São Paulo e RJ caem em lista de mais caras em 2007
Veja online
As duas maiores cidades brasileiras despencaram na lista das capitais mais caras do mundo, divulgada na manhã desta segunda-feira. De acordo com o ranking, criado pela consultoria de recursos humanos Mercer, São Paulo caiu da 34ª colocação no ano passado para a 62ª posição neste ano. O Rio de Janeiro passou da 40ª posição para a 64ª na nova edição da lista, que pesquisou um total de 143 cidades.
Conforme a Mercer, o motivo da queda das metrópoles brasileiras foi a valorização do euro, que fez subir no ranking as cidades européias. "Embora o real tenha se mantido estável em relação ao dólar americano nos últimos doze meses, as cidades brasileiras pesquisadas caíram no ranking para dar lugar a cidades européias que estão subindo por causa do fortalecimento do euro", informa o site da consultoria.
Moscou e Londres - A lista, que indica quais são as cidades mais caras para um estrangeiro, tem Moscou na primeira colocação pelo segundo ano consecutivo - na capital russa, um café custa o equivalente a 12 reais. Londres subiu três posições desde 2006 e agora ocupa o segundo lugar. A terceira cidade mais cara é Seul e a quarta, Tóquio. A mais barata das 143 cidades pesquisadas foi Assunção, capital do Paraguai.
O ranking é montado de acordo com os preços de cerca de duzentos itens, incluindo roupas, comida e moradia. O aluguel médio mais barato é o de Johannesburgo, na África do Sul: cerca de 1.800 reais. O mais caro é de Tóquio, no Japão: quase 8.000 reais. A cidade mais cara da América do Norte foi Nova York, mas a metrópole americana caiu da 10ª para a 15ª posição por causa da desvalorização do dólar.
*****************
Angra 3 a perigo
Lauro Jardim, Radar, Veja online
Periga melar a primeira audiência pública, amanhã, para o licenciamento ambiental de Angra 3. Diversas ONGs ambientalistas estão pressionando o governo. Protestam contra o que consideram atropelo da discussão. Alegam, por exemplo, que as greve como a do Ibama e da Cnen, impediram a população de ter acesso aos estudos e documentos relativos ao empreendimento. Designado pelo governo para conduzir as audiências, o superintendente do Ibama no Rio de Janeiro, Rogério Rocco, enviará hoje no fim do dia um memorando a Brasília declinando da tarefa.
*****************
Renan com Dirceu
Veja online
As duas maiores cidades brasileiras despencaram na lista das capitais mais caras do mundo, divulgada na manhã desta segunda-feira. De acordo com o ranking, criado pela consultoria de recursos humanos Mercer, São Paulo caiu da 34ª colocação no ano passado para a 62ª posição neste ano. O Rio de Janeiro passou da 40ª posição para a 64ª na nova edição da lista, que pesquisou um total de 143 cidades.
Conforme a Mercer, o motivo da queda das metrópoles brasileiras foi a valorização do euro, que fez subir no ranking as cidades européias. "Embora o real tenha se mantido estável em relação ao dólar americano nos últimos doze meses, as cidades brasileiras pesquisadas caíram no ranking para dar lugar a cidades européias que estão subindo por causa do fortalecimento do euro", informa o site da consultoria.
Moscou e Londres - A lista, que indica quais são as cidades mais caras para um estrangeiro, tem Moscou na primeira colocação pelo segundo ano consecutivo - na capital russa, um café custa o equivalente a 12 reais. Londres subiu três posições desde 2006 e agora ocupa o segundo lugar. A terceira cidade mais cara é Seul e a quarta, Tóquio. A mais barata das 143 cidades pesquisadas foi Assunção, capital do Paraguai.
O ranking é montado de acordo com os preços de cerca de duzentos itens, incluindo roupas, comida e moradia. O aluguel médio mais barato é o de Johannesburgo, na África do Sul: cerca de 1.800 reais. O mais caro é de Tóquio, no Japão: quase 8.000 reais. A cidade mais cara da América do Norte foi Nova York, mas a metrópole americana caiu da 10ª para a 15ª posição por causa da desvalorização do dólar.
*****************
Angra 3 a perigo
Lauro Jardim, Radar, Veja online
Periga melar a primeira audiência pública, amanhã, para o licenciamento ambiental de Angra 3. Diversas ONGs ambientalistas estão pressionando o governo. Protestam contra o que consideram atropelo da discussão. Alegam, por exemplo, que as greve como a do Ibama e da Cnen, impediram a população de ter acesso aos estudos e documentos relativos ao empreendimento. Designado pelo governo para conduzir as audiências, o superintendente do Ibama no Rio de Janeiro, Rogério Rocco, enviará hoje no fim do dia um memorando a Brasília declinando da tarefa.
*****************
Renan com Dirceu
Informe JB
Circulou no gabinete de Renan Calheiros o seguinte texto, assinado pelo ex-deputado José Dirceu:
"Tanto o jornal O Globo, que não revela mais nenhum respeito pelo presidente ou pela instituição da Presidência, como a Rede Globo em seus noticiários, estão abertamente na oposição ao governo. Como se fossem um partido, com um Comitê Central, que, diariamente, pauta o país contra o governo. Só não vê quem não quer, ou quem ainda tem ilusões. Fica uma pergunta: já que o governo não moveu um dedo contra a mídia e que tem dado todo apoio às empresas de comunicação, a quem interessa essa linha editorial das Organizações Globo?"
COMENTANDO A NOTÍCIA: O QUE ESTE CIDADÃO PRETENDE COM TAL TEXTO ? Que o governo entre em rota de colisão com a Globo? Desafio este velhaco a mostrar uma vírgula que seja, onde se configura a tal falta de respeito pelo presidente ou pela instituição da presidência feita pelas Organizações Globo em seus veículos. Não é a Globo que pauta o país contra o governo. É o próprio governo que este cretino defende que pauta o país pelo vulgaridade da indecência e da imoralidade pública, pela mentira institucionalizada, pela demagogia barata, pela sordidez no aniquilamento das instituições incentivadas nos porões do poder. E o que a Globo tem feito, a não ser noticiar aquilo que realmente acontece ? Dirceu é aquilo que já sabemos há muito tempo: um guerrilheiro muito do ordinário e salafrário, que montou um esquemão de corrupção no poder, para configurar um golpe nas instituições e na democracia. Para ele, liberdade de imprensa deve ser lixo, como aliás lixo é a sua biografia e sua ideologia.
*****************
Falta de técnicos é um dos problemas
O procurador da República no Distrito Federal, Pedro Nicolau Sacco, diz que um dos maiores problemas da agências reguladoras é a falta de quadros técnicos qualificados e de marco legal. Segundo o procurador, o marco legal que institui a agência, às vezes, não permite que ela tenha uma ação mais incisiva e exemplifica com o caso da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
- A Anac foi criada sem instrumentos legais para exercer suas funções. Deve fiscalizar o tráfego aéreo civil, mas o controle do tráfego é de responsabilidade da Aeronáutica - diz.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP), por exemplo, que é responsável pelo setor com maiores investimentos no Plano de Aceleração do Crescimento, continua com uma vaga na diretoria. A ANP fiscaliza e regula a atividade de 61 grupos econômicos, a metade deles estrangeiros, 13 refinarias, 5,4 mil quilômetros de gasodutos, 28 produtores autorizados de biodiesel e deve licitar, neste ano, blocos de hidrocarbonetos em setores de elevado potencial em bacias maduras.
Outras agências, também importantes, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) só completaram seus quadros diretivos recentemente, depois de amargar o descaso no primeiro mandato de Lula e têm importantes temas para definir até o fim do ano.
A Anatel anunciou, na semana passada, que pretende realizar o leilão das freqüências da terceira geração de telefonia móvel (3G) no segundo semestre. Essa tecnologia garantirá o acesso à banda larga do sistema móvel e é um instrumento para aumentar a cobertura do celular, que hoje atende somente a metade dos municípios brasileiros. Enquanto isso, a Aneel tem importantes licitações de geração e transmissão de energia elétrica.
*****************
Investimentos limitados
Carlos Sardenberg, Portal G1
Mais observações sobre os dados conhecidos nesta semana: o IBGE mostrou que os investimentos de fato estão aumentando. Mas muitos analistas, como José Roberto Mendonça de Barros, dizem que é preciso fazer ressalvas.
Boa parte desses investimentos é construção civil e, muito especialmente, da casa própria. Este setor está quase bombando, com ampliação do crédito e do prazo das prestações. Para se ter uma idéia: o crédito a ser concedido este ano deve chegar a R$ 12 bilhões, para financiar algo como 120 mil moradias. Sabe quanto era em 2004? Crédito de R$ 5 bilhões, para 60 mil moradias.
Isso é bom, movimenta a indústria da construção, mas é diferente, por exemplo, da construção de fábricas.
Neste item, ampliação da capacidade produtiva, instalação de novas plantas, os investimentos estão mais concentrados naqueles setores beneficiados com aumentos de preços de exportação, incluindo celulose e papel, açúcar e etanol, agronegócio em especial.
Também é bom, mas concentrado.
Fora isso, parece haver mais investimento em ampliação de fábricas do que em fábricas novas. E é pequeno o investimento em infra-estrutura, especialmente em energia.
O governo jura porque jura que não risco significativo de falta de energia. Fora do governo, quase todo mundo acha que o risco é muito importante.
*****************