Após se filiar ao PTB, Collor repudia trocas de partido
Agência Estado
Ao se filiar hoje ao PTB, um dia depois da sua posse no Senado, o ex-presidente Fernando Collor (AL) reconheceu que a troca de legenda enfraquece o sistema partidário, mesmo tendo se tornado parte das "regras do jogo político do País". "Eu venho me surgindo contra isso e é por isso que vou propor, no final de março, uma reforma política ampla, profunda e abrangente, com regras mais claras, para evitar casos como este", alegou.
Além da fidelidade partidária, ele disse que incluirá na proposta o financiamento público de campanha, a adoção do parlamentarismo e o fim da obrigatoriedade do voto.
Sobre a sua chegada ao Senado, Collor avaliou que a receptividade dos colegas se deve mais ao respeito pelos eleitores de Alagoas do que pela sua figura. Mas reiterou que isso não refletirá no seu mandato, mesmo tendo de conviver com 18 parlamentares que decidiram pelo seu afastamento da presidência.
"Quem não sabe virar a página, não merece ler o livro e eu tenho o desejo de terminar de ler esse livro", alegou. "As questões do passado lá estão, tiramos grandes experiências com base no sofrimento, agora quero somar essa experiência para que possamos trabalhar pelo bem do Brasil e da população".
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Serra recua em críticas ao PAC após reunião com Mantega
G1
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Agência Estado
Ao se filiar hoje ao PTB, um dia depois da sua posse no Senado, o ex-presidente Fernando Collor (AL) reconheceu que a troca de legenda enfraquece o sistema partidário, mesmo tendo se tornado parte das "regras do jogo político do País". "Eu venho me surgindo contra isso e é por isso que vou propor, no final de março, uma reforma política ampla, profunda e abrangente, com regras mais claras, para evitar casos como este", alegou.
Além da fidelidade partidária, ele disse que incluirá na proposta o financiamento público de campanha, a adoção do parlamentarismo e o fim da obrigatoriedade do voto.
Sobre a sua chegada ao Senado, Collor avaliou que a receptividade dos colegas se deve mais ao respeito pelos eleitores de Alagoas do que pela sua figura. Mas reiterou que isso não refletirá no seu mandato, mesmo tendo de conviver com 18 parlamentares que decidiram pelo seu afastamento da presidência.
"Quem não sabe virar a página, não merece ler o livro e eu tenho o desejo de terminar de ler esse livro", alegou. "As questões do passado lá estão, tiramos grandes experiências com base no sofrimento, agora quero somar essa experiência para que possamos trabalhar pelo bem do Brasil e da população".
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Serra recua em críticas ao PAC após reunião com Mantega
G1
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O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sinalizou nesta sexta-feira (2) um recuo de suas críticas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na semana passada, ele atacou o programa de investimentos do governo Lula avaliando-o como “fraco”. Após reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na qual o programa foi detalhado, Serra mudou seu discurso.
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“Não usei a expressão fraco. Eu disse que havia itens vagos, não havia especificação”, afirmou o tucano, satisfeito com os R$ 1,2 bilhão prometidos para obras no Rodoanel. No começo desta semana, Serra já havia evitado polemizar com Mantega sobre o tema.
Perguntado se o PAC permitiria crescimento da economia em 5% ao ano, o governador ponderou que “isso exige um complemento da política macroeconômica”. Serra afirmou que o tema foi debatido com Mantega, mas não deu mais detalhes.
“Não usei a expressão fraco. Eu disse que havia itens vagos, não havia especificação”, afirmou o tucano, satisfeito com os R$ 1,2 bilhão prometidos para obras no Rodoanel. No começo desta semana, Serra já havia evitado polemizar com Mantega sobre o tema.
Perguntado se o PAC permitiria crescimento da economia em 5% ao ano, o governador ponderou que “isso exige um complemento da política macroeconômica”. Serra afirmou que o tema foi debatido com Mantega, mas não deu mais detalhes.
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Para o ministro da Fazenda, o apoio do PSDB ao deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), eleito presidente da Câmara na quinta-feira (1), não facilita a discussão sobre o PAC com o governador tucano. “Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Conheço o governador há muito tempo”, disse Mantega, acrescentando que os dois são economistas da linha desenvolvimentista.
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PT descarta abrir espaço para aliados para retribuir eleição de Chinaglia
Andreza Matais, da Folha Online
Para o ministro da Fazenda, o apoio do PSDB ao deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), eleito presidente da Câmara na quinta-feira (1), não facilita a discussão sobre o PAC com o governador tucano. “Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Conheço o governador há muito tempo”, disse Mantega, acrescentando que os dois são economistas da linha desenvolvimentista.
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PT descarta abrir espaço para aliados para retribuir eleição de Chinaglia
Andreza Matais, da Folha Online
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O PT rejeita a tese dos aliados de que o partido terá de ceder espaço no governo para as demais legendas da coalizão após a vitória do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) na eleição para a presidência da Câmara. Lideranças do partido disseram hoje que a eleição na Câmara não tem relação com a reforma ministerial.
O PT rejeita a tese dos aliados de que o partido terá de ceder espaço no governo para as demais legendas da coalizão após a vitória do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) na eleição para a presidência da Câmara. Lideranças do partido disseram hoje que a eleição na Câmara não tem relação com a reforma ministerial.
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A vice-presidente do PT, deputada Maria do Rosário (RS), foi além e cobrou respeito ao seu partido. "As dificuldades na base tiveram um ponto final ontem [com a eleição de Chinaglia]. O PT defende a coalizão, a retomada do melhor diálogo, menos disputa por cargos e mais esforço para aprovar as medidas em discussão na Casa. É bom todos se respeitarem", disse.
A vice-presidente do PT, deputada Maria do Rosário (RS), foi além e cobrou respeito ao seu partido. "As dificuldades na base tiveram um ponto final ontem [com a eleição de Chinaglia]. O PT defende a coalizão, a retomada do melhor diálogo, menos disputa por cargos e mais esforço para aprovar as medidas em discussão na Casa. É bom todos se respeitarem", disse.
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A deputada ressaltou que os partidos da base não podem se sentir os únicos responsáveis pela eleição de Chinaglia, porque o PT também teve participação. "Todos elegemos Chinaglia e todos apoiamos o governo."
A deputada ressaltou que os partidos da base não podem se sentir os únicos responsáveis pela eleição de Chinaglia, porque o PT também teve participação. "Todos elegemos Chinaglia e todos apoiamos o governo."
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O PT aposta que o presidente não deverá levar em conta as pressões dos aliados na hora de montar a equipe. "Quem vai montar o governo é o presidente da República. É evidente que ele será composto por todas as forças e com a independência dos poderes respeitada", disse o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). O petista afirma que a visão de que o PT terá seu espaço diminuído no governo porque agora tem a presidência da Câmara é equivocada. "A Câmara é uma coisa e a composição do governo é outra", disse.
O PT aposta que o presidente não deverá levar em conta as pressões dos aliados na hora de montar a equipe. "Quem vai montar o governo é o presidente da República. É evidente que ele será composto por todas as forças e com a independência dos poderes respeitada", disse o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). O petista afirma que a visão de que o PT terá seu espaço diminuído no governo porque agora tem a presidência da Câmara é equivocada. "A Câmara é uma coisa e a composição do governo é outra", disse.
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"Não tem que misturar as coisas, até porque os partidos da base serão contemplados na Câmara com comissões e lideranças cargos na Mesa", afirmou o deputado Walter Pinheiro (PT-BA).
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Lula promete viajar "mais do que nunca" pelo PAC
Informações do Terra
Durante o lançamento da pedra fundamental da planta industrial de polipropileno da Petroquímica Paulínia S.A. (PPSA), no município de Paulínia, no interior de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, por causa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), viajará mais neste ano.
"Esse ano, vou viajar pelo Brasil mais do que viajei em qualquer momento", disse. O presidente declarou que espera, com o PAC, fazer com que o Brasil "saia do crescimento de 2%, 3% e cresça mais que 5%".
"Queremos provar que é possível crescer com inflação baixa. E é possível aumentar a renda dos mais pobres desse País", completou Lula.
O presidente disse ainda que "o PAC é um projeto que tem começo, meio e fim. Esse Programa de Aceleração do Crescimento não é de interesse do governo, é de interesse da população".
A fábrica é uma união da Petrobras com a petroquímica Braskem. A participação direta na produção da resina plástica pela Petrobras é um marco na estratégia da estatal de aproximar-se da petroquímica de forma operacional e não apenas como financiadora.
O polipropileno é uma das resinas mais negociadas no mundo e utilizada na fabricação de embalagens de alimentos, auto peças de plásticos entre outros fins. Atualmente, a demanda forte no mundo por resinas, principalmente vinda da Ásia, faz com que os preços estejam atrativos.
A nova empresa terá investimento de R$ 500 milhões. A unidade entra em operação no primeiro trimestre de 2008 com uma capacidade de produção de 350 mil toneladas de polipropileno ao ano. O projeto foi constituído em 2005 e a joint venture tem 60% de participação da Braskem, atualmente a maior petroquímica do País, e 40% de participação do braço petroquímico da Petrobras, a Petroquisa.
O projeto aspira ampliar o fornecimento da resina no mercado brasileiro e na região do Mercosul, tradicional mercado das exportações brasileiras de resinas.
"Não tem que misturar as coisas, até porque os partidos da base serão contemplados na Câmara com comissões e lideranças cargos na Mesa", afirmou o deputado Walter Pinheiro (PT-BA).
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Lula promete viajar "mais do que nunca" pelo PAC
Informações do Terra
Durante o lançamento da pedra fundamental da planta industrial de polipropileno da Petroquímica Paulínia S.A. (PPSA), no município de Paulínia, no interior de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, por causa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), viajará mais neste ano.
"Esse ano, vou viajar pelo Brasil mais do que viajei em qualquer momento", disse. O presidente declarou que espera, com o PAC, fazer com que o Brasil "saia do crescimento de 2%, 3% e cresça mais que 5%".
"Queremos provar que é possível crescer com inflação baixa. E é possível aumentar a renda dos mais pobres desse País", completou Lula.
O presidente disse ainda que "o PAC é um projeto que tem começo, meio e fim. Esse Programa de Aceleração do Crescimento não é de interesse do governo, é de interesse da população".
A fábrica é uma união da Petrobras com a petroquímica Braskem. A participação direta na produção da resina plástica pela Petrobras é um marco na estratégia da estatal de aproximar-se da petroquímica de forma operacional e não apenas como financiadora.
O polipropileno é uma das resinas mais negociadas no mundo e utilizada na fabricação de embalagens de alimentos, auto peças de plásticos entre outros fins. Atualmente, a demanda forte no mundo por resinas, principalmente vinda da Ásia, faz com que os preços estejam atrativos.
A nova empresa terá investimento de R$ 500 milhões. A unidade entra em operação no primeiro trimestre de 2008 com uma capacidade de produção de 350 mil toneladas de polipropileno ao ano. O projeto foi constituído em 2005 e a joint venture tem 60% de participação da Braskem, atualmente a maior petroquímica do País, e 40% de participação do braço petroquímico da Petrobras, a Petroquisa.
O projeto aspira ampliar o fornecimento da resina no mercado brasileiro e na região do Mercosul, tradicional mercado das exportações brasileiras de resinas.