Tarso Genro é contra o uso das Forças Armadas na Segurança
Tarso afirma que os Jogos Pan-Americanos vão promover um "salto de qualidade" na segurança do Rio de Janeiro e diz ser contrário ao uso das Forças Armadas para o combate à violência. - Criaria uma falsa ilusão e não nos obrigaria a qualificar o aparelho policial.
ENQUANTO ISSO...
Tarso afirma que os Jogos Pan-Americanos vão promover um "salto de qualidade" na segurança do Rio de Janeiro e diz ser contrário ao uso das Forças Armadas para o combate à violência. - Criaria uma falsa ilusão e não nos obrigaria a qualificar o aparelho policial.
ENQUANTO ISSO...
Tarso Genro pede ajuda à CNBB contra violência
Agência Brasil
O ministro da Justiça, Tarso Genro, esteve na Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na última segunda-feira para pedir à Igreja Católica ajuda na execução do novo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cujos projetos técnicos serão apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 9 de julho. Há um mês, Lula aprovou o programa, mas determinou que a metodologia fosse transformada em ações.
- Vim trazer informações sobre o Pronasci, solicitando que seja examinado para a CNBB se associar - afirmou Tarso Genro. O ministro explica que a Confederação dos Bispos é parceira do governo na interlocução. - Como será essa associação é a CNBB quem vai decidir - disse.
- Me coloco inteiramente à disposição - disse o presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio Rocha, ao final do encontro. Para ele, o evento de hoje revela o interesse de buscarmos parcerias. - O ministro procurou a CNBB porque essa conversa já vem de longa data. Há campanhas da fraternidade que já abordaram esse tema e depois a atuação da igreja para a educação nos meios de comunicação social, que são instrumentos poderosíssimos - afirmou.
Segundo d. Geraldo, a preocupação da igreja não é unicamente com a violência, mas com o outro lado da medalha, que é a segurança. E uma segurança dentro de um quadro de ordem democrática sem expressões de autoritarismo.
O Pronasci pretende unir as políticas sociais do governo com as de segurança pública. O foco principal são os jovens de 15 a 29 anos, moradores de áreas dominadas pela violência. Inicialmente será implantado em 11 regiões metropolitanas. A intenção é que posteriormente seja estendido a todo o País.
O programa está sendo discutido por representantes dos ministérios da Educação, Cultura, Desenvolvimento Social, Esporte e Cidades e das secretarias Nacional de Juventude, Especial de Direitos Humanos e a Casa Civil.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Interessante este Tarso Genro: na primeira notícia, observem, ele simplesmente dispensa o uso das Forças Armadas para elevar a segurança do Rio de Janeiro.
Já na segunda, observa-se que ele vai à CNBB apresentar seu Plano de Segurança para pedir que os bispos participem do programa na forma de parceria. Mas peraí, Tarso, o que pode a CNBB diante do descalabro da segurança pública, e que as Forças Armadas não possam mais ? Para mandar brasileiros para o Haiti, para fazerem lá o que eles poderiam fazer aqui no Rio de Janeiro (e estão fazendo bem), tudo bem por no fundo se tratar de assegurar uma vaga no Conselho de Segurança da ONU. Agora para garantir segurança para os brasileiros, aí não serve ? Para garantir pensão e promoção para terrorista assassino e truculento amante do comunismo e desertor do Exército, para isso você quer compreensão, mas usar o Exército que você mesmo defendeu ser usado em São Paulo contra o PCC em plena campanha eleitoral de 2006, agora em 2007, no Rio de Janeiro, aí você se arma de conversa mole ! A grandeza de qualquer governante se mede, primeiro, por sua coerência, que no caso de Tarso Genro, como de resto de todo o petista de carteirinha, é coisa que eles jamais entenderão, quanto mais possuírem-na !
Agência Brasil
O ministro da Justiça, Tarso Genro, esteve na Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na última segunda-feira para pedir à Igreja Católica ajuda na execução do novo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), cujos projetos técnicos serão apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 9 de julho. Há um mês, Lula aprovou o programa, mas determinou que a metodologia fosse transformada em ações.
- Vim trazer informações sobre o Pronasci, solicitando que seja examinado para a CNBB se associar - afirmou Tarso Genro. O ministro explica que a Confederação dos Bispos é parceira do governo na interlocução. - Como será essa associação é a CNBB quem vai decidir - disse.
- Me coloco inteiramente à disposição - disse o presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio Rocha, ao final do encontro. Para ele, o evento de hoje revela o interesse de buscarmos parcerias. - O ministro procurou a CNBB porque essa conversa já vem de longa data. Há campanhas da fraternidade que já abordaram esse tema e depois a atuação da igreja para a educação nos meios de comunicação social, que são instrumentos poderosíssimos - afirmou.
Segundo d. Geraldo, a preocupação da igreja não é unicamente com a violência, mas com o outro lado da medalha, que é a segurança. E uma segurança dentro de um quadro de ordem democrática sem expressões de autoritarismo.
O Pronasci pretende unir as políticas sociais do governo com as de segurança pública. O foco principal são os jovens de 15 a 29 anos, moradores de áreas dominadas pela violência. Inicialmente será implantado em 11 regiões metropolitanas. A intenção é que posteriormente seja estendido a todo o País.
O programa está sendo discutido por representantes dos ministérios da Educação, Cultura, Desenvolvimento Social, Esporte e Cidades e das secretarias Nacional de Juventude, Especial de Direitos Humanos e a Casa Civil.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Interessante este Tarso Genro: na primeira notícia, observem, ele simplesmente dispensa o uso das Forças Armadas para elevar a segurança do Rio de Janeiro.
Já na segunda, observa-se que ele vai à CNBB apresentar seu Plano de Segurança para pedir que os bispos participem do programa na forma de parceria. Mas peraí, Tarso, o que pode a CNBB diante do descalabro da segurança pública, e que as Forças Armadas não possam mais ? Para mandar brasileiros para o Haiti, para fazerem lá o que eles poderiam fazer aqui no Rio de Janeiro (e estão fazendo bem), tudo bem por no fundo se tratar de assegurar uma vaga no Conselho de Segurança da ONU. Agora para garantir segurança para os brasileiros, aí não serve ? Para garantir pensão e promoção para terrorista assassino e truculento amante do comunismo e desertor do Exército, para isso você quer compreensão, mas usar o Exército que você mesmo defendeu ser usado em São Paulo contra o PCC em plena campanha eleitoral de 2006, agora em 2007, no Rio de Janeiro, aí você se arma de conversa mole ! A grandeza de qualquer governante se mede, primeiro, por sua coerência, que no caso de Tarso Genro, como de resto de todo o petista de carteirinha, é coisa que eles jamais entenderão, quanto mais possuírem-na !