quarta-feira, junho 20, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Problemas no Gasbol paralisam usina termelétrica do MT

CAMPO GRANDE - Desde 11h da última sexta-feira, a usina termelétrica Mário Covas, em Cuiabá (MT), controlada pela EPE (Empresa Produtora de Energia), está paralisada. Problemas operacionais no Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) forçaram uma redução superior a 50% no volume do combustível que vinha sendo despachado, cerca de 1,1 milhão de metros cúbicos, para 600 mil, quantidade insuficiente para a geração mínima da planta, em 135 MegaWatts (MW).

De acordo com o diretor de Assuntos Regulatórios da EPE, Fábio Garcia, "é estranho que o fornecimento para outras regiões continue normal". Afirmou que neste ano é a segunda vez que ocorre corte de fornecimento para a usina. "Temos grandes compromissos a serem cumpridos, não podemos contar com o gás natural um dia sim e outro não".

Garcia, disse que não tem previsão para a solução do problema. Explicou que o ONS, Operador Nacional do Sistema, está solicitando a produção de 480MW, que é a capacidade da termoelétrica. Ainda conforme informou, com os 2,2 milhões de metros cúbicos de gás natural, a produção seria possível. "Esse volume já foi reduzido para 1,1 milhão de metros cúbicos, sofreu nova pressão neste final de semana, caindo em mais 45%.

O resultado é uma queda de 75% no fornecimento de GN (gás natural). Dessa forma somos obrigados a parar as máquinas". A diretoria da Cemat (Centrais Elétricas Mato-grossenses S/A), distribuiu nota informando, que a paralisação da Usina Térmica Governador Mário Covas, em Cuiabá, apesar de ser uma importante fonte de suprimento de energia elétrica para o Mato Grosso e para o Sistema Interligado Nacional, "não torna necessário ações em relação à restrição de carga (redução do consumo) no Estado".

Entretanto, a produção da termelétrica é um ponto estratégico no sistema interligado. A Mário Covas, segundo Fábio Garcia, pode suprir até 70% do consumo estadual, e dessa forma o sistema fica fragilizado, criando a possibilidade de apagões. "Estamos negociando uma forma de fornecimento sem interrupção do gás natural da Bolívia. Se houver interrupções por algum defeito técnico que ela seja proporcional, isonômica".

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Advogado de Mônica Veloso diz que foi ameaçado de morte

O advogado da jornalista Mônica Veloso, Pedro Calmon, afirmou, em seu depoimento no Conselho de Ética do Senado, que foi ameaçado de morte. Ele contou que recebeu um telefonema aconselhando-o a largar a defesa da jornalista e parar de falar do assunto, ou ambos acordariam “com a boca cheia de formigas”. A ligação teria sido feita de um telefone público.

Calmon também leu um termo de declaração em nome de sua cliente, em que foi reafirmando que Mônica recebia pagamentos de Gontijo em “dinheiro vivo” e que ela mesma fazia o depósito dos valores em sua conta. No termo, a jornalista ainda diz que não mantinha relações de “amizade” com o lobista, como havia dito o senador Renan Calheiros.

O advogado ainda acusou o representante de Calheiros, Eduardo Ferrão, de forjar documentos sobre o pagamento de R$ 100 mil em duas parcelas à jornalista. Calmon disse que assinou a simulação dos papéis, do contrário a sua cliente não receberia o dinheiro.

Nesta segunda, Mônica anunciou que vai acionar o presidente do Senado no STF (Supremo Tribunal Federal).

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Bornhausen sugere privatização dos aeroportos

Em evento que debateu o setor aéreo nesta segunda-feira em São Paulo, o ex-senador e ex-presidente do Democratas, Jorge Bornhausen (SC), pediu a privatização dos aeroportos do Brasil. “Os aeroportos só são mau negócio na mão do governo. Na da iniciativa privada, são um excelente negócio”, disse Bornhausen.Já o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou que tudo deve ser privatizado. “Tem que privatizar tudo e trazer dinheiro de PPP”, concluiu.

O vice-governador de São Paulo, Aberto Goldman, e o prefeito da cidade, Gilberto Kassab, cobraram mais investimentos em aeroportos e pediram um terceiro aeroporto na capital paulista.

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Democratas defendem saída de Calheiros

Os líderes dos Democratas, nas duas Casas Legislativas, defenderam que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deixe o cargo até que o Conselho de Ética analise o caso.
José Agripino Maia (DEM-RN), líder do partido no Senado, disse que sua opinião não vai mudar nada, mas advertiu: “É uma situação de foro íntimo, mas que está causando constrangimento (ao Senado).”

O líder dos Democratas na Câmara, deputado Onyx Lorenzoni (RS), afirmou que Calheiros tem que sair imediatamente. "Em 10 ou 15 dias, ele prova e retoma suas atividades", disse o parlamentar.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) avaliou que a decisão do presidente do Senado deixar ou não o cargo já é algo “superado.”

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Marta diz que não pretende deixar ministério
Reuters

SÃO PAULO - A ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), afirmou nesta segunda-feira, em São Paulo, que não pretende deixar o ministério para disputar a prefeitura de São Paulo no ano que vem. Marta, que governou a cidade entre 2001 e 2004, disse estar muito satisfeita com o cargo que ocupa. Ela é cotada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para a disputa da prefeitura.

- Neste pouco tempo em que estou no cargo, percebi que é um campo que você pode melhorar a vida das pessoas, criar empregos, melhorar a educação. Estou gostando muito e pretendo ficar - disse, depois de participar de um evento da Associação dos Dirigentes de Venda e Marketing do Brasil (ADVB).

A ministra afirmou que o governo quer ampliar as rotas regionais e com isso aliviar o peso dos grandes aeroportos brasileiros. - Para se ir de Natal a Belém, por exemplo, é preciso passar por Brasília. Isso precisa mudar.

COMENTANDO A NOTÍCIA: Depois de tanto esforço, Marta não deixaria o poder de jeito nenhum. O poder alimenta seu ego, a faz sentir-se como que uma “iluminada”, sem considerar o deslumbramento que lhe brota em todas as veias por estar na linha de frente do exibicionismo explícito.

Mas também, precisamos considerar outro dado: Marta sabe, com base nas pesquisas que mandou fazer, que não terá a menor chance numa eleição seja para Prefeitura seja para o governo do Estado. Seu holofote segue em outra direção. Ou no meio do caminho é agraciada com uma embaixada em País de Primeiro Mundo, a França de preferência, ou sai candidata em 2010 à sucessão de Lula.

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O elo entre Lula e Servo

Um empresário do Paraná, Valter Sâmara, apresentou em abril de 2002 o presidente Lula a Nilton Cezar Servo, apontado pela Polícia Federal como chefe da máfia dos caça-níqueis. Notário em Ponta Grossa (PR), Sâmara disse que hospedou Lula várias vezes em sua casa. Segundo Silvia Pfeiffer, fornecedora de serviços, ele sugeriu a ela procurar Mônica, secretária de Lula, para tratar de qualquer coisa na Infraero, em troca de 10% para o PT.

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