Fonte: Investnews
O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou, em reunião extraordinária realizada ontem à noite, o cálculo da Taxa Referencial (TR), utilizada na remuneração da poupança. A medida provocará uma redução no rendimento da poupança.
Nesta terça-feira, ao comentar a decisão do CMN, do qual é presidente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a decisão corrige uma distorção, já que tanto a inflação quanto as taxas de juros estão caindo.
"Todas as taxas de juros estão caindo. A TR tem que acompanhar. Ela é uma taxa móvel e foi feita para refletir uma parte da inflação", explicou o ministro.
De acordo com Mantega, a poupança hoje é um dos ativos que mais vai render no mercado por causa da sua composição. A poupança é um investimento isento de imposto de renda e da taxa de administração e rende 6% ao ano mais a TR. "A poupança está ganhando bastante na comparação com um ano, dois ou três atrás", disse.
A TR é calculada com base na Taxa Básica Financeira (TBF) que, por sua vez, tem como fundamento a rentabilidade média dos Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e do Recibo de Depósitos Bancários (RDB) de prazo de 30 a 35 dias corridos, emitidos por uma amostra composta pelas 30 instituições financeiras com maior volume de captação desses papéis.
Mesmo com a correção, o ministro garantiu que a poupança ainda é uma aplicação "das mais atraentes". "É um ativo que não corre risco e dá uma bela rentabilidade", afirmou.
COMENTANDO A NOTICIA: Papo furado de Mantega. Quando a era (e foi) a pior aplicação e seus rendimentos mal cobriam a inflação, ninguém se importou. Quem perdia era o aplicador, cuja imensa maioria é formada de gente humilde e pessoas da classe média. Agora, que a poupança tendia a ser uma aplicação mais atraente, favorecendo a imensa parcela da população que faz uma poupança para emergências ou para compra de algum bem de maior valor para fugir aos absurdos juros dos crediários e das financeiras, eis a tungada cretina do governo sobre quem, via de regra, não pode se defender da avassaladora ganância de um Estado que detesta que o povo possa melhorar seu padrão de vida, sem lhe assaltar ainda mais o bolso. E o pior: de forma unilateral, não respeitando aqueles que já mantém sua poupanças ao longo de tantos anos de sacrifícios. Por que o assalto não se dá então sobre os que abrirem poupança a partir de agora ? Será que já não bastou o assalto do famoso Plano Collor ? este governo ainda tem coragem de arvorar-se de governo para os pobres !!!
O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou, em reunião extraordinária realizada ontem à noite, o cálculo da Taxa Referencial (TR), utilizada na remuneração da poupança. A medida provocará uma redução no rendimento da poupança.
Nesta terça-feira, ao comentar a decisão do CMN, do qual é presidente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a decisão corrige uma distorção, já que tanto a inflação quanto as taxas de juros estão caindo.
"Todas as taxas de juros estão caindo. A TR tem que acompanhar. Ela é uma taxa móvel e foi feita para refletir uma parte da inflação", explicou o ministro.
De acordo com Mantega, a poupança hoje é um dos ativos que mais vai render no mercado por causa da sua composição. A poupança é um investimento isento de imposto de renda e da taxa de administração e rende 6% ao ano mais a TR. "A poupança está ganhando bastante na comparação com um ano, dois ou três atrás", disse.
A TR é calculada com base na Taxa Básica Financeira (TBF) que, por sua vez, tem como fundamento a rentabilidade média dos Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e do Recibo de Depósitos Bancários (RDB) de prazo de 30 a 35 dias corridos, emitidos por uma amostra composta pelas 30 instituições financeiras com maior volume de captação desses papéis.
Mesmo com a correção, o ministro garantiu que a poupança ainda é uma aplicação "das mais atraentes". "É um ativo que não corre risco e dá uma bela rentabilidade", afirmou.
COMENTANDO A NOTICIA: Papo furado de Mantega. Quando a era (e foi) a pior aplicação e seus rendimentos mal cobriam a inflação, ninguém se importou. Quem perdia era o aplicador, cuja imensa maioria é formada de gente humilde e pessoas da classe média. Agora, que a poupança tendia a ser uma aplicação mais atraente, favorecendo a imensa parcela da população que faz uma poupança para emergências ou para compra de algum bem de maior valor para fugir aos absurdos juros dos crediários e das financeiras, eis a tungada cretina do governo sobre quem, via de regra, não pode se defender da avassaladora ganância de um Estado que detesta que o povo possa melhorar seu padrão de vida, sem lhe assaltar ainda mais o bolso. E o pior: de forma unilateral, não respeitando aqueles que já mantém sua poupanças ao longo de tantos anos de sacrifícios. Por que o assalto não se dá então sobre os que abrirem poupança a partir de agora ? Será que já não bastou o assalto do famoso Plano Collor ? este governo ainda tem coragem de arvorar-se de governo para os pobres !!!