, com o objetivo de subornar políticos e responsáveis do governo e do setor financeiro.
Tudo igual, sem o charme da novidade e o amálgama social da esperança. Terreno fértil para invencionices e perda de tempo com assuntos sem sentido.
Como, por exemplo, o anunciado movimento pela anistia de José Dirceu. Prenderá atenções, consumirá energias, não dará em nada e paralisará o Congresso.
Seria o famoso mais do mesmo, não resultasse em atraso no enfrentamento do essencial: a estagnação do Brasil na economia, na saúde, na educação, na tecnologia, na atenção com o meio ambiente, na subordinação dos agentes públicos aos cidadãos e a tantas outras questões já resolvidas no mundo, mas que por aqui continuam em aberto ou são solenemente deixadas de lado enquanto prospera o espetáculo do palavrório vão, das ações inconseqüentes e da falta de compromisso com a palavra dita."
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Chung Mong-Koo, 68 anos, foi declarado culpado de ter desviado 63 bilhões de wones (US$ 67 milhões em valores atuais) por meio de falsos relatórios contábeis, com o objetivo de subornar políticos e responsáveis do governo e do setor financeiro.
Tudo igual, sem o charme da novidade e o amálgama social da esperança. Terreno fértil para invencionices e perda de tempo com assuntos sem sentido.
Como, por exemplo, o anunciado movimento pela anistia de José Dirceu. Prenderá atenções, consumirá energias, não dará em nada e paralisará o Congresso.
Seria o famoso mais do mesmo, não resultasse em atraso no enfrentamento do essencial: a estagnação do Brasil na economia, na saúde, na educação, na tecnologia, na atenção com o meio ambiente, na subordinação dos agentes públicos aos cidadãos e a tantas outras questões já resolvidas no mundo, mas que por aqui continuam em aberto ou são solenemente deixadas de lado enquanto prospera o espetáculo do palavrório vão, das ações inconseqüentes e da falta de compromisso com a palavra dita."
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COMENTANDO A NOTÍCIA: Ah se esta moda pega por aqui, hein ? Vai faltar cadeia para engaiolar tanto safado solto por aí. Para isso, primeiro, precisaria haver um Poder Judiciário decente e atuante, e claro, um governo sério e responsável, com um Legislativo que trabalhasse pelo país, e não apenas para eles mesmos. É, pensando bem, estamos longe disso. Só em sonhos, só em sonhos...
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Kirchner se exalta ante pressão americana
Da Folha de S.Paulo
COMENTANDO A NOTÍCIA: Ah se esta moda pega por aqui, hein ? Vai faltar cadeia para engaiolar tanto safado solto por aí. Para isso, primeiro, precisaria haver um Poder Judiciário decente e atuante, e claro, um governo sério e responsável, com um Legislativo que trabalhasse pelo país, e não apenas para eles mesmos. É, pensando bem, estamos longe disso. Só em sonhos, só em sonhos...
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Kirchner se exalta ante pressão americana
Da Folha de S.Paulo
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"Exatamente no dia em que chegaram à Argentina dois enviados do Departamento de Estado norte-americano, o presidente Néstor Kirchner fez um discurso inflamado, claramente direcionado aos Estados Unidos, para afirmar que a Argentina "não é uma republiqueta" e que não admitirá pressões de nenhum tipo para tomar decisões "contrárias à soberania" do país.
Foi uma reação a uma carta enviada ao ministro do Planejamento, Julio De Vido, pelo embaixador americano no país, Earl Wayne. No documento, o diplomata manifestava a preocupação dos EUA pela interferência do governo argentino na venda pela Petrobras a um fundo norte-americano de cerca de 52% das ações da controlodadora da Transener, empresa de transporte de energia elétrica. A outra parte das ações já pertence a um grupo argentino.
"Me parece uma falta de respeito. A Argentina não é uma republiqueta. Não nos vão apressar para tomar uma decisão nacional. O governo tomará a decisão com base na soberania nacional", discursou ontem o presidente Kirchner."
"Exatamente no dia em que chegaram à Argentina dois enviados do Departamento de Estado norte-americano, o presidente Néstor Kirchner fez um discurso inflamado, claramente direcionado aos Estados Unidos, para afirmar que a Argentina "não é uma republiqueta" e que não admitirá pressões de nenhum tipo para tomar decisões "contrárias à soberania" do país.
Foi uma reação a uma carta enviada ao ministro do Planejamento, Julio De Vido, pelo embaixador americano no país, Earl Wayne. No documento, o diplomata manifestava a preocupação dos EUA pela interferência do governo argentino na venda pela Petrobras a um fundo norte-americano de cerca de 52% das ações da controlodadora da Transener, empresa de transporte de energia elétrica. A outra parte das ações já pertence a um grupo argentino.
"Me parece uma falta de respeito. A Argentina não é uma republiqueta. Não nos vão apressar para tomar uma decisão nacional. O governo tomará a decisão com base na soberania nacional", discursou ontem o presidente Kirchner."