De acordo com o presidente da UDR (União Democrática Ruralista), Luiz Antonio Nabhan Garcia, os produtores rurais temem mais as ações do governo do que as invasões do MST (Movimento dos Sem-Terra). Ele teve sua propriedade, no oeste do Estado de São Paulo, invadida no último final de semana. Para Nabhan, no entanto, é mais preocupante o fato de o governo federal ter “aceito a pressão” e intensificado as vistorias para desapropriação de terras. "Para o MST, você tem saídas jurídicas, mas o que fazer quando é o governo que toma a sua propriedade?"
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Segundo o presidente da UDR, várias fazendas foram vistoriadas pelo Incra durante processos de transição da pecuária para a agricultura, ou em fase de reestruturação, após a crise da agricultura dos últimos três anos. Ele questiona as ações que do órgão do governo que classificou estas terras como improdutivas.Nabhan também critica as desapropriações que ocorreram após fiscalizações do Ministério do Trabalho em propriedades que tinham trabalhadores em situação irregulares. De acordo com ele, em situações semelhantes, empresas urbanas são multadas e têm a chance de se regularizar. "Esses processos são encaminhados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para o presidente Lula, que acaba assinando a desapropriação sem conhecer todo o histórico do caso", disse.
Segundo o presidente da UDR, várias fazendas foram vistoriadas pelo Incra durante processos de transição da pecuária para a agricultura, ou em fase de reestruturação, após a crise da agricultura dos últimos três anos. Ele questiona as ações que do órgão do governo que classificou estas terras como improdutivas.Nabhan também critica as desapropriações que ocorreram após fiscalizações do Ministério do Trabalho em propriedades que tinham trabalhadores em situação irregulares. De acordo com ele, em situações semelhantes, empresas urbanas são multadas e têm a chance de se regularizar. "Esses processos são encaminhados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para o presidente Lula, que acaba assinando a desapropriação sem conhecer todo o histórico do caso", disse.
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A UDR promete intensificar as ações judiciais contra os participantes de invasões. "Nossa meta, daqui para frente, é cada vez mais apertar o cerco jurídico", afirmou Nabhan. A entidade vai exigir a identificação e a abertura de processo criminal para cada invasor. O objetivo é criminalizar o MST. "São foras-da-lei que não contribuem com nada para o País", conclui o presidente da UDR.
A UDR promete intensificar as ações judiciais contra os participantes de invasões. "Nossa meta, daqui para frente, é cada vez mais apertar o cerco jurídico", afirmou Nabhan. A entidade vai exigir a identificação e a abertura de processo criminal para cada invasor. O objetivo é criminalizar o MST. "São foras-da-lei que não contribuem com nada para o País", conclui o presidente da UDR.