Agência Estado
O Centro-Oeste se aproximou do Sul e do Sudeste em desenvolvimento social de 1995 a 2005. Já o Norte e o Nordeste ainda continuam bem distantes, embora esta última seja a região que mais evoluiu proporcionalmente no período. Estes são os principais resultados, por enquanto, do Índice de Desenvolvimento Social (IDS) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), divulgado nesta quinta-feira (24). O índice é formado a partir de dados de saúde, educação e renda da série da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.
O Centro-Oeste se aproximou do Sul e do Sudeste em desenvolvimento social de 1995 a 2005. Já o Norte e o Nordeste ainda continuam bem distantes, embora esta última seja a região que mais evoluiu proporcionalmente no período. Estes são os principais resultados, por enquanto, do Índice de Desenvolvimento Social (IDS) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), divulgado nesta quinta-feira (24). O índice é formado a partir de dados de saúde, educação e renda da série da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.
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Todas as regiões melhoraram suas condições de vida no período, mas não uniformemente, de acordo com o IDS. O índice vai de zero (a pior possibilidade) a 1 (a melhor). De 1995 a 2005, o IDS do Nordeste subiu de 0,13 para 0,30. "Houve aumento de rendimento, mas o que explica (esse aumento) é educação e saúde", disse o superintendente da Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES, Ernani Torres, ao divulgar o índice.
Norte e Centro-Oeste
Já o índice do Norte, passou apenas de 0,32 para 0,36. A região chegou a sofrer queda em indicadores de saúde e educação entre 2003 e 2005, destoando do movimento de progressivo aumento nesses dois indicadores nas demais regiões. "Chegou a ocorrer uma involução da cobertura de esgoto na região metropolitana de Belém, como se a população tivesse aumentado e a rede de esgoto não", disse Francisco Marcelo Rocha Ferreira, um dos autores do estudo sobre o assunto.
Todas as regiões melhoraram suas condições de vida no período, mas não uniformemente, de acordo com o IDS. O índice vai de zero (a pior possibilidade) a 1 (a melhor). De 1995 a 2005, o IDS do Nordeste subiu de 0,13 para 0,30. "Houve aumento de rendimento, mas o que explica (esse aumento) é educação e saúde", disse o superintendente da Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES, Ernani Torres, ao divulgar o índice.
Norte e Centro-Oeste
Já o índice do Norte, passou apenas de 0,32 para 0,36. A região chegou a sofrer queda em indicadores de saúde e educação entre 2003 e 2005, destoando do movimento de progressivo aumento nesses dois indicadores nas demais regiões. "Chegou a ocorrer uma involução da cobertura de esgoto na região metropolitana de Belém, como se a população tivesse aumentado e a rede de esgoto não", disse Francisco Marcelo Rocha Ferreira, um dos autores do estudo sobre o assunto.
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O IDS do Centro-Oeste, que em 1995, era de 0,44, relativamente próximo do índice da região Norte, cresceu para 0,61. "O Centro-Oeste sofreu profunda mudança nesse período", disse Ferreira. Foi a região onde houve maior crescimento da renda, com esse indicador específico saltando de 0,52 para 0,68. O estudo não investigou as causas disso, mas é possível a influência do agronegócio, que cresceu muito na região no período.
Sul e Sudeste
O IDS do Sul cresceu de 0,54 para 0,68 de 1995 a 2005 e o do Sudeste passou de 0,64 para 0,74. Essas regiões mantiveram suas posições no ranking das melhores condições sociais e melhoraram indicadores de educação e saúde. Já no caso da renda, o indicador do Sul cresce de 0,62 para 0,72 e o do Sudeste começa e termina o período inalterado em 0,76, embora com altos e baixos no período de dez anos abrangidos no estudo.
COMENTANDO A NOTICIA: Pena que a reportagem não tenha se aprofundado no estudo feito pelo BNDES, no sentido de se demonstrar as razões deste salto qualitativo nos índices de desenvolvimento social destas duas regiões brasileiras. Primeiro, porque este salto se deve a uma espetacular combinação de programas. De um lado, a tão criticada SUDAM que proporcionou com is seus incentivos fiscais, um grande volume de recursos para investimentos em atividades produtivas. Segundo, o casamento perfeito entre pesquisa, feita pela EMBRAPA (a mesma que o governo Lula destruiu), com o agro-negócio, hoje responsável por um terço da balança comercial brasileira. E ressalte-se que, ambos fatores sem um miserável toque de “midas” do senhor Luiz Inácio.
O mesmo agro-negócio que proporcionou este avanço nas regiões Centro-Oeste Norte do país que o governo atual dá às costas e ignora, ao permitir que os bandoleiros vagabundos dos MSTs da vida realizem suas investidas criminosas com invasões, terrorismo e violência no campo, destrui9ção de laboratórios de pesquisa, gerando um conflito sem precedentes na história do país, além, é claro e natural, de provocar que se retarde mais ainda o desenvolvimento do país, gerando emprego e renda. É de se esperar que um dia alguém denuncie esta omissão imperdoável de um governo marginal e delinqüente devotado ao crime.
Como também se espera que a partir deste estudo do BNDES, não se faça a leitura errada do seu contexto. Coisa que em nada seria de se surpreender, considerando-se que o Senhor Luiz Inácio adora plantar informação falsa para tirar proveito político, como ainda tem verdadeira paixão por roubar a obra alheia. Em tempo: é bom que o distinto cidadão preste atenção no período, que não começa em 2003, começa em 1995.
Quanto à explosão de crescimento da região Centro-Oeste, é preciso sempre aplaudir a excelência do centro de pesquisas da EMBRÀPA. E o processo não começa em 1995, começou ainda no final dos anos 80 e início da década de 90. O que vei9o depois, lógico já foi a conseqüência. E considere-se outro aspecto: este crescimento só foi possível numa época em que a indústria das liminares ainda não havia exposto suas garras pelo Ministério Público, e o MST ainda se achava distante demais para chegar no Centro-Oeste. A partir destes dados, vocês podem tirar as conclusões óbvias que quiserem...
O IDS do Centro-Oeste, que em 1995, era de 0,44, relativamente próximo do índice da região Norte, cresceu para 0,61. "O Centro-Oeste sofreu profunda mudança nesse período", disse Ferreira. Foi a região onde houve maior crescimento da renda, com esse indicador específico saltando de 0,52 para 0,68. O estudo não investigou as causas disso, mas é possível a influência do agronegócio, que cresceu muito na região no período.
Sul e Sudeste
O IDS do Sul cresceu de 0,54 para 0,68 de 1995 a 2005 e o do Sudeste passou de 0,64 para 0,74. Essas regiões mantiveram suas posições no ranking das melhores condições sociais e melhoraram indicadores de educação e saúde. Já no caso da renda, o indicador do Sul cresce de 0,62 para 0,72 e o do Sudeste começa e termina o período inalterado em 0,76, embora com altos e baixos no período de dez anos abrangidos no estudo.
COMENTANDO A NOTICIA: Pena que a reportagem não tenha se aprofundado no estudo feito pelo BNDES, no sentido de se demonstrar as razões deste salto qualitativo nos índices de desenvolvimento social destas duas regiões brasileiras. Primeiro, porque este salto se deve a uma espetacular combinação de programas. De um lado, a tão criticada SUDAM que proporcionou com is seus incentivos fiscais, um grande volume de recursos para investimentos em atividades produtivas. Segundo, o casamento perfeito entre pesquisa, feita pela EMBRAPA (a mesma que o governo Lula destruiu), com o agro-negócio, hoje responsável por um terço da balança comercial brasileira. E ressalte-se que, ambos fatores sem um miserável toque de “midas” do senhor Luiz Inácio.
O mesmo agro-negócio que proporcionou este avanço nas regiões Centro-Oeste Norte do país que o governo atual dá às costas e ignora, ao permitir que os bandoleiros vagabundos dos MSTs da vida realizem suas investidas criminosas com invasões, terrorismo e violência no campo, destrui9ção de laboratórios de pesquisa, gerando um conflito sem precedentes na história do país, além, é claro e natural, de provocar que se retarde mais ainda o desenvolvimento do país, gerando emprego e renda. É de se esperar que um dia alguém denuncie esta omissão imperdoável de um governo marginal e delinqüente devotado ao crime.
Como também se espera que a partir deste estudo do BNDES, não se faça a leitura errada do seu contexto. Coisa que em nada seria de se surpreender, considerando-se que o Senhor Luiz Inácio adora plantar informação falsa para tirar proveito político, como ainda tem verdadeira paixão por roubar a obra alheia. Em tempo: é bom que o distinto cidadão preste atenção no período, que não começa em 2003, começa em 1995.
Quanto à explosão de crescimento da região Centro-Oeste, é preciso sempre aplaudir a excelência do centro de pesquisas da EMBRÀPA. E o processo não começa em 1995, começou ainda no final dos anos 80 e início da década de 90. O que vei9o depois, lógico já foi a conseqüência. E considere-se outro aspecto: este crescimento só foi possível numa época em que a indústria das liminares ainda não havia exposto suas garras pelo Ministério Público, e o MST ainda se achava distante demais para chegar no Centro-Oeste. A partir destes dados, vocês podem tirar as conclusões óbvias que quiserem...