Alexandra Bicca , Jornal do Brasil
O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou ontem que a Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) é fundamental para manutenção da prestação de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Rachid disse que a CPMF representa parcela importante na arrecadação do país, além de ser uma ferramenta importante para o combate e controle da sonegação fiscal.
A Receita Federal tem cruzado dados da movimentação financeira das instituições financeira, por meio do pagamento da CPMF, para checar as declarações do contribuinte e identificar sonegações.
De acordo com Rachid, não há razão para cortar a CPMF. Na sua avaliação, é melhor reduzir outros impostos que representem menor impacto na economia brasileira.
- Abrir mão desses recursos é uma decisão de governo. Se vamos reduzir a arrecadação, então devemos reduzir tributos menos eficientes, com menos impacto ou eventual prejuízo para economia do que a CPMF - sugeriu.
Mas a manutenção da contribuição criada para atender provisoriamente demandas da área de área de saúde, e que deverá ser prorrogada até 2011, sofre resistência dentro e fora do Congresso Nacional. Os representantes da indústria reclamam da alta carga tributária e da manutenção de mais um tributo que incide sobre todas as movimentações processadas no sistema financeiro. Para Rachid, no entanto, acabar com a CPMF só vai servir para reduzir a prestação de serviços ao cidadão na área de saúde.
- Com o fim da CPMF, não haverá recursos para o SUS, um serviço essencial ao cidadão.
Na quarta-feira, a Comissão de Constituição de Justiça da Câmara aprovou parecer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recomendando a admissibilidade da prorrogação na CPMF até 2011.
*** COMENTANDO A NOTÍCIA: Papo furado do senhor Rachid. Ele que venha a público e faça uma prestação de contas do montante arrecadado nos últimos anos e sua verdadeira destinação, e vamos ver ruir por terra esta conversa mole. Está visto que o dinheiro até para bancar certas “festinhas” tem sido desregradamente usado pelo governo federal. Esta tentativa torpe de chantagem emocional é coisa de mal intencionado e cretino. Repito: desafio o senhor Rachid a uma decente prestação de contas, receita e a sua aplicação comprovada. Pago pra ver, senhor Rachid.
Impressionante, por outro lado, a diferentes versões de autoridades do governo para a importância de continuarem assaltando o bolso do contribuinte brasileiro: Rachid fala sobre o SUS, muito embora, com o imposto sendo cobrado desde 1997, até hoje o SUS continua assustando pela incompetência e a situação de caos que as unidades hospitales públicas de saúde vivem no pais. De outro lado, vem Mantega e numa chantagem sentimalóide se apropria de uma crise que nos afeta bem pouco, e diz que a CPMF tem que ser aprovada por causa da tal crise. E Lula e Dilma exaltam as virtudes da CPMF para a realização do empacado PAC, que mesmo com toda a arrecadação feita até agora, não consegue sair do lugar. Afinal, para que o governo quer mesmo a CPMF, saúde, PAC, abafar a crise dos Estados Unidos e dos sistemas financeiros internacionais, ou, como tem sido praxe no governo Lula para bancar festinhas e outras gracinhas de puro desperdício e ostentação de Lula e sua quadrilha de delinqüentes?
O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou ontem que a Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) é fundamental para manutenção da prestação de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Rachid disse que a CPMF representa parcela importante na arrecadação do país, além de ser uma ferramenta importante para o combate e controle da sonegação fiscal.
A Receita Federal tem cruzado dados da movimentação financeira das instituições financeira, por meio do pagamento da CPMF, para checar as declarações do contribuinte e identificar sonegações.
De acordo com Rachid, não há razão para cortar a CPMF. Na sua avaliação, é melhor reduzir outros impostos que representem menor impacto na economia brasileira.
- Abrir mão desses recursos é uma decisão de governo. Se vamos reduzir a arrecadação, então devemos reduzir tributos menos eficientes, com menos impacto ou eventual prejuízo para economia do que a CPMF - sugeriu.
Mas a manutenção da contribuição criada para atender provisoriamente demandas da área de área de saúde, e que deverá ser prorrogada até 2011, sofre resistência dentro e fora do Congresso Nacional. Os representantes da indústria reclamam da alta carga tributária e da manutenção de mais um tributo que incide sobre todas as movimentações processadas no sistema financeiro. Para Rachid, no entanto, acabar com a CPMF só vai servir para reduzir a prestação de serviços ao cidadão na área de saúde.
- Com o fim da CPMF, não haverá recursos para o SUS, um serviço essencial ao cidadão.
Na quarta-feira, a Comissão de Constituição de Justiça da Câmara aprovou parecer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recomendando a admissibilidade da prorrogação na CPMF até 2011.
*** COMENTANDO A NOTÍCIA: Papo furado do senhor Rachid. Ele que venha a público e faça uma prestação de contas do montante arrecadado nos últimos anos e sua verdadeira destinação, e vamos ver ruir por terra esta conversa mole. Está visto que o dinheiro até para bancar certas “festinhas” tem sido desregradamente usado pelo governo federal. Esta tentativa torpe de chantagem emocional é coisa de mal intencionado e cretino. Repito: desafio o senhor Rachid a uma decente prestação de contas, receita e a sua aplicação comprovada. Pago pra ver, senhor Rachid.
Impressionante, por outro lado, a diferentes versões de autoridades do governo para a importância de continuarem assaltando o bolso do contribuinte brasileiro: Rachid fala sobre o SUS, muito embora, com o imposto sendo cobrado desde 1997, até hoje o SUS continua assustando pela incompetência e a situação de caos que as unidades hospitales públicas de saúde vivem no pais. De outro lado, vem Mantega e numa chantagem sentimalóide se apropria de uma crise que nos afeta bem pouco, e diz que a CPMF tem que ser aprovada por causa da tal crise. E Lula e Dilma exaltam as virtudes da CPMF para a realização do empacado PAC, que mesmo com toda a arrecadação feita até agora, não consegue sair do lugar. Afinal, para que o governo quer mesmo a CPMF, saúde, PAC, abafar a crise dos Estados Unidos e dos sistemas financeiros internacionais, ou, como tem sido praxe no governo Lula para bancar festinhas e outras gracinhas de puro desperdício e ostentação de Lula e sua quadrilha de delinqüentes?