Ipea vai revisar projeção de PIB para cima em 2007
Da FolhaNews
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisará para cima a projeção de crescimento da economia brasileira em 2007 em razão da mudança metodológica do cálculo do PIB pelo IBGE. A informação foi dada pelo economista Fábio Giambiagi, que disse nesta segunda-feira que a previsão ficará abaixo de 4% de crescimento. Pela última estimativa realizada em dezembro pelo órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, o crescimento estimado era de 3,6%. "Vai ser uma revisão para um número abaixo de 4%", disse.
Da FolhaNews
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisará para cima a projeção de crescimento da economia brasileira em 2007 em razão da mudança metodológica do cálculo do PIB pelo IBGE. A informação foi dada pelo economista Fábio Giambiagi, que disse nesta segunda-feira que a previsão ficará abaixo de 4% de crescimento. Pela última estimativa realizada em dezembro pelo órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, o crescimento estimado era de 3,6%. "Vai ser uma revisão para um número abaixo de 4%", disse.
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O economista classificou como "medíocre" o crescimento no país nos últimos 12 anos, quando a variação média ficou em 2,7%. "A cara do crescimento em 2007 vai ser melhor que a de 2006, mas com o mesmo perfil. O sinal de alerta é que não se deve esperar um crescimento como o de 2004." O instituto divulga nesta quarta-feira suas projeções para 2007.
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Japoneses são os que mais lêem blogs, diz pesquisa
BBC Brasil
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O economista classificou como "medíocre" o crescimento no país nos últimos 12 anos, quando a variação média ficou em 2,7%. "A cara do crescimento em 2007 vai ser melhor que a de 2006, mas com o mesmo perfil. O sinal de alerta é que não se deve esperar um crescimento como o de 2004." O instituto divulga nesta quarta-feira suas projeções para 2007.
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Japoneses são os que mais lêem blogs, diz pesquisa
BBC Brasil
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TÓQUIO - Cerca de três em cada quatro internautas japoneses têm o costume de ler blogs e fazem isso com uma freqüência média de cinco vezes por semana, de acordo com uma pesquisa realizada pela multinacional de relações públicas Edelman.
O Japão é seguido no ranking, de longe, por outros dois países asiáticos: Coréia do Sul, onde 43% dos internautas dizem ler blogs; e China, onde a parcela é de 39%.
Os Estados Unidos aparecem em quarto lugar, com 27% da população afirmando ler blogs. A pesquisa, que mediu hábitos de leitura de blogs em dez países, não incluiu o Brasil. O japonês, diz a pesquisa, também é o segundo idioma em quantidade de posts em blogs, com 33%, atrás apenas do inglês (39%).
O chinês aparece em terceiro lugar, com 10% do número de posts na blogosfera, de acordo com dados de 2006. O estudo também foi conduzido na Grã-Bretanha, França, Itália, Polônia, Alemanha e Bélgica.
Blogosfera
A pesquisa, que tem como um dos principais objetivos "ajudar as empresas a participar da blogosfera localmente e globalmente", revela outros detalhes desse universo. Segundo o levantamento, os leitores de blogs são em sua maioria jovens e do sexo masculino. Isso só não ocorre no Japão e na Polônia, onde as mulheres são maioria entre os leitores.
Em todos os países pesquisados, o percentual de "formadores de opinião" que lêem blogs é maior do que o do total da população. Em média, diz a pesquisa, dois em cada dez leitores de blogs tomaram algum tipo de atitude como resultado da leitura. No Japão, porém, apenas 18% afirmaram ter agido depois de ler um blog, o menor percentual entre os países analisados.
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O Japão é seguido no ranking, de longe, por outros dois países asiáticos: Coréia do Sul, onde 43% dos internautas dizem ler blogs; e China, onde a parcela é de 39%.
Os Estados Unidos aparecem em quarto lugar, com 27% da população afirmando ler blogs. A pesquisa, que mediu hábitos de leitura de blogs em dez países, não incluiu o Brasil. O japonês, diz a pesquisa, também é o segundo idioma em quantidade de posts em blogs, com 33%, atrás apenas do inglês (39%).
O chinês aparece em terceiro lugar, com 10% do número de posts na blogosfera, de acordo com dados de 2006. O estudo também foi conduzido na Grã-Bretanha, França, Itália, Polônia, Alemanha e Bélgica.
Blogosfera
A pesquisa, que tem como um dos principais objetivos "ajudar as empresas a participar da blogosfera localmente e globalmente", revela outros detalhes desse universo. Segundo o levantamento, os leitores de blogs são em sua maioria jovens e do sexo masculino. Isso só não ocorre no Japão e na Polônia, onde as mulheres são maioria entre os leitores.
Em todos os países pesquisados, o percentual de "formadores de opinião" que lêem blogs é maior do que o do total da população. Em média, diz a pesquisa, dois em cada dez leitores de blogs tomaram algum tipo de atitude como resultado da leitura. No Japão, porém, apenas 18% afirmaram ter agido depois de ler um blog, o menor percentual entre os países analisados.
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Lula mostrará reforma tributária a governadores sem CPMF, diz Mantega
Fonte: Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentará aos governadores uma proposta preliminar de reforma tributária, em reunião em Brasília na terça-feira, mas não tem a intenção de discutir uma repartição dos recursos da CPMF com os Estados, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"A CPMF não está na discussão de amanhã, do nosso lado", afirmou Mantega a jornalistas ao chegar ao Ministério da Fazenda e ser questionado sobre o pleito dos governadores de repartição da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.
"O governo federal tem feito um esforço grande para aumentar o investimento e queremos também encontrar o caminho para ampliar o espaço dos Estados e municípios", disse o ministro.
Mantega acrescentou que o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) já ampliou a capacidade de investimento dos Estados nas áreas de saneamento e habitação, e outras alternativas para estender essas possibilidades serão discutidas "em relação à dívida ativa e precatórios".
Lula mostrará reforma tributária a governadores sem CPMF, diz Mantega
Fonte: Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentará aos governadores uma proposta preliminar de reforma tributária, em reunião em Brasília na terça-feira, mas não tem a intenção de discutir uma repartição dos recursos da CPMF com os Estados, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"A CPMF não está na discussão de amanhã, do nosso lado", afirmou Mantega a jornalistas ao chegar ao Ministério da Fazenda e ser questionado sobre o pleito dos governadores de repartição da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.
"O governo federal tem feito um esforço grande para aumentar o investimento e queremos também encontrar o caminho para ampliar o espaço dos Estados e municípios", disse o ministro.
Mantega acrescentou que o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) já ampliou a capacidade de investimento dos Estados nas áreas de saneamento e habitação, e outras alternativas para estender essas possibilidades serão discutidas "em relação à dívida ativa e precatórios".
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Mantega rechaça críticas sobre aumento da carga tributária
Adriana Fernandes, Estadão online
BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu o governo das críticas sobre o aumento da carga tributária. Nesta segunda-feira, a Confederação Nacional dos Municípios distribuiu, no Congresso Nacional, um documento que aponta um crescimento da carga tributária de 38,41% do PIB em 2005 para 39,69% em 2006. Mantega afirmou que a carga tributária do País só aumentou em 2006 por causa do crescimento do nível de atividade, do aumento da fiscalização e da formalização da economia. "Nós só estamos reduzindo alíquota. Me mostre uma alíquota de tributo que nós aumentamos mo ano passado", afirmou.
O ministro afirmou que há uma confusão entre aumento da carga tributária, provocada pela elevação de alíquotas, e aumento da arrecadação, gerado pelo desempenho melhor da economia. "Agora a economia está se comportando melhor. Temos um lucro maior das empresas e aumento da formalização da atividade econômica. Tudo isso gera uma arrecadação maior", ponderou Mantega ao chegar ao Ministério da Fazenda para uma reunião com dirigentes da Ford.
Ele prometeu que assim que o governo puder ampliará a desoneração de tributos. Alertou que antes será preciso ver o resultado da desoneração prevista no PAC de R$ 6,5 bilhões para 2007 e de 11,5 bilhões para 2008.
Mantega lembrou que a Lei Geral das micro e pequenas empresas, que vai entrar em vigor no segundo semestre deste ano, também provocará uma grande perda de arrecadação. O ministro rechaçou as avaliações de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cumpriu a promessa de não elevar a carga tributária durante o primeiro mandato. "O compromisso do presidente está sendo cumprido integralmente", disse Mantega.
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Interferência? Só vale para um lado...
Blog do Noblat
Deixa ver se entendi direito: os órfãos da candidatura de Nelson Jobim a presidente do PMDB acusam o governo de ter interferido na disputa, beneficiando a candidatura à reeleição de Michel Temer. Fê-lo (saudades de Jânio Quadros!) ao chamar Temer para conversar sobre a indicação de ministros pelo PMDB da Câmara. E por deixar claro que o deputado Gedel Vieira Lima (BA) será o próximo ministro da Integração Nacional.
Bem, e quando Lula, a pedido dos senadores Renan Calheiros e José Sarney, topou deixar a reforma ministerial para depois da convenção do PMDB do próximo domingo, ele não interferiu na disputa entre Jobim e Temer, beneficiando o primeiro? Aquela interferência era legítima, saudável, merecedora de aplausos? Essa agora, não?. É isso? Tenha santa paciência...
Na verdade, Lula não deveria ter-se metido antes. Nem depois.
Ajudou Jobim, sim, porque queria alguém de sua confiança na presidência do PMDB. Confia em Jobim, em Temer, não.
Ao ver que Jobim seria derrotado, ajudou Temer, sim. Publicamente, se apartou de um candidato derrotado de véspera.
Jobim & Cia. atribuem a Lula sua derrota. De fato, foram eles que perderam. Reuniram menos votos.
Temer & Cia. não creditam a Lula sua vitória. Ganhariam contra ele.
Mantega rechaça críticas sobre aumento da carga tributária
Adriana Fernandes, Estadão online
BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu o governo das críticas sobre o aumento da carga tributária. Nesta segunda-feira, a Confederação Nacional dos Municípios distribuiu, no Congresso Nacional, um documento que aponta um crescimento da carga tributária de 38,41% do PIB em 2005 para 39,69% em 2006. Mantega afirmou que a carga tributária do País só aumentou em 2006 por causa do crescimento do nível de atividade, do aumento da fiscalização e da formalização da economia. "Nós só estamos reduzindo alíquota. Me mostre uma alíquota de tributo que nós aumentamos mo ano passado", afirmou.
O ministro afirmou que há uma confusão entre aumento da carga tributária, provocada pela elevação de alíquotas, e aumento da arrecadação, gerado pelo desempenho melhor da economia. "Agora a economia está se comportando melhor. Temos um lucro maior das empresas e aumento da formalização da atividade econômica. Tudo isso gera uma arrecadação maior", ponderou Mantega ao chegar ao Ministério da Fazenda para uma reunião com dirigentes da Ford.
Ele prometeu que assim que o governo puder ampliará a desoneração de tributos. Alertou que antes será preciso ver o resultado da desoneração prevista no PAC de R$ 6,5 bilhões para 2007 e de 11,5 bilhões para 2008.
Mantega lembrou que a Lei Geral das micro e pequenas empresas, que vai entrar em vigor no segundo semestre deste ano, também provocará uma grande perda de arrecadação. O ministro rechaçou as avaliações de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cumpriu a promessa de não elevar a carga tributária durante o primeiro mandato. "O compromisso do presidente está sendo cumprido integralmente", disse Mantega.
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Interferência? Só vale para um lado...
Blog do Noblat
Deixa ver se entendi direito: os órfãos da candidatura de Nelson Jobim a presidente do PMDB acusam o governo de ter interferido na disputa, beneficiando a candidatura à reeleição de Michel Temer. Fê-lo (saudades de Jânio Quadros!) ao chamar Temer para conversar sobre a indicação de ministros pelo PMDB da Câmara. E por deixar claro que o deputado Gedel Vieira Lima (BA) será o próximo ministro da Integração Nacional.
Bem, e quando Lula, a pedido dos senadores Renan Calheiros e José Sarney, topou deixar a reforma ministerial para depois da convenção do PMDB do próximo domingo, ele não interferiu na disputa entre Jobim e Temer, beneficiando o primeiro? Aquela interferência era legítima, saudável, merecedora de aplausos? Essa agora, não?. É isso? Tenha santa paciência...
Na verdade, Lula não deveria ter-se metido antes. Nem depois.
Ajudou Jobim, sim, porque queria alguém de sua confiança na presidência do PMDB. Confia em Jobim, em Temer, não.
Ao ver que Jobim seria derrotado, ajudou Temer, sim. Publicamente, se apartou de um candidato derrotado de véspera.
Jobim & Cia. atribuem a Lula sua derrota. De fato, foram eles que perderam. Reuniram menos votos.
Temer & Cia. não creditam a Lula sua vitória. Ganhariam contra ele.