Agência BBC
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A eleição de aliados para presidir o Senado e a Câmara dos Deputados foi decisiva para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na avaliação do diário argentino La Nación, nesta sexta-feira.
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“Eles serão os encarregados de decidir a sorte de grande parte dos projetos do governo, entre eles seu Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um de seus pilares para este segundo mandato”, afirma a reportagem.
“Eles serão os encarregados de decidir a sorte de grande parte dos projetos do governo, entre eles seu Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um de seus pilares para este segundo mandato”, afirma a reportagem.
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O jornal observa que o posto de presidente da Câmara, para o qual foi eleito o deputado Arlindo Chinaglia, do PT, é “de grande importância, já que é o segundo na linha sucessória do presidente, após o vice-presidente”.
O jornal observa que o posto de presidente da Câmara, para o qual foi eleito o deputado Arlindo Chinaglia, do PT, é “de grande importância, já que é o segundo na linha sucessória do presidente, após o vice-presidente”.
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“Além disso, o chefe da Câmara dos Deputados tem o poder de definir os temas que devem ser votados; por isso se converte em uma figura-chave para o avanço dos projetos do governo. Também é quem aceita ou rechaça eventuais pedidos de impeachment do chefe de Estado”, relata o jornal.
“Além disso, o chefe da Câmara dos Deputados tem o poder de definir os temas que devem ser votados; por isso se converte em uma figura-chave para o avanço dos projetos do governo. Também é quem aceita ou rechaça eventuais pedidos de impeachment do chefe de Estado”, relata o jornal.
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O diário comenta ainda que “Lula deu ontem outro passo importante em sua tentativa de reforçar a influência sobre o Poder Legislativo”, com a reeleição fácil de Renan Calheiros, do PMDB, para a presidência do Senado.
O diário comenta ainda que “Lula deu ontem outro passo importante em sua tentativa de reforçar a influência sobre o Poder Legislativo”, com a reeleição fácil de Renan Calheiros, do PMDB, para a presidência do Senado.
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Outro jornal argentino, o Clarín, relata que o governo possui ampla maioria no novo Congresso, que assumiu na véspera, deixando livre o caminho para a aprovação do PAC.
Outro jornal argentino, o Clarín, relata que o governo possui ampla maioria no novo Congresso, que assumiu na véspera, deixando livre o caminho para a aprovação do PAC.
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“A coalizão do PT com o PMDB e outros dez partidos menores garante a Lula uma folgada maioria parlamentar”, diz o diário, observando que analistas consideram que isso “assegura um segundo mandato politicamente tranqüilo, pelo menos até 2008, quando começar novamente a esquentar o tema da eleição presidencial de 2010”.
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Chinaglia muda discurso e já defende aumento salarial
Horas depois de ser eleito como novo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) não descartou a equiparação dos salários dos deputados e senadores aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de ter dito que o aumento dos parlamentares deveria ser pela reposição da inflação, Chinalgia não demorou para mudar de discurso.
“A coalizão do PT com o PMDB e outros dez partidos menores garante a Lula uma folgada maioria parlamentar”, diz o diário, observando que analistas consideram que isso “assegura um segundo mandato politicamente tranqüilo, pelo menos até 2008, quando começar novamente a esquentar o tema da eleição presidencial de 2010”.
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Chinaglia muda discurso e já defende aumento salarial
Horas depois de ser eleito como novo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) não descartou a equiparação dos salários dos deputados e senadores aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de ter dito que o aumento dos parlamentares deveria ser pela reposição da inflação, Chinalgia não demorou para mudar de discurso.
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"Não é verdade que eu defendi o aumento de 92% durante a campanha. O que aconteceu é que o presidente Aldo e o presidente Renan deixaram para levar esta proposta aos líderes no meio da disputa eleitoral. Eu fui o penúltimo líder a opinar. E ali, todos, exceto o PT e o PSOL, falaram a favor”, tentou se explicar o petista.
"Não é verdade que eu defendi o aumento de 92% durante a campanha. O que aconteceu é que o presidente Aldo e o presidente Renan deixaram para levar esta proposta aos líderes no meio da disputa eleitoral. Eu fui o penúltimo líder a opinar. E ali, todos, exceto o PT e o PSOL, falaram a favor”, tentou se explicar o petista.
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“Não está encerrado (o assunto da equiparação). O teto foi uma conquista da Constituição de 1988, porque é o teto que impede aposentadorias e salários do serviço público de R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 50 mil”, afirmou o petista nesta sexta-feira (02.02), em entrevista ao programa “Bom Dia Brasil”, da TV Globo.
“Não está encerrado (o assunto da equiparação). O teto foi uma conquista da Constituição de 1988, porque é o teto que impede aposentadorias e salários do serviço público de R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 50 mil”, afirmou o petista nesta sexta-feira (02.02), em entrevista ao programa “Bom Dia Brasil”, da TV Globo.
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“Os Poderes têm independência e harmonia, mas não acho correto um ministro do Supremo ganhar praticamente três vezes o que ganha o presidente da República. Agora, vamos levar a discussão para os outros Poderes para saber qual é o teto. Há uma opinião no Congresso, da qual eu partilho, que o teto deva ser o salário do deputado e do senador”, justificou Chinaglia.
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Ministério Público Eleitoral pede rejeição das contas de Palocci
Correio Braziliense
“Os Poderes têm independência e harmonia, mas não acho correto um ministro do Supremo ganhar praticamente três vezes o que ganha o presidente da República. Agora, vamos levar a discussão para os outros Poderes para saber qual é o teto. Há uma opinião no Congresso, da qual eu partilho, que o teto deva ser o salário do deputado e do senador”, justificou Chinaglia.
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Ministério Público Eleitoral pede rejeição das contas de Palocci
Correio Braziliense
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O Ministério Público Eleitoral de São Paulo pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a rejeição das contas de campanha do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP). No recurso, o MP questiona a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que aprovou as contas do ex-ministro da Fazenda. Havia parecer contrário do Ministério Público e da Secretaria de Controle Interno do TRE.
O Ministério Público Eleitoral de São Paulo pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a rejeição das contas de campanha do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP). No recurso, o MP questiona a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que aprovou as contas do ex-ministro da Fazenda. Havia parecer contrário do Ministério Público e da Secretaria de Controle Interno do TRE.
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Segundo o MP, o candidato teria deixado de declarar gastos com a contratação de advogados que atuaram em duas ações (pela divulgação de propagandas irregulares), que correm no TRE. Os advogados teriam tentado evitar a aplicação de multas eleitorais. Para o MP, a remuneração ou gratificação de qualquer espécie a pessoal que preste serviços às candidaturas ou aos comitês eleitorais deve ser considerada gasto eleitoral e, por isso, declarada. Ainda não há prazo para que o TSE julgue o recurso.
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Prova de vela do Pan continua ameaçada
Da Gazeta Press
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Durou pouco o estado de aparente solução para o impasse da vela nos Jogos Pan-americanos, em julho. Durante o último dia de visita da comissão da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa) às obras das instalações no Rio de Janeiro, o presidente da comissão, Julio Maglione, antecipou que a entidade irá vetar a utilização da Marina da Glória sem obras para as disputas da vela. "A solução não foi aprovada pela comissão da Odepa. O nível da competição será prejudicado e por isso reprovamos", afirmou Maglione.
Segundo o MP, o candidato teria deixado de declarar gastos com a contratação de advogados que atuaram em duas ações (pela divulgação de propagandas irregulares), que correm no TRE. Os advogados teriam tentado evitar a aplicação de multas eleitorais. Para o MP, a remuneração ou gratificação de qualquer espécie a pessoal que preste serviços às candidaturas ou aos comitês eleitorais deve ser considerada gasto eleitoral e, por isso, declarada. Ainda não há prazo para que o TSE julgue o recurso.
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Prova de vela do Pan continua ameaçada
Da Gazeta Press
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Durou pouco o estado de aparente solução para o impasse da vela nos Jogos Pan-americanos, em julho. Durante o último dia de visita da comissão da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa) às obras das instalações no Rio de Janeiro, o presidente da comissão, Julio Maglione, antecipou que a entidade irá vetar a utilização da Marina da Glória sem obras para as disputas da vela. "A solução não foi aprovada pela comissão da Odepa. O nível da competição será prejudicado e por isso reprovamos", afirmou Maglione.
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Embargadas pela Justiça por causa de uma ação movida pelo Iphan, as obras na Marina estão interrompidas desde o ano passado. Tentando colocar um fim no impasse e assegurar a permanência da modalidade na programação dos Jogos, o Comitê Organizador do Pan - CO-Rio –, apresentou como sugestão a realização da competição no mesmo local, mas utilizando instalações de apoio temporárias. O problema é que no projeto original, a Vela seria disputada em instalação de nível olímpico, o que não poderá ser mantido no novo formato. Na própria apresentação da alternativa, o CO-Rio já alertava que a competição perderia em qualidade.
Embargadas pela Justiça por causa de uma ação movida pelo Iphan, as obras na Marina estão interrompidas desde o ano passado. Tentando colocar um fim no impasse e assegurar a permanência da modalidade na programação dos Jogos, o Comitê Organizador do Pan - CO-Rio –, apresentou como sugestão a realização da competição no mesmo local, mas utilizando instalações de apoio temporárias. O problema é que no projeto original, a Vela seria disputada em instalação de nível olímpico, o que não poderá ser mantido no novo formato. Na própria apresentação da alternativa, o CO-Rio já alertava que a competição perderia em qualidade.
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Com o veto inicial da comissão da Odepa, a proposta ainda será encaminhada ao presidente da entidade, Mário Vargas Raña, que anunciará a decisão final nos próximos 15 dias. O impasse pan-americano terá desdobramentos sérios também no projeto de candidatura nacional para os Jogos Olímpicos de 2016. Isso porque a versão alternativa apresentada não atende as exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI) para quem deseja receber o evento.
Com o veto inicial da comissão da Odepa, a proposta ainda será encaminhada ao presidente da entidade, Mário Vargas Raña, que anunciará a decisão final nos próximos 15 dias. O impasse pan-americano terá desdobramentos sérios também no projeto de candidatura nacional para os Jogos Olímpicos de 2016. Isso porque a versão alternativa apresentada não atende as exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI) para quem deseja receber o evento.
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Segundo o secretário municipal especial do Pan, Ruy Cezar Reis, a Prefeitura aguardará a decisão da Odepa para só depois tomar alguma providência. Por antecipação, contudo, ele admite que uma competição de vela com nível inferior ao olímpico deve fazer o país 'repensar sua candidatura' para 2016.
Segundo o secretário municipal especial do Pan, Ruy Cezar Reis, a Prefeitura aguardará a decisão da Odepa para só depois tomar alguma providência. Por antecipação, contudo, ele admite que uma competição de vela com nível inferior ao olímpico deve fazer o país 'repensar sua candidatura' para 2016.
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O presidente do CO-Rio e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, também afirmou que qualquer decisão só será tomada após um pronunciamento da Organização Pan-americana. "Depois disso, sentaremos com o poder judiciário para uma decisão final".
O presidente do CO-Rio e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, também afirmou que qualquer decisão só será tomada após um pronunciamento da Organização Pan-americana. "Depois disso, sentaremos com o poder judiciário para uma decisão final".