Lula: PAC irá tirar País 'de 26 anos sem crescimento'
Informações do Terra
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) será "vital para tirar o Brasil de 26 anos sem números de crescimento expressivos". A declaração foi feita durante vistoria realizada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Anhumas, em Campinas (SP).
Com esse objetivo, Lula anunciou a criação de um conselho gestor que vai acompanhar passo a passo o andamento de todas as obras. "De 15 em 15 dias, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, entregará um relatório de todo o processo. Enquanto as outras pessoas pensam nas eleições , o nosso pensamento será trabalhar, trabalhar e trabalhar e fazer tudo aquilo que está programado", completou.
Após a vistoria, Lula inaugurou a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas. A previsão é que ela eleve de 37% para 64% o índice de tratamento de esgoto da cidade, beneficiando 248 mil habitantes. Dos R$ 50 milhões investidos na obra, R$ 40 milhões foram repassados pelo governo federal, por meio do Ministério das Cidades, e os outros R$ 10 milhões foram contrapartida da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento do município. Com a inauguração da ETE Anhumas, 64% do esgoto produzido no município deve ser tratado - a nova estação tem capacidade para tratar 1.200 litros de esgoto por segundo.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado no último dia 22 de janeiro, prevê que o setor receberá investimentos de R$ 40 bilhões até 2010. A meta do governo é ampliar em 7,3 milhões a quantidade de domicílios atendidos com rede de tratamento de esgoto, em 7 milhões as ligações de abastecimento de água e em 8,9 milhões as residências com coleta e destinação adequada do lixo.
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Correa afasta chefe do Exército após acidente com ministra
Reuters
QUITO - O presidente de Equador, Rafael Correa, afastou do cargo o comandante do Exército, Pedro Machado, ao responsabilizá-lo por uma série de negligências que precederam o acidente aéreo no qual morreu a ministra de Defesa do país na semana passada.
"O presidente tomou a decisão de afastar o general Machado", disse nesta sexta-feira o ministro da Economia, Ricardo Patiño, encarregado da Secretaria de Defesa, em uma transmissão na televisão.
Segundo Patiño, em informes anteriores sobre o acidente, foram encontrados vários problemas de planejamento, de operação e segurança aérea antes do vôo no qual morreram cinco oficiais, a ministra Guadalupe Larriva e sua filha mais nova.
Os incidentes foram causados por erros de militares que estavam sob comando de Machado, mas a punição recaiu sobre o chefe militar, responsável pela segurança de Larriva, garantiu Patiño.
Larriva, a primeira mulher na história do país a ocupar o Ministério de Defesa, morreu quando o helicóptero no qual viajava se chocou com uma aeronave similar na província de Manabí, ao oeste de Quito.
Nova ministra assume
Para o Ministério da Defesa, Rafael Correa nomeou hoje Lorena Escudero. Ela assimiu nesta sexta-feira o cargo que era de Guadalupe Larriva, em uma cerimônia formal realizada no Palácio de Carondelet, sede do executivo.
Ao término da cerimônia, um dos filhos de Escudero, de aproximadamente cinco anos, rompeu o protocolo ao aproximar-se de sua mãe para abraçá-la.
Sem emitir declarações à imprensa, assim que assumiu o cargo, Escudero se dirigiu ao Ministério da Defesa, onde militares de alto escalão a esperavam.
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Celso Amorim se aposenta da carreira diplomática
Rosana de Cassia e Denise Chrispim Marin, Estadão
BRASÍLIA - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, está se aposentando do cargo de ministro de primeira classe da carreira diplomática.
O decreto autorizando a aposentadoria foi publicado nesta sexta-feira, no Diário Oficial da União. A decisão de se aposentar da carreira diplomática já tinha sido anunciada pelo ministro no último semestre do ano passado, quando ele admitiu ter se arrependido de não ter feito isso antes, no final de 2002, quando foi convidado para ocupar o ministério, no governo Lula.
A aposentadoria em nada altera a condição de Amorim no Ministério das Relações Exteriores. Ele passa a ter, porém, maior autonomia em relação a própria carreira.
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Eleições no Congresso mostram força do governo, diz Dirceu
Anne Warth, Estadão
SÃO PAULO - O ex-ministro José Dirceu avaliou nesta sexta-feira, em seu blog, que a vitória de Arlindo Chinaglia (PT-SP) na disputa pela presidência da Câmara e de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado evidenciou o enfraquecimento do PFL, a divisão do PSDB e o fortalecimento do governo.
"O PFL é um partido à espera de uma reforma e de uma bandeira", analisou o ex-ministro. "No caso do PSDB, suas divisões são evidentes e se refletiram na disputa. Fernando Henrique Cardoso não conseguiu impor sua política, que, no passado, levou à eleição de Severino Cavalcanti (PP-PE)".
Entre os tucanos, de acordo com Dirceu, predominam os interesses regionais e os projetos para a eleição presidencial de 2010. "Ou seja, os tucanos ainda não se encontraram depois da segunda derrota para Lula", disse o ex-ministro, em referência a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dirceu afirmou também que a derrota de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) na quinta-feira não enfraquecerá a coalizão. "O ex-presidente Aldo Rebelo, como havia prometido e como é de sua tradição, deu o bom combate, resistiu bravamente, merece nosso respeito", afirmou. "Não acredito que a coalizão sofrerá fissuras com a derrota da aliança entre PSB e PCdoB".
Em seu blog, Dirceu ironizou ainda o grupo de deputados que investiu em uma candidatura alternativa à presidência da Casa, representada pelo tucano Gustavo Fruet (PSDB-PR). "A chamada terceira via não existia", disse o ex-ministro. "Era só a oposição, travestida com um discurso moralista (...) e, no final, conquistou cem votos, que é o tamanho real da oposição na Câmara".
De acordo com Dirceu, passada a eleição, o governo deve unificar sua base e dialogar com a oposição para aprovar projetos de interesse do País. O ex-ministro citou como exemplos as medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as reformas política e tributária e as microreformas.
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Rombo à vista?
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Informações do Terra
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) será "vital para tirar o Brasil de 26 anos sem números de crescimento expressivos". A declaração foi feita durante vistoria realizada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Anhumas, em Campinas (SP).
Com esse objetivo, Lula anunciou a criação de um conselho gestor que vai acompanhar passo a passo o andamento de todas as obras. "De 15 em 15 dias, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, entregará um relatório de todo o processo. Enquanto as outras pessoas pensam nas eleições , o nosso pensamento será trabalhar, trabalhar e trabalhar e fazer tudo aquilo que está programado", completou.
Após a vistoria, Lula inaugurou a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas. A previsão é que ela eleve de 37% para 64% o índice de tratamento de esgoto da cidade, beneficiando 248 mil habitantes. Dos R$ 50 milhões investidos na obra, R$ 40 milhões foram repassados pelo governo federal, por meio do Ministério das Cidades, e os outros R$ 10 milhões foram contrapartida da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento do município. Com a inauguração da ETE Anhumas, 64% do esgoto produzido no município deve ser tratado - a nova estação tem capacidade para tratar 1.200 litros de esgoto por segundo.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado no último dia 22 de janeiro, prevê que o setor receberá investimentos de R$ 40 bilhões até 2010. A meta do governo é ampliar em 7,3 milhões a quantidade de domicílios atendidos com rede de tratamento de esgoto, em 7 milhões as ligações de abastecimento de água e em 8,9 milhões as residências com coleta e destinação adequada do lixo.
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Correa afasta chefe do Exército após acidente com ministra
Reuters
QUITO - O presidente de Equador, Rafael Correa, afastou do cargo o comandante do Exército, Pedro Machado, ao responsabilizá-lo por uma série de negligências que precederam o acidente aéreo no qual morreu a ministra de Defesa do país na semana passada.
"O presidente tomou a decisão de afastar o general Machado", disse nesta sexta-feira o ministro da Economia, Ricardo Patiño, encarregado da Secretaria de Defesa, em uma transmissão na televisão.
Segundo Patiño, em informes anteriores sobre o acidente, foram encontrados vários problemas de planejamento, de operação e segurança aérea antes do vôo no qual morreram cinco oficiais, a ministra Guadalupe Larriva e sua filha mais nova.
Os incidentes foram causados por erros de militares que estavam sob comando de Machado, mas a punição recaiu sobre o chefe militar, responsável pela segurança de Larriva, garantiu Patiño.
Larriva, a primeira mulher na história do país a ocupar o Ministério de Defesa, morreu quando o helicóptero no qual viajava se chocou com uma aeronave similar na província de Manabí, ao oeste de Quito.
Nova ministra assume
Para o Ministério da Defesa, Rafael Correa nomeou hoje Lorena Escudero. Ela assimiu nesta sexta-feira o cargo que era de Guadalupe Larriva, em uma cerimônia formal realizada no Palácio de Carondelet, sede do executivo.
Ao término da cerimônia, um dos filhos de Escudero, de aproximadamente cinco anos, rompeu o protocolo ao aproximar-se de sua mãe para abraçá-la.
Sem emitir declarações à imprensa, assim que assumiu o cargo, Escudero se dirigiu ao Ministério da Defesa, onde militares de alto escalão a esperavam.
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Celso Amorim se aposenta da carreira diplomática
Rosana de Cassia e Denise Chrispim Marin, Estadão
BRASÍLIA - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, está se aposentando do cargo de ministro de primeira classe da carreira diplomática.
O decreto autorizando a aposentadoria foi publicado nesta sexta-feira, no Diário Oficial da União. A decisão de se aposentar da carreira diplomática já tinha sido anunciada pelo ministro no último semestre do ano passado, quando ele admitiu ter se arrependido de não ter feito isso antes, no final de 2002, quando foi convidado para ocupar o ministério, no governo Lula.
A aposentadoria em nada altera a condição de Amorim no Ministério das Relações Exteriores. Ele passa a ter, porém, maior autonomia em relação a própria carreira.
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Eleições no Congresso mostram força do governo, diz Dirceu
Anne Warth, Estadão
SÃO PAULO - O ex-ministro José Dirceu avaliou nesta sexta-feira, em seu blog, que a vitória de Arlindo Chinaglia (PT-SP) na disputa pela presidência da Câmara e de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado evidenciou o enfraquecimento do PFL, a divisão do PSDB e o fortalecimento do governo.
"O PFL é um partido à espera de uma reforma e de uma bandeira", analisou o ex-ministro. "No caso do PSDB, suas divisões são evidentes e se refletiram na disputa. Fernando Henrique Cardoso não conseguiu impor sua política, que, no passado, levou à eleição de Severino Cavalcanti (PP-PE)".
Entre os tucanos, de acordo com Dirceu, predominam os interesses regionais e os projetos para a eleição presidencial de 2010. "Ou seja, os tucanos ainda não se encontraram depois da segunda derrota para Lula", disse o ex-ministro, em referência a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dirceu afirmou também que a derrota de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) na quinta-feira não enfraquecerá a coalizão. "O ex-presidente Aldo Rebelo, como havia prometido e como é de sua tradição, deu o bom combate, resistiu bravamente, merece nosso respeito", afirmou. "Não acredito que a coalizão sofrerá fissuras com a derrota da aliança entre PSB e PCdoB".
Em seu blog, Dirceu ironizou ainda o grupo de deputados que investiu em uma candidatura alternativa à presidência da Casa, representada pelo tucano Gustavo Fruet (PSDB-PR). "A chamada terceira via não existia", disse o ex-ministro. "Era só a oposição, travestida com um discurso moralista (...) e, no final, conquistou cem votos, que é o tamanho real da oposição na Câmara".
De acordo com Dirceu, passada a eleição, o governo deve unificar sua base e dialogar com a oposição para aprovar projetos de interesse do País. O ex-ministro citou como exemplos as medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as reformas política e tributária e as microreformas.
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Rombo à vista?
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O Supremo Tribunal Federal deverá usar pela primeira vez o recurso da súmula vinculante. Será no julgamento de um processo que pode ter grande impacto nas contas da Previdência.
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Na quinta-feira que vem, os ministros irão resolver milhares de processos em que pensionistas pedem o direito de receber 100% do que era pago aos segurados do INSS.
Na quinta-feira que vem, os ministros irão resolver milhares de processos em que pensionistas pedem o direito de receber 100% do que era pago aos segurados do INSS.
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Esses processos tramitam há mais de dez anos e, se o INSS perder, o Tesouro terá de pagar de imediato R$ 7,8 bilhões apenas para as pensões concedidas antes de 1995.
Esses processos tramitam há mais de dez anos e, se o INSS perder, o Tesouro terá de pagar de imediato R$ 7,8 bilhões apenas para as pensões concedidas antes de 1995.
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Nos próximos 20 anos, o rombo pode chegar a R$ 40 bilhões.
Nos próximos 20 anos, o rombo pode chegar a R$ 40 bilhões.